quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Sociopata...



(EDUARDO TAXISTA) O nome completo deste indivíduo é Carlos Eduardo Vinhaes ele tem 42 anos, casado e tem 3 filhos deste relacionamento eles vivem há 19 anos juntos...a mulher dele sabe de tudo o que ele faz porém ela não liga e com isto eles sempre mudam de residência quando o sociopata quer fugir das vitimas!! Ele aplica o golpe do Don Juan a anos e nunca foi preso ele diz que precisa de ajuda financeira e suja o nome da vitima, pede para que a vitima compre coisas para ele ex; computadores, celulares, projetor, moto, dinheiro emprestado com pretexto de pagar tudo depois ele fala até a forma de pagamento e o dia mas não paga.. e além dos golpes ele mente ser vasectomizado e já engravidou muitas vitimas com mais esta mentira absurda!!! E quando a vitima cobra o que ele deve ou conta que esta gravida ele finge que vai pagar o que deve e assumir o filho(a) e simplesmente ele some muda de chip.. email..endereço!! Como todo sociopata ele engana muito bem, é simpático..fala bem é educado e tem boa aparência um verdadeiro lobo com pele de cordeiro, parece um anjo de ser humano!! Alvo preferido do sociopata mulheres NEGRAS e MULATAS mas existem vitimas brancas tbm.. Antigamente ele agia nas redes sociais mas hoje ele esta na praça como taxista, enganado, fingindo e agindo!! Ele se passa por homem trabalhador, correto, de família, limpinho e fiel ... Caso vc foi vitima desse indivíduo procure a policia e faça os exames de HIV e DST pq este louco não usa camisinha com ninguém e se relaciona com varias mulheres ao mesmo tempo!!!Detalhe ele tem uma tatuagem de um escorpião do lado direito do peito...

Eduardo Taxista ( Sociopata ) 

Essa animalidade me assusta.... mas não me amedronta... sinto asco.... e com certeza, isso vai acabar....

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Quando tudo faz sentido



Somente quem já sofreu algum tipo de injustiça na pele, quem já se sentiu indignado por ter vivido algo que não merecia, sabe o valor da justiça. 
Quem nunca experimentou a escassez terá serias dificuldades em reconhecer o significado de ser prospero.
Aqueles que nunca perderam ninguém, que nunca sentiram saudade, precisarão de mais tempo para entenderem o real valor da presença.
É como quem sai de um lugar barulhento e encontra o silêncio, como quem, depois de tanto tempo no escuro, encontra luz, como estar com muita sede e beber um copo com água gelada.
Você não valorizaria a paz se jamais tivesse caminhando em dias de angústia, nem saberia o que é o calor se não conhecesse o frio. “Alívio” seria apenas uma palavra se não estivesse vinculado à dor que um dia sentiu.
Sem o pesadelo da madrugada, a sensação de estar perdido, como quem entra em um labirinto, se desespera e depois de muito tempo é encontrado, sem isso, acredite; nunca entenderia o que significa ser acolhido.
Já foi abraçado depois de chorar muito? Já ouviu alguém dizer “estou aqui” depois de pensar que não havia mais ninguém? Já encontrou um rosto amigo no meio de uma multidão de desconhecidos? Então você sabe sobre o que falo.
Se sabe sobre o que falo, não preciso me alongar, mas apenas lembrar que estamos crescendo. Que as dores de hoje apontam para o amor, para a expansão de consciência, para o entendimento de que nada é para o mal se você não quiser. Nada.
Daqui a pouco você compreende que uma coisa está ligada à outra, que no fim das contas tudo faz parte de uma coisa só, que o “bem” e o “mal” de cada evento se vincula ao olhar de cada um, especialmente aquilo que cresce dentro da gente como verdade, como estatura existencial.
Fique em paz. Não há necessidade de desesperar-se. A não ser que o desespero seja apenas um caminho que desemboque no reconhecimento da paz que dá sentido a todas as coisas, que nos acolhe, nos ilumina a consciência de que cada experiência é uma grande oportunidade.
Pense nisso. Fique bem!

Flavio Siqueira

Obs: Somente quem já sofreu algum tipo de injustiça na pele, quem já se sentiu indignado por ter vivido algo que não merecia, sabe o valor da justiça. (Sei exatamente do que ele está falando) . 
Amo cada palavra, cada texto que o Flavio escreve, além de uma inteligência descomunal, o cara tem uma sensibilidade de um anjo... acredito que ele não tem noção do impacto que seus textos provoca na vida de quem lê, é um bálsamo para a alma, venho usando a visão dele para enxergar a minha própria vida... chegou no momento certo, nada que eu escrevesse aqui traduziria a minha gratidão, ele foi com certeza um instrumento do nosso Pai, que nunca deixou de estar ao meu lado, usado para trazer a PAZ que mereço!
Muito obrigada!

Delícias

 
Sonho com um Jardim de delícias, com um espaço que me inquiete, um céu que me desafie e perfume o delírio que existe tatuado em mim.
Sonho que desço a escadaria da perfeição, os degraus nus, ornamentados pela mistura de flores e amores, que sussurram gemidos sensuais.
Sonho com sinais e murmúrios, vozes que me chamam… Noivas de vestidos transparentes, onde se reflecte à luz de um sol sequioso, as delícias do meu jardim.
Sonho com a vida repleta de aromas sinceros… Tão sinceros como cada degrau que vou descendo, cada pedra que piso, sem que exista queixume. Somente sonho e me delicio com os braços estendidos das flores… E são tantas a tentarem segurar o sorriso, que trago desenhado no meu rosto.
Não tenciono escapar, quero sentir as folhas como se fossem o deslizar de dedos em meu corpo.
Sonho sem medo e quero muito sentir o pólen que voa no vento… Aquele que se espalha nas frestas da vontade.
Sonho para que ao acordar, me sinta deitado nas pétalas do meu jardim… Que as flores se misturem de mãos dadas, que rodopiem cantando em redor de mim…
Que cada pétala seja um gesto de amor…
Acordar deste sonho é viver, é amar, é chegar ao jardim das delícias com a certeza, de que as flores são arco-íris do chão, da terra… De um coração sem guerra…
Sonho na esperança de subir de novo cada degrau que desci… E sorrindo, vou subindo… feliz…
 
 José Alberto Sá
 
 

Falando de amor

Se eu pudesse por um dia
Esse amor, essa alegria
Eu te juro, te daria
Se pudesse esse amor todo dia
Chega perto, vem sem medo
Chega mais meu coração
Vem ouvir esse segredo
Escondido num choro canção
Se soubesses como eu gosto
Do teu cheiro, teu jeito de flor
Não negavas um beijinho
A quem anda perdido de amor
Chora flauta, chora pinho
Choro eu o teu cantor
Chora manso, bem baixinho
Nesse choro falando de amor

Quando passas, tão bonita
Nessa rua banhada de sol
Minha alma segue aflita
E eu me esqueço até do futebol
Vem depressa, vem sem medo
Foi pra ti meu coração
Que eu guardei esse segredo
Escondido num choro canção
Lá no fundo do meu coração,


Tom Jobim

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Eu e minha chatice...

Hoje de manhã me diverti com uma curiosa pergunta feita com cuidado e carinho: “Querido Flavio Siqueira, vc é tão questionador em todos os aspectos e tão em paz em todos os aspectos…Já se sentiu chatinho?”
Pensei sobre isso e conclui que já. Nem tanto eu, mas tantos que convivi me taxaram assim. Nem sempre eles estavam errados. É mais fácil os outros perceberem nossa chatice do que nós mesmos reconhecermos.
Às vezes sinto que estou chato. Consigo perceber quando algo me incomoda por pura implicância, quando o mau humor não tem causa objetiva, quando é melhor eu ficar no meu canto, quieto com meus resmungos interiores. Sim, às vezes me sinto chatinho.
Mas você tem razão quando diz que estou em paz. Aprendi a ter paz com minha chatice, especialmente por não ter nenhuma pretensão de perdê-la. É preciso um pouco de chatice para recusar formas, para posicionar-se “contra a maré”, para sustentar um ponto de vista que acredita diante de uma multidão contrariada, para caminhar no anti fluxo. Nesse caso, ser “chato”, é quase inevitável.
O desafio é que a “chatice” não vire dogma. É preciso ser um “chato equilibrado”. Reconhecer quando a chatice é necessária ao mesmo tempo em que abre mão de ser dono da razão, de tentar impor seu ponto de vista, de entrar em discussões. É preciso subjugar a chatice ao amor.
É isso que nos pacifica e promove a consciência de quando a chatice é necessária e de quando é só chatice mesmo. É importante não confundir uma coisa com a outra. Quando for necessária, iluminamos nosso posicionamento em amor com humildade e respeito.
Quando for apenas chatice, aquele mau humor implicante que às vezes todos sentimos, identificaremos com imparcialidade suficiente para reconhecermos que não é o outro, nem a situação específica, mas somos nós, tentando de alguma maneira projetar nosso ego. Nesse caso melhor ficar quieto no canto esperando que passe.
É preciso lembrar que, independente de qualquer coisa, “enxergar” no mundo cheio de cegos pode ser mal interpretado. Ter opinião em tempos “politicamente corretos”, pode parecer chatice. Questionar, refletir, provocar desconstruções é ameaçador para muita gente que, ao invés de parar e pensar, prefere dizer “é um chato!”. Para esses é menos ameaçador deslocar o foco de si mesmo, evitar perceber-se e projetar na chatice alheia o que não quer encarar.
Só que isso não pode ser argumento para que eu seja um chato, muito menos um chato que não reconhece sua chatice. Enxergar-se implica coragem de expor nossa humanidade, inclusive nossos “defeitos”, sem negá-los, muito menos justificá-los, mas livres para expor o que somos sob a luz da consciência do amor. É isso que nos dá equilíbrio para evoluirmos e ficarmos em paz. Cuidemos do que estamos nos transformando e aquietemo-nos. Fique bem.

Flavio Siqueira

O Perdão – Vingança ou Justiça?


O perdão melhor causa para o que perdoa, sendo assim destituído do horrendo sentimento de vingança. O culpado por isso é absolvido? Óbvio que não. A seu tempo enfrentará sua culpa e diante dela terá a oportunidade redentora de se retratar perante suas vítimas. Se assim não fosse, não existiria justiça Divina, só a dos homens que sofre inumeráveis mudanças para se adaptar a realidade que hora vivemos.

A vingança é um sentimento pequeno, destituído de qualquer nobreza. Só serve para saciar a fome de seres que se contentam com “essa” vida, que acham que “aqui se faz, aqui se paga”, que pensam muito antigo, ultrapassados e saudosos da Lei de Talião: “olho por olho, dente por dente”. Se o Mestre nos ensinou a “dar” a outra face, porque vamos fazer justamente o contrário? Entenda-se: dar a outra face não quer dizer “Dar a cara a tapa”, quer dizer “Perdoar”.


Justiça é dar oportunidade aos ofensores de se redimirem, de se arrependerem. Quem nunca ofendeu ninguém? Quem nunca sentiu vontade de fazer com que o outro sofresse? A Justiça do Pai é maior do que a “Pena de morte”, do que a “vingança”. A Justiça que vem do alto é sempre a mais sensata. Devemos esquecer as ofensas? Na medida do possível sim, mas as marcas ficam. Se houver boa vontade essas cicatrizes nos fazem lembrar sim, mas, com certeza sem ódio, sem rancor.
Ana Maria Carvalho

O deserto e a liberdade

Não é sem motivo que Deus, logo após libertar o povo da escravidão no Egito, os conduziu para o deserto. A passagem pelo deserto era necessária para ajudá-los a deixar para trás a mentalidade da escravidão e a compreender a nova liberdade que Deus lhes estava oferecendo. Quando damos o nosso sim a Deus, ele sempre nos conduz ao deserto.
O nosso deserto não é igual ao das areias do Neguev ou do Saara. Nosso deserto é o lugar onde somos levados a refletir sobre nossas ilusões, as expectativas infantis que nos mantêm alienados, inclusive de pessoas que amamos; os medos que mascaramos ou sublimamos em nossa busca frenética por realização e entretenimento. No deserto, não temos um caminho claro e seguro, nenhuma distração, nada que nos excite. Nele, o futuro é incerto, nos vemos vulneráveis e fragilizados, e experimentamos a força das trevas interiores do medo.
Por outro lado, o deserto é o lugar do encontro com Deus, da rendição do orgulho e da ilusão de sermos senhores do nosso destino. É o lugar da companhia divina, do silêncio diante de Deus, onde a quietude nos ajuda a reconhecer a presença dele. O silêncio que nos torna mais atenciosos à voz de Deus. Para sermos livres, precisamos nos afastar, por um tempo, do mundo dos homens para entrarmos, a sós, no mundo de Deus. Um tempo no qual as paixões, tensões, pressa, vão, lentamente, cedendo espaço para percebermos a realidade à luz da eternidade e restabelecermos o valor correto das coisas. No deserto, reduzimos nossas necessidades àquilo que é essencial.
A enfermeira americana Bronnie Ware escreveu um livro sobre os “cinco maiores arrependimentos ou lamentos de pacientes terminais”. Depois de acompanhar por vários anos estes pacientes, ela listou aquilo que eles gostariam de ter feito e não fizeram, como: ter mais tempo para os amigos e não ter trabalhado tanto. O deserto deles trouxe uma outra dimensão de suas reais necessidades.
Na solidão do deserto, descobrimos a suficiência da graça de Deus. Teresa de Ávila (1515--1582) descreveu num poema sua experiência no deserto:

Nada te perturbe,
Nada te espante.
Tudo passa.
Deus não muda.
A paciência tudo alcança.
Quem tem a Deus,
Nada lhe falta.
Só Deus basta.

Nossa necessidade primeira é Deus. De tudo o que aprendemos no deserto, a lição mais importante é que aquilo de que mais necessitamos encontramos na comunhão com Deus. A experiência do deserto nos conduz ao auto esvaziamento, ao desapego dos ídolos que nos oferecem a falsa segurança, e à completa submissão a Deus e aos seus caminhos. Aprendemos a ver a vida desde a perspectiva da eternidade, o que nos ajuda a colocar em ordem nossos valores.
A verdadeira liberdade nasce do deserto. Foi no deserto que Jesus reafirmou a identidade dele e seguiu livre para realizar a missão dele em obediência ao Pai. Não precisou usar nenhum artifício para se autopromover. Foi livre para fazer o que tinha de fazer, assumir a cruz e, no fim, morrer. O deserto nos liberta dos falsos deuses, das mentiras e ilusões que nos fazem pessoas controladoras e manipuladoras. Rompe com a falsa sensação de que temos controle sobre o nosso destino. O deserto nos torna pessoas mais verdadeiras, livres, e mais conscientes de nossa total dependência de Deus.

Ricardo Barbosa de Sousa