terça-feira, 7 de julho de 2015

Eu te prometo...


Eu tive um anjo em minha vida...
Há um ano e dez meses não o vejo...
Há um ano e dez meses venho lutando para sobreviver...
Como é difícil estar sozinha, você me protegeu de tal forma que quase acreditei que o mundo era azul... e ele não é.... a não ser quando fecho os olhos e vejo o teu sorriso...
Eu sabia que isso poderia acontecer, mas nunca imaginei que seria assim... tão cedo...
A tua inteligência me deslumbrava, o teu senso de justiça era impressionante.... 
E como olhavas uma mulher... eu fui rainha ao teu lado....  fui criança... sonhadora, porque era assim que você queria que eu me sentisse, e era assim que eu me sentia...
Você foi.... eu sei que não queria ir, mas estavas preparado, nos teus olhos claramente se via que a tua única preocupação era em me deixar... mas eu tinha que ficar.... na verdade você nunca me deixou...
As vezes penso que quando acordo pela manhã sentindo saudade de casa... uma vontade de ir embora sem saber qual transporte devo usar... sem saber ao certo pra onde ir....é porque eu estive com você.... e novamente com o teu jeito me fez sentir de novo que sou especial e eu queria continuar sentido... só você sabia fazer eu me sentir assim... eu sinto tanta falta da Rosa que existia quando ela ainda podia te ver... quando ela ainda podia te tocar.... era uma outra Rosa... ela parece que foi com você, ela não sou eu....que saudade sinto de mim quando ainda tinha você...
Quantas loucuras fiz para continuar sem você....
Quantas loucuras... para acreditar que o mundo era da cor que você queria que eu enxergasse....
Se você soubesse que iria me deixar tão cedo, teria feito de outra maneira?????
É benhê... mas tenha certeza que eu aprendi tudo o que você queria que eu aprendesse....
Aprendi a ser forte...
Aprendi a não desistir...
E acredite, estou fazendo o meu melhor..... mesmo enxergando o mundo real... exatamente como ele é...  
Tu sabias quem eu era.... tu sabias que em mim jorrava uma fonte de amor.... e não querias que eu perdesse essa inocência... 
Eu te prometo que nada no mundo ira destruir o que carrego em mim...
Eu te prometo continuar forte, lutando, e mesmo que eu caia, fica calmo.... vou me levantar...
Eu te prometo não deixar acabar em mim o que mais te impressionava.... 
Eu te prometo trazer a Rosa de volta.... a Rosa que sorria com tudo.... e que continua sorrindo com a alma em pedaços....
Eu te prometo que vou colar todos estes pedaços...
Eu te prometo que quando voltar para casa...
Voltarei inteira...
Eu te prometo...

Rosa Soares



O meu querido é meu, e eu sou dele.

Ela
8 Estou ouvindo a voz do meu amor.
Ele vem depressa, descendo as montanhas, correndo pelos montes.
9 O meu amado é como uma gazela; é como um filhote de corço.
O meu querido está ali, do lado de fora da nossa casa.
Ele está olhando para dentro, pelas janelas; está me espiando pelas grades.
10 O meu amor está falando comigo.
Ele
Venha então, minha querida; venha comigo, meu amor.
11 O inverno já foi, a chuva passou, 12 e as flores aparecem nos campos. 
É tempo de cantar; ouve-se nos campos o canto das rolinhas.
13 Os figos estão começando a amadurecer, e já se pode sentir o perfume das parreiras em flor. Venha então, meu amor. Venha comigo, minha querida.
14 Você está escondida como uma pomba na fenda de uma rocha.
Mostre-me o seu rosto; deixe-me ouvir a sua voz; pois a sua voz é suave, e o seu rosto é lindo.
15 Peguem as raposas, apanhem as raposinhas, antes que elas estraguem a nossa plantação de uvas, que está em flor.
Ela
16 O meu querido é meu, e eu sou dele.
Ele leva as suas ovelhas para pastarem entre os lírios,
17 enquanto o dia ainda está fresco e a escuridão está desaparecendo.
Meu querido, volte depressa, correndo como uma gazela, como um filhote de corço nos montes de Beter.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Será....

Eu queria por um segundo entender o mundo...
Será que me sentiria melhor?
Voar alto... mas tão alto... tão alto....
Até enxergar o céu negro....

Rosa Soares



Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!

O túmulo vazio
1 Domingo bem cedo, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi até o túmulo e viu que a pedra que tapava a entrada tinha sido tirada. 2 Então foi correndo até o lugar onde estavam Simão Pedro e outro discípulo, aquele que Jesus amava, e disse:
— Tiraram o Senhor Jesus do túmulo, e não sabemos onde o puseram!
3 Então Pedro e o outro discípulo foram até o túmulo. 4 Os dois saíram correndo juntos, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro. 5 Ele se abaixou para olhar lá dentro e viu os lençóis de linho; porém não entrou no túmulo. 6 Mas Pedro, que chegou logo depois, entrou. Ele também viu os lençóis colocados ali 7 e a faixa que tinham posto em volta da cabeça de Jesus. A faixa não estava junto com os lençóis, mas estava enrolada ali ao lado. 8 Aí o outro discípulo, que havia chegado primeiro, também entrou no túmulo. Ele viu e creu. 9(Eles ainda não tinham entendido as Escrituras Sagradas, que dizem que era preciso que Jesus ressuscitasse.) 10 E os dois voltaram para casa.
Jesus aparece a Maria Madalena
Mateus 28.9-10; Marcos 16.9-11
11 Maria Madalena tinha ficado perto da entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, ela se abaixou, olhou para dentro 12 e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus. Um estava na cabeceira, e o outro, nos pés. 13 Os anjos perguntaram:
— Mulher, por que você está chorando?
Ela respondeu:
— Levaram embora o meu Senhor, e eu não sei onde o puseram!
14 Depois de dizer isso, ela virou para trás e viu Jesus ali de pé, mas não o reconheceu. 15 Então Jesus perguntou:
— Mulher, por que você está chorando? Quem é que você está procurando?
Ela pensou que ele era o jardineiro e por isso respondeu:
— Se o senhor o tirou daqui, diga onde o colocou, e eu irei buscá-lo.
16 — Maria! — disse Jesus.
Ela virou e respondeu em hebraico:
“Rabôni!” (Esta palavra quer dizer “Mestre”.)
17 Jesus disse:
— Não me segure, pois ainda não subi para o meu Pai. Vá se encontrar com os meus irmãos e diga a eles que eu vou subir para aquele que é o meu Pai e o Pai deles, o meu Deus e o Deus deles.
18 Então Maria Madalena foi e disse aos discípulos de Jesus:
— Eu vi o Senhor!
E contou o que Jesus lhe tinha dito.
Jesus aparece aos discípulos
19 Naquele mesmo domingo, à tarde, os discípulos de Jesus estavam reunidos de portas trancadas, com medo dos líderes judeus. Então Jesus chegou, ficou no meio deles e disse:
— Que a paz esteja com vocês!
20 Em seguida lhes mostrou as suas mãos e o seu lado. E eles ficaram muito alegres ao verem o Senhor. 21 Então Jesus disse de novo:
— Que a paz esteja com vocês! Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.
22 Depois soprou sobre eles e disse:
— Recebam o Espírito Santo. 23 Se vocês perdoarem os pecados de alguém, esses pecados são perdoados; mas, se não perdoarem, eles não são perdoados.
Jesus e Tomé
24 Acontece que Tomé, um dos discípulos, que era chamado de “o Gêmeo”, não estava com eles quando Jesus chegou. 25 Então os outros discípulos disseram a Tomé:
— Nós vimos o Senhor!
Ele respondeu:
— Se eu não vir o sinal dos pregos nas mãos dele, e não tocar ali com o meu dedo, e também se não puser a minha mão no lado dele, não vou crer!
26 Uma semana depois, os discípulos de Jesus estavam outra vez reunidos ali com as portas trancadas, e Tomé estava com eles. Jesus chegou, ficou no meio deles e disse:
— Que a paz esteja com vocês!
27 Em seguida disse a Tomé:
— Veja as minhas mãos e ponha o seu dedo nelas. Estenda a mão e ponha no meu lado. Pare de duvidar e creia!
28 Então Tomé exclamou:
— Meu Senhor e meu Deus!
29— Você creu porque me viu? — disse Jesus. — Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!
A finalidade deste Evangelho
30 Jesus fez diante dos discípulos muitos outros milagres que não estão escritos neste livro. 31 Mas estes foram escritos para que vocês creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus. E para que, crendo, tenham vida por meio dele.

domingo, 5 de julho de 2015

Eu sinto...

Através de uma tela de monitor...
Sinto o teu olhar... 
O teu olhar profundo... calmo.... 
Sinto o teu toque....
Um toque suave... quente...
Sinto o teu carinho...
Carinho que me envolve, me faz criança....
Sinto o teu desejo... ardente...
Desejo que me sucumbe...  e me faz mulher...
Atraves de uma tela de monitor...
Fria.....

Rosa Soares

É Loucura...

É loucura odiar todas as rosas porque uma te espetou.
Entregar todos os teus sonhos porque um deles não se realizou,
Perder a fé em todas as orações porque em uma não foi atendido, 
Desistir de todos os esforços porque um deles fracassou.
É loucura condenar todas as amizades porque uma te traiu,
Descrer de todo amor porque um deles te foi infiel. 
É loucura jogar fora todas as chances de ser feliz porque uma tentativa não deu certo.
Espero que na tua caminhada não cometas estas loucuras. 
Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força.
Para todo fim um recomeço!

Antoine de Saint-Exupéry

Povo me, escute o meu ensino...

1 Meu povo, escute o meu ensino e preste atenção no que estou dizendo!
2 Pois falarei com vocês por meio de provérbios e explicarei os segredos do passado.
3 São coisas que ouvimos e aprendemos, coisas que os nossos antepassados nos contaram.
4 Não as esconderemos dos nossos filhos, mas falaremos aos nossos descendentes a respeito do poder de Deus, o Senhor, dos seus feitos poderosos e das coisas maravilhosas que ele fez.
5 O Senhor deu leis ao povo de Israel e mandamentos aos descendentes de Jacó. Ordenou aos nossos antepassados que ensinassem essas leis aos seus filhos 6 para que os seus descendentes as  aprendessem, e eles, por sua vez, as ensinassem aos seus filhos.
7 Assim eles também porão a sua confiança em Deus; não esquecerão o que ele fez e obedecerão sempre aos seus mandamentos. 8 Eles não serão como os seus antepassados, um povo rebelde e desobediente, que nunca foi firme na sua confiança em Deus e não permaneceu fiel a ele.
9 Os homens da tribo de Efraim, armados com arcos e flechas, fugiram no dia da batalha.
10 Os israelitas não cumpriram a aliança que Deus havia feito com eles e não quiseram obedecer à sua lei. 11 Esqueceram os milagres que ele havia feito na presença deles.
12 Diante dos seus antepassados, Deus realizou milagres na planície de Zoã, na terra do Egito. 13 Ele dividiu o mar e levou os israelitas pelo meio dele; ele fez com que as águas se levantassem como muralhas. 14 Durante o dia, ele os guiava com uma nuvem e de noite os conduzia por meio de um clarão de fogo. 15 Ele partiu rochas no deserto e das profundezas da terra tirou muita água para o povo beber. 16 Fez com que nascessem fontes na rocha e que água corresse como um rio. 17 Mas os nossos antepassados continuaram a pecar contra Deus; eles se revoltaram no deserto contra o Altíssimo.
18 De propósito, puseram Deus à prova, pedindo a comida que queriam. 19 Falaram contra ele, dizendo: “Será que Deus pode nos dar comida no deserto? 20 É verdade que ele partiu a rocha e que a água começou a correr como um rio. Mas será que ele pode nos dar pão? Será que pode fornecer carne para o seu povo?” 21 Quando o Senhor Deus ouviu isso, ficou furioso. Ele atacou o seu povo com fogo, e a sua ira contra eles aumentou 22 porque não confiaram nele e não acreditaram que ele os poderia salvar.
23 Porém Deus deu ordem ao céu lá em cima e mandou que as suas portas se abrissem.
24 Ele deu ao povo pão do céu, fazendo com que caísse o maná para eles comerem, 25 e assim comeram o pão dos anjos. Deus lhes deu comida com fartura.
26 Depois ele fez soprar do céu o vento leste e pelo seu poder agitou o vento sul. 27 Sobre o povo fez cair tantas aves, que pareciam nuvens de pó ou os grãos de areia de uma praia. 28 As aves caíam no meio do acampamento, em volta das barracas.
29 Então os israelitas comeram e ficaram satisfeitos, pois Deus lhes deu o que eles queriam.
30 Mas, enquanto estavam comendo, antes mesmo de ficarem satisfeitos, 31 Deus ficou irado com eles e matou os homens mais fortes, os melhores jovens de Israel.
32 Mesmo depois desses milagres, o povo ainda continuou a pecar e não quis acreditar em Deus. 33 Por isso ele os destruiu como se a vida deles fosse um sopro, como um desastre que acontece de repente. 34 Porém, quando Deus matava alguns, os que ficavam vivos voltavam para ele; eles se arrependiam e oravam com sinceridade a ele. 
35 Eles lembravam que Deus era a sua rocha, lembravam que o Altíssimo era o seu Salvador.
36 Mas todas as palavras deles eram mentiras, tudo o que diziam era apenas para enganar. 
37 O coração deles não era sincero para com Deus, e não foram fiéis à aliança que Deus havia feito com eles. 38 Porém Deus teve misericórdia do seu povo. Ele não os destruiu, mas perdoou os seus pecados. Muitas vezes parou com a sua ira e não se deixou levar pelo seu furor. 39 Lembrou que eles eram mortais, eram como um vento que passa e não volta mais.
40 Quantas vezes se revoltaram contra Deus no deserto! Quantas vezes o fizeram ficar triste!
41 Repetidas vezes o puseram à prova e entristeceram o Santo Deus de Israel.
42 Eles esqueceram o seu grande poder e o dia em que ele os tinha salvado dos seus inimigos. 43 Esqueceram as coisas maravilhosas e os milagres que ele havia feito na planície de Zoã, na terra do Egito. 44 Ali ele fez com que os rios virassem sangue, e assim os egípcios ficaram sem água para beber. 45 Mandou moscas para os atormentarem e rãs, que estragaram os seus campos. 46 Também mandou gafanhotos para comerem as suas colheitas e destruírem as suas plantações. 47 Com chuvas de pedras destruiu as suas videiras e com geada, as suas figueiras. 48 O seu gado e as suas ovelhas também morreram por causa das chuvas de pedra e dos raios. 49 Ele os destruiu com o fogo da sua ira e com o seu grande furor e a sua maldição, que vieram como mensageiros da morte. 50 Ele não parou com a sua ira, nem deixou que eles vivessem, mas os matou com uma praga. 51 Em cada casa, na terra do Egito, Deus matou o filho mais velho. 52 Depois, como pastor, Deus conduziu o povo de Israel para fora do Egito e o guiou pelo deserto. 53 Ele os guiou com segurança, e eles não tiveram medo; mas os seus inimigos foram cobertos pelo mar.
54 Deus levou os israelitas para a terra santa dele, para as montanhas que ele mesmo conquistou. 55 Ele expulsou os moradores daquelas terras enquanto o seu povo avançava. Repartiu as terras entre as tribos de Israel e deixou que os israelitas morassem nas casas dos seus antigos moradores. 56 Mas os israelitas se revoltaram contra o Deus Altíssimo e o puseram à prova. Não obedeceram aos seus mandamentos 57 e foram desleais e rebeldes como os seus pais, traiçoeiros como flechas tiradas com um arco defeituoso.
58 Eles o irritaram com os seus altares pagãos e, com os seus ídolos, fizeram com que ele ficasse enciumado. 59 Quando Deus viu isso, ficou irado e rejeitou completamente o seu povo. 60 Ele abandonou a sua Tenda Sagrada, que estava em Siló, a casa onde ele havia morado entre os seres humanos. 61 Deus deixou que os inimigos tomassem a arca da aliança, que representava o seu poder e a sua glória. 62 Ele ficou irado com o seu próprio povo e deixou que eles fossem mortos pelos inimigos. 63 Os jovens foram mortos na guerra, e as moças não tinham com quem casar. 64 Os sacerdotes foram mortos à espada, e as suas viúvas foram proibidas de chorar por eles. 65 Então o Senhor acordou como de um sono e gritou como um homem valente, embriagado pelo vinho. 66 Ele fez com que os seus inimigos fugissem derrotados e envergonhados para sempre. 67 Ele rejeitou os descendentes de José, não escolheu a tribo de Efraim. 68 Pelo contrário, escolheu a tribo de Judá, o monte Sião, que ele tanto ama. 69 Ele construiu o seu Templo parecido com a sua casa no céu e o fez firme como a terra, que está segura para sempre. 70 Então Deus escolheu o seu servo Davi; ele o tirou do curral de ovelhas 71 quando ainda pastoreava o rebanho. Ele o pôs como rei de Israel, como pastor do povo de Deus. 72 Davi cuidou deles com dedicação e os dirigiu com sabedoria.