quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Me encantas ...


Me encantas ...
Tua simplicidade...
Tua humildade...
Me encantas...
Como colocas a vida em um papel...
Como falas de amor...  sem vulgarizar... sem banalizar... ressaltando o verdadeiro significado  do mesmo...
Me encantas...
No meio de uma multidão correndo atrás do nada...
Tu traz em teus versos um tudo...
Traz em tua alma a esperança que ainda vale a pena...
Me encanta...
No meu vazio... ainda consigo enxergar...
Por isso e por tudo que as minhas limitadas palavras podem explicar...
Tu ainda consegues me encantar....

Rosa Soares

Planeta solitário...

Muitos se rendem a ideia de poder"Tudo"...
E há alguns que simplesmente se convencem de sorte!
Acreditam quê são planetas e tudo gira a sua volta...
Meu caro, o único irrefutável se chama "Morte!"

A vaidade das glórias "Cega"...
O amor pede mais que flores, pede entrega!
Na verdade no amor não há ódio , em contrapartida,
há exata, "Justiça sob medida"...

(Não se dê ao luxo de ser amado, e viver como se dele não precisasse)
A um amor dedicado, será inevitável negar-lhe , justiça ...
Seria bom que ao amor se acostumasse...
E lhe retribuísses suas conquistas!

Amor que não e amado?
Espera e não e  esperado !
Se entrega, e não e notado!
O amor para se ver justo, "altera cursos modifica estradas!"

(Amor também protege seu portador!) 

Agora planeta livre o quê haverás de fazer quando o amor te faltar?
Vagarás pelo universo?
E a todas as estrelas a sua volta desejarás?
Eu tenho muito a lhe dizer, através destes versos....
Sem um simples e verdadeiro Amor, breve mui breve, " Solidão te ofuscará!"

Planeta solitário...


Lourisvaldo Lopes da Silva

Me Dá Poder de Filho


Hoje eu vou, fechar os meus olhos
E entregar, minha vida no teu altar
Vou renascer pra sempre
Vou ressuscitar pro meu senhor
Eeeiiêê
Se esse é o preço que eu tenho que pagar
Pode me provar pra eu ser aprovado
Sei que vim do pó e de um sopro de vida
Então me faz pequeno, pro senhor crescer em mim
Se quiser levar tudo o que eu tenho
Pode levar, não veio de tuas mãos
Mas deixe-me apenas com o meu coração
Porque foi aonde você pôs a mão
E me curou, e me curou
Me dá poder de filho
Porque está na hora de eu andar sobre as águas
Me dá o poder de filho
Porque está na hora de eu viver a multiplicação
Me dá o poder de filho
Porque eu necessito da tua cura
Me dá o poder de filho
E faz descer sobre mim a virtude do altíssimo

Ó Senhor Deus, como eu te amo!

1 Ó Senhor Deus, como eu te amo!
Tu és a minha força. 
2 O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador.
O meu Deus é uma rocha em que me escondo. Ele me protege como um escudo; ele é o meu abrigo, e com ele estou seguro.
3 Eu clamo a Deus, pedindo ajuda, e ele me salva dos meus inimigos.
Louvem a Deus, o Senhor!
4 Estive cercado de perigos de morte, e ondas de destruição rolaram sobre mim.
5 A morte me amarrou com as suas cordas, e a sepultura armou a sua armadilha para me pegar.
6 No meu desespero, eu clamei ao Senhor e pedi que ele me ajudasse. Do seu templo no céu o Senhor ouviu a minha voz, ele escutou o meu grito de socorro.
7 Então a terra tremeu e se abalou, e as bases dos montes balançaram e tremeram porque Deus estava irado.
8 Do seu nariz saiu fumaça, e da sua boca saíram brasas e fogo devorador.
9 Ele abriu o céu e desceu com uma nuvem escura debaixo dos pés.
10 Voou nas costas de um querubim e viajou rápido nas asas do vento.
11 Ele se cobriu de escuridão; nuvens grossas, cheias de água, estavam ao seu redor.
12 Brasas e chuva de pedra saíram dos relâmpagos que estavam diante dele e atravessaram as nuvens escuras.
13 Então o Senhor trovejou do céu; o Altíssimo fez ouvir a sua voz.
14 Ele atirou as suas flechas e espalhou os seus inimigos; com o clarão dos seus relâmpagos ele os fez fugir.
15 Quando tu, ó Senhor Deus, repreendeste os teus inimigos e, furioso, trovejaste contra eles, o fundo do mar apareceu, e os alicerces da terra ficaram descobertos.
16 Lá do alto, o Senhor me estendeu a mão e me segurou; ele me tirou do mar profundo.
17 O Senhor me livrou dos meus poderosos inimigos, daqueles que me odiavam.
E todos eles eram fortes demais para mim.
18 Quando eu estava em dificuldade, eles me atacaram; porém o Senhor me protegeu, 19 me livrou do perigo e me salvou porque me ama.
20 O Senhor Deus me recompensa porque sou honesto; ele me abençoa porque sou inocente.
21 Eu tenho feito a vontade do Senhor e nunca cometi o pecado de abandonar o meu Deus.
22 Eu tenho cumprido todas as suas leis e não tenho desobedecido aos seus mandamentos.
23 O Senhor sabe que não cometi nenhuma falta e que tenho ficado longe do mal.
24 Assim ele me recompensa porque sou honesto e porque sabe que não sou culpado
de nada.
25 Tu, ó Senhor Deus, és fiel com os que são fiéis a ti e correto com aqueles que são corretos.
26 Tu és puro para os que são puros, mas és inimigo dos que são maus. 
27 Tu salvas os humildes, mas humilhas os orgulhosos.
28 Tu, ó Senhor, me iluminas; tu, meu Deus, acabas com a minha escuridão.
29 Tu me dás força para atacar os meus inimigos e poder para vencer as suas defesas.
30 Este Deus faz tudo perfeito e cumpre o que promete. 
Ele é como um escudo para os que procuram a sua proteção.
31 O Senhor é o único Deus; somente Deus é a nossa rocha. 
32 Ele é o Deus que me dá forças e me protege aonde quer que eu vá.
33 Ele não me deixa tropeçar e me põe a salvo nas montanhas.
34 Ele me treina para a batalha para que eu possa usar os arcos mais fortes.
35 Tu, ó Senhor Deus, me deste o escudo que salva a minha vida. 
O teu cuidado me tem feito prosperar, e o teu poder me tem sustentado.
36 Tu não tens deixado que os meus inimigos me peguem, e eu não caí nenhuma vez.
37 Persigo esses inimigos e os pego de surpresa; não paro até acabar com eles.
38 Eu os esmago, e eles não podem se levantar; eles caem derrotados aos meus pés.
39 Tu me dás força para a batalha e fazes com que eu derrote os meus inimigos.
40 Tu fazes com que eles fujam de mim, e eu destruo os que me odeiam.
41 Eles gritam pedindo socorro, mas não há ninguém para salvá-los.
Chamam o Senhor Deus, mas ele não responde.
42 Eu os esmago, e eles viram pó, o pó que o vento leva.
Eu os piso como se fossem a lama das ruas.
43 Tu me livras de revoluções no meio do povo e me colocas como rei das nações.
Povos que eu não conhecia são agora meus escravos. 
44 Estrangeiros se curvam diante de mim e me obedecem quando dou ordens.
45 Eles perdem a coragem e saem tremendo das suas fortalezas.
46 O Senhor vive.
Louvem aquele que é a minha rocha, anunciem a grandeza do Deus que salva a minha vida.
47 Ele me vinga dos meus inimigos, põe os povos debaixo do meu poder 48 e me livra dos meus adversários.
Tu, ó Senhor Deus, fazes com que eu vença os meus inimigos e me proteges dos homens violentos.
49 Por isso eu te louvo entre os pagãos; a ti eu canto hinos de louvor.
50 Deus dá grandes vitórias ao seu rei e mostra o seu amor a quem ele escolheu — a Davi e aos seus descendentes, para sempre.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"Reino das conchinhas"...

Existe um lugar mágico e envolvente onde dois se tornam um...
Ali a privacidade dos afetos, protegem de guerras passadas seus habitantes! 
Dois seres envoltos em uma mesma sede, reconhecem "Temos tudo em comum"...
Um aconchego a meia lua" Paira sobre o céu dos  amantes!"

Impossível atingir a inércia neste lugar, sem que se atenda aos desejos...
Uma vontade única, apenas uma! Prevalecerá ali!
Ela surgira  despertando as flores, a convite dos ensejos"...
Dos efeitos naturais do "reino das conchinhas" não há como fugir!

"Um anelo" pouco a pouco ,vai se descobrindo,e sendo Descobertos!
 E os instintos desejantes  "Outrora distante" brotam em corpos ,perplexos...
"Por direito " ambos tomam posse do que e seu,
"Legítimos confessos Rei e Rainha cara a cara".. 
"E seus domínios se estendem dias após dias,
descobertas novas ,dessas ambições não se fartam ,e jamais param !

Já estou escutando, a lua cochichando malícias baixinhas...
Este mundo aqui fora já sopram seus frios, "Eu vou enfrentar este mar bravio!"
Tá chegando a hora, esperada e e pra lá que eu vou! ???  "O reino das Conchinhas!"
A magia está ali! Acobertada, encolhida, a me lançar seus desafios,
 e me entrego de modo gentil... 
"Esse Reino e  o meu, e aquela ali  e a Minha Rainha! "

                             Bem vindo ao " Reino das Conchinhas"...   

Lourisvaldo Lopes da Silva 
Fonte: Sementeslançadas....

Mademoiselle "Permita-me..."

Dirigir-te-ei minha agradabilidade? 
Resultado da esmera beleza , que despertas a minha admiração por ti!
Como podes continuamente surpreender-me?
Como se não bastasse a ultima lembrança tua, da qual "Bela" já eras invicta!

Mademoiselle Permita-me:   

Te comparar com as flores brilhantes que cingem a lua no céu!
Ou as estrelas que nasceram em jardins de tão belas...
Uma noiva prometida e desejada, cobiçado segredo ,me vejo perdido embriagado ao léu!
 Dentre todas,"És tu minha preferida" a mais singela!

Mademoiselle, ser-lhe-ei indiscreto ao confessar-te, " Não consigo imaginar-te mais bela!"
Devo admitir certamente serei surpreendido!
Como estou agora, deslumbrado, reconhecendo minha tola limitação ao vê-la! 
Permita-me este doce encanto tão atrativo!

Formosa aos olhos, e cobiçada ao coração...
Cortejar-te-ei com sinceros atributos almejando sempre teu regresso...
São os mínimos plausíveis de minha gratidão!
Mademoiselle "Permita-me",  dedicar-te estes versos!

Lourisvaldo Lopes da Silva


Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre.

1 O rei Dario resolveu dividir o país em cento e vinte províncias e escolher cento e vinte homens para governá-las. 2 A fim de que tudo corresse bem, e não houvesse prejuízo, o rei nomeou três ministros para controlarem os cento e vinte governadores. Um desses ministros era Daniel, 3 e ele mostrou logo que era mais competente do que os outros ministros e governadores. Ele tinha tanta capacidade, que o rei pensou em colocá-lo como a mais alta autoridade do reino. 4 Aí os outros ministros e os governadores procuraram achar um motivo para acusar Daniel de ser mau administrador, mas não encontraram. Daniel era honesto e direito, e ninguém podia acusá-lo de ter feito qualquer coisa errada. 5 Então eles disseram uns aos outros:
— Nunca encontraremos motivo para acusar Daniel, a não ser que seja alguma coisa que tenha a ver com a religião dele.
6 Então foram todos juntos falar com o rei e disseram:
— Que o rei Dario viva para sempre! 7 Todos nós que ocupamos posições de autoridade no reino, isto é, os ministros, os governadores, os prefeitos e as outras autoridades, nos reunimos e concordamos em pedir ao senhor que dê uma ordem que não poderá ser desobedecida. Ordene que durante trinta dias todos façam os seus pedidos somente ao senhor. Se durante esse tempo alguém fizer um pedido a qualquer deus ou a qualquer outro homem, essa pessoa será jogada na cova dos leões. 8 Portanto, ó rei, dê a ordem e a assine, a fim de que não possa ser anulada. De acordo com a lei dos medos e dos persas, essa ordem não poderá ser anulada.
9 O rei concordou; assinou a ordem e mandou que fosse publicada.
10 Quando Daniel soube que o rei tinha assinado a ordem, voltou para casa. No andar de cima havia um quarto com janelas que davam para Jerusalém. Daniel abriu as janelas, ajoelhou-se e orou, dando graças ao seu Deus. Ele costumava fazer isso três vezes por dia.
11 Os inimigos de Daniel foram juntos até a casa dele e o encontraram orando ao seu Deus. 12 Então foram procurar o rei a fim de falar com ele a respeito da ordem. Eles disseram:
— Ó rei, o senhor assinou uma ordem que proíbe que durante trinta dias se façam pedidos a qualquer deus ou a qualquer outro homem, a não ser ao senhor. E a ordem diz também que quem desobedecer será jogado na cova dos leões. Não é verdade?
O rei respondeu:
— É verdade, e a ordem deve ser obedecida. De acordo com a lei dos medos e dos persas, ela não pode ser anulada.
13 Aí eles disseram ao rei:
— Mas Daniel, um dos prisioneiros que vieram da terra de Judá, não respeita o senhor, nem se importa com a ordem, pois ora ao Deus dele três vezes por dia.
14 Ao ouvir isso, o rei ficou muito triste e resolveu salvar Daniel. Até o pôr do sol daquele dia, ele fez tudo o que pôde para salvá-lo. 15 Os inimigos de Daniel foram falar de novo com o rei e disseram:
— O senhor sabe muito bem que, de acordo com a lei dos medos e dos persas, nenhuma ordem ou lei assinada pelo rei pode ser anulada.
16 Então o rei mandou que trouxessem Daniel e o jogassem na cova dos leões. E o rei disse a Daniel:
— Espero que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, o salve.
17 Trouxeram uma pedra e com ela taparam a boca da cova. O rei selou a pedra com o seu próprio anel e com o anel das altas autoridades do reino, para que, mesmo no caso de Daniel, a lei fosse cumprida ao pé da letra. 18 O rei voltou para o palácio, mas não comeu nada, nem se divertiu como de costume. E naquela noite não pôde dormir.
19 De manhã, cedinho, ele se levantou e foi depressa até a cova dos leões. 20 Ali, com voz muito triste, ele disse:
— Daniel, servo do Deus vivo! Será que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, conseguiu salvá-lo dos leões?
21 Daniel respondeu:
— Que o rei viva para sempre! 22 O meu Deus mandou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Deus sabe que não fiz nada contra ele. E também não cometi nenhum crime contra o senhor.
23 O rei, muito alegre, mandou que tirassem Daniel da cova. Assim ele foi tirado, e viram que nenhum mal havia acontecido com ele, pois havia confiado em Deus. 24 Em seguida, o rei mandou que trouxessem os homens que tinham acusado Daniel. Todos eles, junto com as suas mulheres e os seus filhos, foram jogados na cova. E, antes mesmo de chegarem ao fundo, os leões os atacaram e os despedaçaram.
25 Então o rei Dario escreveu uma carta para os povos de todas as nações, raças e línguas do mundo. A carta dizia o seguinte:
“Felicidade e paz para todos! 26 Eu ordeno que todas as pessoas do meu reino respeitem e honrem o Deus que Daniel adora.
Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre.
O seu reino nunca será destruído; o seu poder nunca terá fim.
27 Ele socorre e salva; no céu e na terra, ele faz milagres e maravilhas.
Foi ele quem salvou Daniel, livrando-o das garras dos leões.”
28 E Daniel continuou a ser uma alta autoridade no governo durante o reinado de Dario e depois durante o reinado de Ciro, da Pérsia.