sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Quem é você?
Quem é você?
Que surgiu em minha vida,
Quando sumiu a esperança?
Que fez do meu lamento uma canção,
Do cambalear da minha tristeza e solidão,
Transformou em uma dança?
Quem é você?
Que viu meu coração despedaçado,
Juntou todos os pedaços e colou com teu amor?
Envolveu-me em teus braços,
E na bandagem deste amasso,
Sucumbiu a minha dor?
Me diz quem é você?
Que traduz meu sentimento,
Com apenas um olhar?
Que seqüestra os meus versos,
E num caminho tão inverso,
Faz o poeta se calar?
Quem é você?
Que me faz sentir tão vivo,
Ressuscitando o meu sonhar?
Me ensinou que no amor não há ofensa,
Estampou na minha alma a diferença,
Do gostar e do AMAR.
Quem é você?
Peço-te: - Revela-te a mim!
Não há porque se esconder.
És o meu Anjo, minha Vida
A esperança ressurgida,
A razão do meu viver.
Quem é você?
Luiz de Jesus
quinta-feira, 21 de agosto de 2014
Se tudo fosse fácil
Se tudo fosse fácil
Eu me jogaria em seus braços
Me afogaria nos seus beijos
Eu me entregaria de bandeja pra você
Se tudo fosse fácil
Mandaria a saudade embora
Estaria te odiando agora
Como se fosse fácil apagar você de mim
Saudade eu tenho toda hora
Que você me vem na memória
Eu penso 24 horas em você
Estou sem tempo pra te esquecer
Saudade eu tenho toda hora
Que você me vem na memória
Eu penso 24 horas em você
Estou sem tempo pra te esquecer
Mas se tiver que me deixar
Vai deixando devagar
Deixa eu me acostumar
Com a sua ausência.
Eu me jogaria em seus braços
Me afogaria nos seus beijos
Eu me entregaria de bandeja pra você
Se tudo fosse fácil
Mandaria a saudade embora
Estaria te odiando agora
Como se fosse fácil apagar você de mim
Saudade eu tenho toda hora
Que você me vem na memória
Eu penso 24 horas em você
Estou sem tempo pra te esquecer
Saudade eu tenho toda hora
Que você me vem na memória
Eu penso 24 horas em você
Estou sem tempo pra te esquecer
Mas se tiver que me deixar
Vai deixando devagar
Deixa eu me acostumar
Com a sua ausência.
Todo Guerreiro
...
Todo guerreiro já perdeu a fé no futuro.
Todo guerreiro já trilhou um caminho que não era dele.
Todo guerreiro já sofreu por bobagens.
...
Todo guerreiro já achou que não era guerreiro.
Todo guerreiro já falhou em suas obrigações.
Todo guerreiro já disse "SIM" quando queria dizer "NÃO".
Todo guerreiro já feriu alguém que amava.
Por isso é um guerreiro; porque passou por estes desafios, e não perdeu a esperança de ser melhor do que era.
Paulo Coelho
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Como parar de remoer o passado?
“…tenho lido muito sobre o poder da mente sobre nós, porém ninguém
fala COMO conseguir ter esse controle. Como aquietar a mente, como parar
de remoer o passado…”
Em nosso mundo tecnológico sentimos falta de botões on/off na vida.
Eles não existem. Não dá simplesmente para mudar uma chavinha e,
pronto, educar a mente, deixar de remoer o passado instantaneamente. Não
dá porque o aquietamento é fruto de um processo.
A boa notícia é que não precisa ser um processo demorado.
O que significa a palavra “remoer” ? É moer, e moer de novo, várias
vezes, partir de algo e voltar, sair e vir de novo: re-moer. Por que
fazemos isso? Porque nossa mente se alimenta do que reforça nosso ego.
Pense no “remoer” como o mastigar da mente. Ela come histórias do
passado, faz ilações com um futuro imaginário, cria conexões
inexistentes e mastiga, mastiga de novo, engole e come mais.
Enquanto isso você pensa que controla alguma coisa. Essa sensação é
uma ilusão criada por sua mente. Você percebe o processo? Vê como cria
fantasias, se apega a elas? Como precisa fixar-se em um passado morto
para imaginar um futuro falso? Perceba-se e veja como faz esses caminhos
o tempo todo.
Perceba-se.
Você me pergunta como ter esse controle. Insisto que não é um passe
de mágica, um botão on/off, mas é possível e tudo começa quando você
percebe esse processo. Tudo inicia no momento em que deixa de dar
desculpas e assume o quanto tem se iludido.
Dói assumir-se. Dói confessar-se como agente, não vítima. É você que
causa e alimenta esse fluxo. Uma vez que percebeu, entenda como um
processo natural da mente alimentado por você. Interrompa a alimentação
sem culpa. Descanse porque agora você viu.
O simples fato de projetar luz (consciência) sobre o que estava na
sombra é capaz de modificar um padrão. É o olhar do observador quem cria
a realidade. Não será instantâneo, sua mente tentará de várias
maneiras, insistirá, mas mantenha-se atenta e desvinculada desse padrão
mental.
Seja quem observa, não quem vive a remoer.
Logo ficará claro como esse tipo de pensamento é frágil e não se
sustenta se você simplesmente não alimentá-lo. Você perceberá que os
pensamentos perderão força na mesma proporção que deixar de
alimentá-los. Não dê comida a eles, não “remoa” observando o movimento
da mente, identifique as tentativas e resista. Sim, resista a elas e
elas morrerão. É preciso resistir.
Não existe prazo estipulado para isso, mas, acredite, consciência é
mais forte do que inconsciência, uma dá discernimento, outra loucura,
uma mostra como as coisas são, outra as mascara. Opte pela primeira e
descanse nela, sem culpa, sem prazos, sem inquietude. Quando menos
perceber terá feito a viagem e sairá do outro lado uma pessoa melhor.
Flavio Siqueira
Seja Você Mesmo
Dê sempre o melhor...
E o melhor virá.
Às vezes as pessoas são egocêntricas,
Ilógicas e insensatas...
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem
Acusá-lo de egoísta e interesseiro...
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns
Falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco,
As pessoas podem enganá-lo...
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir,
Alguém pode destruir de uma hora para outra...
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz,
As pessoas podem sentir inveja...
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje
Pode ser esquecido amanhã...
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você,
Mas isso pode nunca ser o bastante...
Dê o melhor assim mesmo.
E veja você que, no final das contas,
É entre você e Deus...
NUNCA SERÁ ENTRE VOCÊ E ELES!
E o melhor virá.
Às vezes as pessoas são egocêntricas,
Ilógicas e insensatas...
Perdoe-as assim mesmo.
Se você é gentil, as pessoas podem
Acusá-lo de egoísta e interesseiro...
Seja gentil assim mesmo.
Se você é um vencedor, terá alguns
Falsos amigos e alguns inimigos verdadeiros...
Vença assim mesmo.
Se você é honesto e franco,
As pessoas podem enganá-lo...
Seja honesto e franco assim mesmo.
O que você levou anos para construir,
Alguém pode destruir de uma hora para outra...
Construa assim mesmo.
Se você tem paz e é feliz,
As pessoas podem sentir inveja...
Seja feliz assim mesmo.
O bem que você faz hoje
Pode ser esquecido amanhã...
Faça o bem assim mesmo.
Dê ao mundo o melhor de você,
Mas isso pode nunca ser o bastante...
Dê o melhor assim mesmo.
E veja você que, no final das contas,
É entre você e Deus...
NUNCA SERÁ ENTRE VOCÊ E ELES!
Madre Tereza de Calcutá
terça-feira, 19 de agosto de 2014
Não me interessa...
Não me interessa o que você faz para ganhar a vida.
Quero saber o que você deseja ardentemente, se ousa sonhar em atender aquilo pelo qual seu coração anseia.
Não me interessa saber a sua idade.
Quero saber se você se arriscará a parecer um tolo por amor, por sonhos, pela aventura de estar vivo.
Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com a sua lua.
Quero saber se tocou o âmago de sua dor, se as traições da vida o abriram ou se você se tornou murcho e fechado por medo de mais dor!
Quero saber se pode suportar a dor, minha ou sua, sem procurar escondê-la, reprimi-la ou narcotizá-la. Quero saber se você pode aceitar alegria, minha ou sua; se pode dançar com abandono e deixar que o êxtase o domine até a ponta dos dedos das mãos ou dos pés, sem nos dizer para termos cautela, sermos realistas, ou nos lembrarmos das limitações de sermos humanos.
Não me interessa se a história que me conta é a verdade.
Quero saber se consegue desapontar outra pessoa para ser autêntico consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua alma. Quero saber se você pode ver beleza mesmo que ela não seja tão bonita todos os dias, e se pode buscar a origem de sua vida na presença de Deus. Quero saber se você pode viver com o fracasso, seu e meu, e ainda, à margem de um lago, gritar para a lua prateada: ‘Posso!’
Não me interessa onde você mora ou quanto dinheiro tem.
Quero saber se pode levantar-se após uma noite de sofrimento e desespero, cansado, ferido até os ossos, e fazer o que tem de ser feito pelos filhos.
Não me interessa saber quem você é e como veio parar até aqui.
Quero saber se você ficará comigo no centro do incêndio e não se acovardará.
Não me interessa saber onde, o quê, ou com quem você estudou.
Quero saber o que o sustenta a partir de dentro, quando tudo o mais desmorona.
Quero saber se consegue ficar sozinho consigo mesmo e se, realmente, gosta da companhia que tem nos momentos vazios.
Quero saber o que você deseja ardentemente, se ousa sonhar em atender aquilo pelo qual seu coração anseia.
Não me interessa saber a sua idade.
Quero saber se você se arriscará a parecer um tolo por amor, por sonhos, pela aventura de estar vivo.
Não me interessa saber que planetas estão em quadratura com a sua lua.
Quero saber se tocou o âmago de sua dor, se as traições da vida o abriram ou se você se tornou murcho e fechado por medo de mais dor!
Quero saber se pode suportar a dor, minha ou sua, sem procurar escondê-la, reprimi-la ou narcotizá-la. Quero saber se você pode aceitar alegria, minha ou sua; se pode dançar com abandono e deixar que o êxtase o domine até a ponta dos dedos das mãos ou dos pés, sem nos dizer para termos cautela, sermos realistas, ou nos lembrarmos das limitações de sermos humanos.
Não me interessa se a história que me conta é a verdade.
Quero saber se consegue desapontar outra pessoa para ser autêntico consigo mesmo, se pode suportar a acusação de traição e não trair a sua alma. Quero saber se você pode ver beleza mesmo que ela não seja tão bonita todos os dias, e se pode buscar a origem de sua vida na presença de Deus. Quero saber se você pode viver com o fracasso, seu e meu, e ainda, à margem de um lago, gritar para a lua prateada: ‘Posso!’
Não me interessa onde você mora ou quanto dinheiro tem.
Quero saber se pode levantar-se após uma noite de sofrimento e desespero, cansado, ferido até os ossos, e fazer o que tem de ser feito pelos filhos.
Não me interessa saber quem você é e como veio parar até aqui.
Quero saber se você ficará comigo no centro do incêndio e não se acovardará.
Não me interessa saber onde, o quê, ou com quem você estudou.
Quero saber o que o sustenta a partir de dentro, quando tudo o mais desmorona.
Quero saber se consegue ficar sozinho consigo mesmo e se, realmente, gosta da companhia que tem nos momentos vazios.
Desconhecido
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