sexta-feira, 20 de junho de 2014

She Made Me Cry - Pholhas

She Made Me Cry
Let me tell, my whole story
I had some time ago
She was a pretty little girl
She was my wife, I was so glad

My happiness finished so fast, my
She broke my heart and told me
She didn't love me no more
Then today I am alone

I spend my time, spend my time
Sweeping the floor
The dust goes my mind flies
The time goes by and I know

I'll find another girl
But I still remember
She made me cry!

Ela me fez chorar
Deixe-me contar, minha história inteira
Que eu tive há um tempo atrás
Era uma pequena e linda menina
Era minha esposa, eu estava tão feliz

Minha felicidade acabou tão rápido
Ela partiu meu coração e me disse
Que não me amava mais
Então hoje eu estou sozinho

Eu gasto meu tempo, gasto meu tempo
Varrendo o assoalho
A poeira passa, minha mente voa
O tempo passa e eu sei

Eu encontrarei uma outra garota
Mas eu ainda me lembro que
Ela me fez chorar!

Encarando a própria sombra


Acredito que muitas vezes é justamente naquilo que tentamos combater, nas sombras que queremos apagar, nas contradições que nos esforçamos para esconder, onde estão nossas maiores oportunidades.

Paradoxo.

Não é fugindo da sombra, mas encarando-a que encontrarei minha luz. Ser espiritual é antes de tudo ser humano. Ser humano é aceitar suas fraquezas e reconhecer limites e falhas. É saber que não há iluminação que me tornará blindado ao que sou essencialmente enquanto for espírito vivendo em um corpo, eterno diante do finito, imortal exposto aos dissabores da morte.
Somos assim e é nisso que reside nossa beleza.
Jamais seremos perfeitos, mas podemos assumir nossas imperfeições e, apesar dela, refletirmos como vagalumezinhos que brilham despretensiosamente.
Saiba de uma coisa: você não é iluminado. Eu também não, nem o mestre fulano de tal, nem o guru dos gurus, nem ninguém.
Somos humanos carregando nossa luz, tropeçando em nossas sombras, ajudando uns aos outros a crescerem juntos em consciência e amor.
Siga seu caminho com essa simplicidade, não queira aparentar o que nunca será, aceite-se, perdoe-se e tudo ficará claro. É assim que creio. É simples assim.

Flavio Siqueira

Sentido da Vida


Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita.
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida

Cora Coralina

quinta-feira, 19 de junho de 2014

How Can I Go On

How can I go on?
How can I go on this way

When all the salt is taken from the sea
I stand dethroned
I'm naked and I bleed
But when your finger points so savagely
Is anybody there to believe in me?
To hear my plea and take care of me?

How can I go on
From day to day
Who can make me strong in every way
Where can I be safe
Where can I belong
In this great big world of sadness
How can I forget
Those beautiful dreams that we shared
They're lost and they're no where to be found
How can I go on?

Sometimes I start to tremble in the dark
I cannot see
When people frighten me
I try to hide myself so far from the crowd
Is anybody there to comfort me
Precious Lord... hear my thee and take care of me

How can I go on
From day to day
Who can make me strong in every way
Where can I be safe
Where can I belong
In this great big world of sadness
How can I forget
Those beautiful dreams that we shared
They're lost and they're no where to be found

How can I go on?

Deixe-me caminhar ao seu lado



Não conheço suas dores
Mas sinto suas cicatrizes
O teu sorriso é lindo
Mas uma lágrima insiste em cair mesmo sorrindo
O teu olhar tem um brilho que me encanta
Mas no fundo ele é triste
O teu silencio me faz impotente
Por favor, deixe-me caminhar ao seu lado

(Autor Desconhecido)

Motivo



Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Irmão das coisas fugidias,
não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
no vento.
Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
- não sei, não sei. Não sei se fico
ou passo.
Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
- mais nada.

Cecília Meireles


quarta-feira, 18 de junho de 2014

Killing Me Softly


Strumming my pain with his fingers
Singing my life with his words
Killing me softly with his song
Killing me softly with his song
Telling my whole life with his words
Killing me softly, with his song

I heard he sang a good song
I heard he had a style
And so I came to see him, and listen for a while
And there he was, this young boy, a stranger to my eyes

Strumming my pain with his fingers
Singing my life with his words
Killing me softly with his song
Killing me softly with his song
Telling my whole life with his words
Killing me softly, with his song

I felt all flushed with fever, embarrassed by the crowd
I felt he found my letters
And read each one out loud
I prayed that he would finish, but he just kept right on

Strumming my pain with his fingers
Singing my life with his words
Killing me softly with his song
Killing me softly with his song
Telling my whole life with his words
Killing me softly, with his song

He sang as if he knew me
And all my dark despair
He kept on looking right through me
As if I wasn't there
And then he kept on singing, singing clear and strong

Strumming my pain with his fingers
Singing my life with his words
Killing me softly with his song
Killing me softly with his song
Telling my whole life with his words
Killing me softly, with his song
 
Matando-me Suavemente
Dedilhando minha dor com seus dedos
Cantando minha vida com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção
Matando-me suavemente com sua canção
Contando minha vida inteira com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção

Eu ouvi dizer que ele canta uma boa canção
Eu ouvi dizer que ele tinha um estilo
E então eu vim vê-lo e ouvir por um tempo
E lá estava ele, este jovem garoto, um estranho em meus olhos

Dedilhando minha dor com seus dedos
Cantando minha vida com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção
Matando-me suavemente com sua canção
Contando minha vida inteira com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção

Senti calafrios de febre, envergonhada pela multidão
Senti que ele encontrou minhas cartas
E leu cada uma em voz alta
Eu rezei para que terminasse, mas ele continuou

Dedilhando minha dor com seus dedos
Cantando minha vida com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção
Matando-me suavemente com sua canção
Contando minha vida inteira com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção

Ele cantou como se conhecesse a mim
E a todo meu desespero escuro
Ele continuou a olhar através de mim
Como se eu não estivesse lá
E então ele continuou cantando, cantando clara e fortemente

Dedilhando minha dor com seus dedos
Cantando minha vida com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção
Matando-me suavemente com sua canção
Contando minha vida inteira com suas palavras
Matando-me suavemente com sua canção