sexta-feira, 25 de julho de 2014
Quando penso em você...
Quando penso em você me sinto flutuar,
me sinto alcançar as nuvens,
tocar as estrelas, morar no céu...
Tento apenas superar
a imensa saudade que me arrasa o coração,
mas, que vem junto com as doces lembranças do teu ser.
Lembrando dos momentos
em que juntos nosso amor se conjugava
em uma só pessoa, nós ...
É através desse tal sentimento, a saudade,
que sobrevivo quando estou longe de você.
Ela é o alimento do amor que encontra-se distante...
A delicadeza de tuas palavras
contrasta com a imensidão do teu sentimento.
Meu ciúme se abranda com tuas juras
e promessas de amor eterno.
A longa distância apenas serve para unir o nosso amor.
A saudade serve para me dar
a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos...
E nesse momento de saudade,
quando penso em você,
quando tudo está machucando o meu coração
e acho que não tenho mais forças para continuar;
eis que surge tua doce presença,
com o esplendor de um anjo;
e me envolvendo como uma suave brisa aconchegante...
Tudo isso acontece porque amo e penso em você...
me sinto alcançar as nuvens,
tocar as estrelas, morar no céu...
Tento apenas superar
a imensa saudade que me arrasa o coração,
mas, que vem junto com as doces lembranças do teu ser.
Lembrando dos momentos
em que juntos nosso amor se conjugava
em uma só pessoa, nós ...
É através desse tal sentimento, a saudade,
que sobrevivo quando estou longe de você.
Ela é o alimento do amor que encontra-se distante...
A delicadeza de tuas palavras
contrasta com a imensidão do teu sentimento.
Meu ciúme se abranda com tuas juras
e promessas de amor eterno.
A longa distância apenas serve para unir o nosso amor.
A saudade serve para me dar
a absoluta certeza de que ficaremos para sempre unidos...
E nesse momento de saudade,
quando penso em você,
quando tudo está machucando o meu coração
e acho que não tenho mais forças para continuar;
eis que surge tua doce presença,
com o esplendor de um anjo;
e me envolvendo como uma suave brisa aconchegante...
Tudo isso acontece porque amo e penso em você...
William Shakespeare
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Cantinho do Flavio - Isso deve bastar
Ontem a noite um amigo revelou que desistirá de um trabalho bonito
porque cansou. Cansou pela dificuldade em fazer-se entender, pela dor de
socar ponta de faca e a frustração de enxugar gelo. Cansou de não ser
remunerado enquanto os que só pensam em dinheiro parecem prosperar.
Chega a hora em que “ser consciente” cansa, ele disse.
Acontece que o mundo é um sistema fechado. Preso em suas crenças,
valores, importâncias, conectadas umas as outras, criando uma roda
perfeitamente engrenada que tenta se manter premiando os que se adequam e
punindo os que criticam.
Por isso, o “ser consciente” seja como for, esteja aonde estiver,
falando a linguagem que melhor se expressa naquele momento, naquele
tempo da história, naquele específico ambiente, encontrará resistência.
Sempre.
Há um preço a pagar. Quem age por consciência, jamais se adequará, nem deve esperar pela aprovação da maioria.
A remuneração não se vincula ao que normalmente projetamos como
expectativas, nem mesmo as mais sinceras e ingênuas, como alimentar a
ideia de que um dia as pessoas entenderão. Talvez sejam poucos. Talvez
ninguém.
Não há garantias de prosperidade e sucesso exponencialmente proporcional ao tamanho da consciência. Há um preço a pagar.
Meu amigo estava triste, esperava que eu dissesse alguma coisa, mas eu não podia incentivá-lo. Não como ele esperava.
É por isso que tão poucos escolhem esse caminho, seja na área que for.
Diante de tantas expectativas que nos distraem, como dizer que nossa
melhor remuneração reside no fato de saber que está aonde deveria estar?
É prosseguir o caminho coerente com a morada de dentro, consolidando
fundamentos que ninguém vê, não dá dinheiro, não gera aplausos, não
chama atenção da mídia, não fará de você nenhuma personalidade
internacional. É preciso lembrar a si mesmo o valor de cada coisa e a
certeza de que nenhum mundo compensa a vacuidade interior, tão
alimentada pelas engrenagens que nos empurram.
Às vezes nos sentimos cansados, nosso sistema é feito para isso, mas
então é preciso recordar do que vale a pena, das miragens que jamais
substituiriam o valor da morada que cresce para dentro, reflete em meus
olhos, vaza em minha voz e se estende inevitavelmente em tudo o que sou,
transcende meu corpo finito e me projeta em outra esfera de compreensão
da vida. Sou o que creio, sou o que escolho, sou o que vivo e a
possibilidade de me manter coerente é a maior remuneração.
Medir-se pelo aparente sucesso de quem quer que seja só gerará
frustração. É necessário prosseguir o caminho ciente das dores das
desconstruções, conscientes de que nada se compara ao privilégio de
caminhar, e no caminho encontrar-se, e no encontro enxergar-se, e no
enxergar-se aquietar-se. É ser quem é e o que pode ser, suficientes,
pacificados. um pouco mais a cada dia. Isso deve bastar. Essa é nossa
remuneração.
Flavio Siqueira
Entendo cada palavra, cada frase...Em uma situação diferente e chegando ao mesmo resultado.... cansaço.
Difícil se fazer entender, transmitir a mensagem, mas com todas as decepções, frustrações, é impossível abrir mão do que acredito e defendo, a vida não me valeria a pena se assim eu fizesse, só me resta aquietar-me e esperar a dor passar... ela sempre passa...
Rosa Soares
Movidos pelo medo.
Eu falei sério, pare um pouco e pense.
O que pensou ?
Se você tiver filhos, provavelmente pensou neles. Talvez o marido, esposa, irmãos, pais…Tem aqueles que, quase incofessávelmente, pensaram no carro, apartamento, carreira.
Apesar de, em muitos casos, as prioridades coincidirem , nada é para os outros exatamente como é para você.
Mesmo que grande parte das pessoas compartilhem dos mesmos anseios, no fim das contas, eles servirão para preencher lacunas absolutamente específicas.
Se pudêssemos enxergar nossas dinâmicas interiores em uma tela de computador, veriamos que tudo o que está na superfície – e naturalmente visível- nada mais é do que o resultado de combinações do que se esconde nas profundezas.
Basicamente, é a soma de nossos medos que produz grande parte de nossas motivações.
Nos deixamos mover pelo medo.
O caminho entre esses dois polos – medo e motivação- é pavimentado a partir do significado que damos a cada coisa.
É você quem decide o quanto vale cada passo, recuo, baque, conquista, tragédia, traição, perda, decepção ou surpresa.
Cada um desses elementos, estão presentes na vida de todos.
Muda a intensidade, variam os tons, mas ninguém vive até a maturidade sem experimentar cada uma dessas circunstâncias e, de alguma maneira, ver seu caminho influenciado por elas.
Basta um pouco de atenção para que você perceba que acontecimentos iguais, causam impactos completamente diferentes entre as pessoas.
Isso porque, quem dá significado é você.
Para extrairmos o real valor de cada coisa, é preciso que o percuso entre o medo e a motivação seja iluminado pela luz do auto conhecimento.
Flavio Siqueira
quarta-feira, 23 de julho de 2014
E se não quisermos...
"E se não quisermos, não pudermos, não soubermos,
com palavras, nos dizer um pouco um para o outro,
senta ao meu lado assim mesmo.
Deixa os nossos olhos se encontrarem vez ou outra
até nascer aquele sorriso bom que acontece
quando a vida da gente se sente olhada com amor.
Senta apenas ao meu lado
e deixa o meu silêncio
Às vezes, a gente nem precisa mesmo de palavras."
conversar com o seu.
Ana Jácomo
terça-feira, 22 de julho de 2014
Nós, os forasteiros.
Você já teve a sensação de que não pertence a esse mundo ?
É quando a gente olha para o que a media acha bom e não consegue
enxergar a razão. Sabe quando é difícil achar graça do que faz a maioria
rir, bonito o que quase todos se impressionam e importante o que a
maioria valoriza ?
Você vê as pessoas hipnotizadas diante da TV, desesperadas atrás de dinheiro, trombando umas nas outras, em atrito, desgaste, stress, e nem sabem a razão.
Pais tratam filhos como fardos, filhos olham para os pais como empecilhos, políticos olham pessoas como lixo que vota, pessoas olham
políticos como salvadores da humanidade, religiosos vêm seus fiéis como
massa de manobra, fiéis veem religiosos como representantes de Deus na
Terra, enquanto a mensagem que ecoa de todos os lados é : “Tenha”
,”Aparente”,”Compre, compre , compre”.
Veja os livros mais vendidos. São sempre os “não sei quantos passos
para não sei o que lá”. “As não sei quantas receitas para ser feliz”,
“Você pode ser “o cara” se fizer isso ou aquilo” . E assim, perdidas, as
pessoas compram e compram e compram.
No meio disso tudo, gente sensível que não perdeu o olhar e, diante dessa loucura, sente como se não pertencesse a esse mundo.
Pois é. A verdade é que não pertence mesmo.
Existe uma diferença entre Terra e Mundo. A Terra é onde vivemos. O
planeta azul que gira em torno do Sol. O Mundo é o que criamos a partir
do nosso olhar.
Seu mundo só existe em você e se projeta em tudo aquilo que você vê. Só é possível discernir o mundo a partir de você mesmo.
E o que isso quer dizer?
Se você se sente fora de casa, se esse mundo não se parece em nada
com aquilo que existe aí dentro e a sensação é de constante desconforto,
saiba:
Ainda que não possamos eliminar esse sentimento por completo, temos
uma escolha. Essa escolha permite que, ainda que as coisas sejam como
são, você as interprete a partir de um novo olhar.
Esse olhar sabe como o mundo é, mas reconhece a necessidade de
temperá-lo com o que você faz de melhor. Seja uma palavra, uma ajuda, um
sorriso, o primeiro passo para uma reconciliação, um pequeno movimento
que ajude as pessoas a despertarem.
Você muda o mundo quando seu mundo muda em você.
É aí que as coisas acontecem de verdade. Ainda que tudo lá fora seja
uma loucura, é o bom olhar que projeta no caos o equilíbrio e permite
que nós, os “forasteiros”, façamos alguma diferença aqui.
O desafio é o equilíbrio entre o sentimento de não pertencer a esse
mundo com a necessidade de conviver com ele, suas contradições e
necessidades.
Mas isso fica para o próximo post.
Agora tenho que sair e escrever mais uma página do meu dia.
Até…
Flavio Siqueira
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