terça-feira, 31 de março de 2015

SEGUIR EM FRENTE



Despedida é uma palavra que não deveria existir no dicionário de quem ama. É triste ter que dizer adeus as pessoas que marcam nossa história. Muito mais triste ainda é saber que nunca mais veremos este certo alguém.
A morte continua sendo uma grande interrogação. Não sabemos o que vem depois, mas sabemos que ela existe. Todo mundo já passou pela experiência de ter que se despedir para sempre de um amigo ou de um parente. A dor da partida é inexplicável. Parece que um pedaço de nós é “enterrado” com o falecido. Saber que “nunca” mais veremos esta pessoa enche nossa alma de um profundo desespero.
Quem quer morrer bem deve viver bem. Temos medo da morte e por isso vivemos “fugindo” dela, fingindo que ela não existe. Quem consegue encará-la de frente sabe superar qualquer perda porque entende a dinâmica da vida: por mais que nos esforcemos para não deixar este mundo, mais cedo ou mais tarde teremos que “experimentar” o descanso eterno. E quando este dia chegar, tomara que tenhamos do que nos orgulhar.

Paulo Franklin





Chegou o dia do seu castigo!

1 O Senhor Deus me deu a seguinte mensagem a respeito da Babilônia e do seu povo:
2 “Deem a notícia às nações! Avisem a todos! Deem o sinal e espalhem a novidade! Não deixem que ela fique em segredo! ‘A Babilônia caiu! O seu deus Bel-Marduque está desesperado! Os ídolos da Babilônia estão cobertos de vergonha, e as suas imagens nojentas estão cheias de medo!’ ”
3 — Um povo do Norte veio atacar a Babilônia, e ela vai virar um deserto. As pessoas e os animais fugirão, e ninguém mais viverá ali.
A volta de Israel
4 O Senhor Deus disse:— Quando esse tempo chegar, o povo de Israel e o povo de Judá voltarão chorando e procurarão a mim, o seu Deus. 5 Perguntarão onde é o caminho para Sião e vão seguir nessa direção. E vão dizer assim: “Vamos nos ligar com Deus, o Senhor, e fazer com ele uma aliança que durará para sempre.” 6— O meu povo é como ovelhas perdidas nas montanhas por culpa dos pastores. Como ovelhas, caminharam de montanha em montanha e esqueceram a sua casa. 7 Foram atacados por todos aqueles que os encontraram. Os seus inimigos dizem: “Eles pecaram contra Deus, e por isso o que fizemos não está errado. Eles deveriam ter ficado fiéis a Deus, o Senhor, como os seus antepassados ficaram.” 8 — Israelitas, fujam da Babilônia! Deixem o país! Sejam os primeiros a sair! 9 Pois levantarei no Norte um grupo de nações fortes e farei com que ataquem a Babilônia. Essas nações ficarão em linha de batalha para lutar contra a cidade e a conquistarão. Os seus soldados atiram flechas como bons caçadores que nunca erram o alvo. 10 Tirarão todas as riquezas da Babilônia e levarão embora tudo o que quiserem. Eu, o Senhor, estou falando.
A queda de Babilônia
11 O Senhor Deus diz:— Povo de Babilônia, vocês levaram todas as riquezas da minha nação. Vocês agora estão alegres e felizes, andando soltos como um bezerro no pasto ou rinchando como um cavalo bravo. 12 Mas a cidade de vocês ficará humilhada e muito envergonhada. A Babilônia será a nação menos importante de todas; ela vai virar um deserto seco, sem água. 13 Por causa da minha ira, Babilônia ficará arrasada, e ninguém viverá ali. Todos os que passarem por lá ficarão admirados e espantados, vendo o que aconteceu com a cidade. 14 — Flecheiros, fiquem em linha de batalha para lutar contra Babilônia e cerquem a cidade. Atirem todas as suas flechas contra ela, pois pecou contra mim, o Senhor. 15 Soltem o grito de guerra em volta da cidade toda! Agora, Babilônia se entregou. Abriram brechas nas suas muralhas e as derrubaram. Eu, o Senhor, estou me vingando dos babilônios. Vocês também se vinguem deles e os tratem como eles trataram os outros. 16 Não deixem que plantem, nem que façam colheitas na Babilônia. Todos os estrangeiros que vivem lá ficarão com medo do exército inimigo e voltarão para as suas pátrias.
A volta de Israel
17 O Senhor Deus diz:— O povo de Israel é como ovelhas que os leões caçam e espalham. Primeiro, os israelitas foram atacados pelo rei da Assíria, e depois o rei Nabucodonosor, da Babilônia, roeu os ossos deles. 18 Por isso, eu, o Senhor Todo-Poderoso, o Deus de Israel, castigarei o rei Nabucodonosor e a sua nação, do mesmo jeito que castiguei o rei da Assíria. 19 Levarei o povo de Israel de volta para a sua pátria. Eles vão se alimentar do que cresce no monte Carmelo e na região de Basã e comerão tudo o que quiserem do que dá nas terras de Efraim e Gileade. 20 Quando esse dia chegar, ninguém achará mais pecado em Israel nem maldade em Judá, pois perdoarei aqueles que eu deixar com vida. Eu, o Senhor, estou falando.
A condenação da Babilônia
21 O Senhor diz:— Ataquem o povo de Merataim e Pecode. Matem, acabem de uma vez com eles. Façam tudo o que estou mandando. 22 O barulho da batalha é ouvido no país, e há grande destruição. 23 A Babilônia quebrou o mundo a marretadas, e agora a marreta está quebrada em pedaços! Todas as nações estão espantadas, vendo o que aconteceu com a Babilônia. 24 Você, Babilônia, sem saber, caiu na armadilha que eu armei. Você foi apanhada e presa porque lutou contra mim. 25 Eu, o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, abri o lugar onde as minhas armas estão guardadas. Tirei as minhas armas para fora, pois estou irado e tenho um serviço a fazer na Babilônia. 26 Ataquem de todos os lados e arrebentem os depósitos de cereais! Amontoem as riquezas como se fossem montes de cereais! Destruam o país! Não deixem sobrar nada! 27 Matem todos os seus soldados! Acabem com eles! Coitado do povo da Babilônia! Chegou o dia do seu castigo! 28 Já posso ver os refugiados que escaparam da Babilônia chegando a Sião e contando como o Senhor, nosso Deus, se vingou daquilo que os babilônios fizeram contra o Templo dele. 29 — Digam aos flecheiros que ataquem Babilônia. Mandem para lá todos os que sabem usar o arco e a flecha. Cerquem a cidade e não deixem ninguém escapar. Que a Babilônia pague por tudo o que fez! Façam com ela o que ela fez com os outros, pois me tratou com orgulho a mim, o Santo Deus de Israel. 30 Por isso, os seus jovens serão mortos nas ruas, e todos os seus soldados serão destruídos naquele dia. Sou eu, o Senhor, quem está falando. 31— Babilônia, você está muito orgulhosa, e por isso eu, o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, estou contra você! Chegou a hora de castigá-la. 32 Você, nação orgulhosa, tropeçará e cairá, e ninguém a ajudará a se levantar. Eu porei fogo nas suas cidades, e tudo o que está em volta será destruído. 33 O Senhor Todo-Poderoso diz:— O povo de Israel e o povo de Judá estão sofrendo perseguição. Todos aqueles que os prenderam os estão vigiando de perto e não querem soltá-los. 34 Mas aquele que vai libertá-los é forte; o seu nome é Senhor, o Todo-Poderoso. Ele mesmo defenderá a causa deles e trará paz à terra; mas para o povo da Babilônia ele trará confusão.
35 O Senhor diz: “Morram a Babilônia! Morra o seu povo, as suas autoridades e os seus sábios!
36 Morram os seus adivinhos mentirosos e tolos! Morram os seus soldados, que estão apavorados!
37 Acabem com os seus cavalos e com os seus carros de guerra! Morram os soldados tão fracos que ela contratou! Destruam os tesouros dela! Peguem as suas riquezas e levem embora!
38 Virá uma seca à sua terra, e os seus rios secarão. A Babilônia é uma terra de ídolos medonhos, ídolos que têm feito o seu povo de bobo.”
39 — E assim feras do deserto, lobos e aves imundas morarão em Babilônia. Nunca mais viverá gente ali; o lugar ficará para sempre sem moradores. 40 Acontecerá com Babilônia o que aconteceu com Sodoma e Gomorra, que eu destruí junto com as cidades que ficavam ao seu redor. Nunca mais ninguém viverá lá. Sou eu, o Senhor, quem está falando.
41 “Um povo vem vindo de longe, de uma terra do Norte; uma forte nação e muitos reis estão se preparando para a guerra.
42 Estão armados com arcos e espadas. São cruéis e não têm piedade. Eles vêm montados em cavalos, fazendo o barulho do mar quando está bravo. Eles estão prontos para atacar a Babilônia.
43 O rei da Babilônia ouve as notícias, e os seus braços ficam moles. A aflição e a dor tomam conta dele como acontece com a mulher na hora do parto.”
44 — Assim como um leão sai da floresta na beira do rio Jordão e sobe até a terra de pastos verdes, assim eu, o Senhor Deus, virei e farei com que os babilônios fujam correndo da sua cidade. Então o chefe que eu escolher governará a nação. Quem pode se comparar comigo? Quem tem coragem de me desafiar? Que governador poderia me enfrentar? 45 Por isso, prestem atenção no plano que eu, o Senhor, fiz contra a cidade de Babilônia; escutem o que vou fazer com o seu povo. Até as suas crianças serão arrastadas, e os que ouvirem falar disso ficarão horrorizados. 46 Quando Babilônia cair, o barulho será tão grande, que a terra tremerá, e os gritos de pavor serão ouvidos pelas outras nações.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Eu não me incomodo com a minha dor, a dor do outro é que me incomoda...

[ME]
1 O povo diz: “Quem poderia crer naquilo que acabamos de ouvir? Quem diria que o Senhor estava agindo?
2 Pois o Senhor quis que o seu servo aparecesse como uma plantinha que brota e vai crescendo em terra seca. Ele não era bonito nem simpático, nem tinha nenhuma beleza que chamasse a nossa atenção ou que nos agradasse.
3 Ele foi rejeitado e desprezado por todos; ele suportou dores e sofrimentos sem fim. Era como alguém que não queremos ver; nós nem mesmo olhávamos para ele e o desprezávamos.
4 “No entanto, era o nosso sofrimento que ele estava carregando, era a nossa dor que ele estava suportando. E nós pensávamos que era por causa das suas próprias culpas que Deus o estava castigando, que Deus o estava maltratando e ferindo.
5 Porém ele estava sofrendo por causa dos nossos pecados, estava sendo castigado por causa das nossas maldades. Nós somos curados pelo castigo que ele sofreu, somos sarados pelos ferimentos que ele recebeu.
6 Todos nós éramos como ovelhas que se haviam perdido; cada um de nós seguia o seu próprio caminho. Mas o Senhor castigou o seu servo; fez com que ele sofresse o castigo que nós merecíamos.
7 “Ele foi maltratado, mas aguentou tudo humildemente e não disse uma só palavra. Ficou calado como um cordeiro que vai ser morto, como uma ovelha quando cortam a sua lã.
8 Foi preso, condenado e levado para ser morto, e ninguém se importou com o que ia acontecer com ele. Ele foi expulso do mundo dos vivos, foi morto por causa dos pecados do nosso povo.
9 Foi sepultado ao lado de criminosos, foi enterrado com os ricos, embora nunca tivesse cometido crime nenhum, nem tivesse dito uma só mentira.”
10 O Senhor Deus diz: “Eu quis maltratá-lo, quis fazê-lo sofrer. Ele ofereceu a sua vida como sacrifício para tirar pecados e por isso terá uma vida longa e verá os seus descendentes. Ele fará com que o meu plano dê certo.
11 Depois de tanto sofrimento, ele será feliz; por causa da sua dedicação, ele ficará completamente satisfeito. O meu servo não tem pecado, mas ele sofrerá o castigo que muitos merecem, e assim os pecados deles serão perdoados.
12 Por isso, eu lhe darei um lugar de honra; ele receberá a sua recompensa junto com os grandes e os poderosos. Pois ele deu a sua própria vida e foi tratado como se fosse um criminoso. Ele levou a culpa dos pecados de muitos e orou pedindo que eles fossem perdoados.”

domingo, 29 de março de 2015

Cicatrizes

Um homem não pinta a sua cara sem conhecer o ato... a platéia que fará rir.... ou chorar!


Rosa Soares

Algumas razões para te amar...

O homem ama não somente a beleza da mulher, mas o que ela tem de
mais imperfeito. Ama suas pernas, boca, cabelos, instintos e desejos,
mas amamos sua TPM, mau humor, “desejos” e sua ditadura domiciliar.
O homem ama os sonhos da mulher, suspiros e delírios. Ama cada
movimento, cada tormento que sua presença e ausência possam causar.
O homem pode amar cada passo da mulher, cada caminho que ela
escolher, cada destino que ela traçar... Ele seguirá. E se for pra se
perder, ele dispensará o sol, a bússola e, os mais modernos, o GPS. O
maior desejo do homem é perder-se
no universo da mulher. Isso não
tem nada a ver com questões de sexualidade. Perder-se
nesse universo é
descobrir os mistérios da criatura mais imperfeita e amada já criada.
Não que o homem queira desvendar tais segredos, esse ainda não é o
objetivo. Já ficaríamos satisfeitos em participar, minimamente, da esfera
que compõe os sonhos femininos.
O homem quando resolve amar uma mulher, ele não resolve... Ele se vê
em situação de xeque mate! A mulher ganhou! O homem que diz não
amar mulher alguma apenas mascara a sua verdade e o que é inevitável.
O homem pode amar várias mulheres ao longo da vida, mas uma vai tê-lo
sempre nas mãos. Não há como evitar ser dela. De alguma maneira
ela te fez chegar até ali, bem onde ela quis.
Eu cheguei onde você esperava que eu estivesse e se você ainda não me
viu, é porque eu me atrasei um pouco. Você foi ou será aquela que me
teve ou terá às mãos. Será a mais linda e cheia de segredos que vou
conhecer... A mais surpreendente quando eu achar que já me esqueceu e
a mais previsível quando necessitar de um abraço meu! E é por isso que
sempre direi que te amo, sem surpresa, sempre previsível... Bem
simples, Te amo!

Pedro Hermes
Enviado por Pedro Hermes em 04/12/2010

Feliz aquele que faz o que diz, e ama o que tem...

[ME]
Cuidado com as promessas
1 Tenha cuidado quando for ao Templo. Não ofereça o seu sacrifício como fazem os tolos, que nem sabem que não estão fazendo isso da maneira certa. Vá pronto para ouvir e obedecer a Deus. 2 Pense bem antes de falar e não faça a Deus nenhuma promessa apressada. Deus está no céu, e você, aqui na terra; portanto, fale pouco. 3 Quanto mais você se preocupar, mais pesadelos terá; e, quanto mais você falar, mais tolices dirá. 4 Assim, quando você fizer uma promessa a Deus, cumpra logo essa promessa. Ele não gosta de tolos; portanto, faça o que prometeu. 5 É melhor não prometer nada do que fazer uma promessa e não cumprir. 6 Não deixe que as suas próprias palavras o façam pecar. Assim, você não terá de dizer ao sacerdote que o que você queria dizer não era bem aquilo. Para que fazer Deus ficar irado com você? Por que deixar que ele destrua as coisas que você conseguiu com o seu trabalho? 7 Mesmo nos seus muitos sonhos, em todas as suas ilusões e em tudo o que disser, você deve temer a Deus.

As doze pedras comemorativas


1 Quando todo o povo de Israel acabou de atravessar o rio Jordão, o Senhor disse a Josué: 2 — Escolha doze homens, um de cada tribo, 3 e dê esta ordem: “Peguem doze pedras do meio do rio Jordão, do lugar onde os sacerdotes ficaram parados. Levem essas pedras e coloquem onde acamparem hoje à noite.” 4 Então Josué chamou os doze homens que havia escolhido 5 e disse:— Passem adiante da arca da aliança do Senhor, o Deus de vocês, e sigam até o meio do Jordão. Cada um ponha no ombro uma pedra, uma para cada tribo de Israel. 6 Essas pedras ajudarão o povo a lembrar daquilo que o Senhor tem feito. No futuro, quando os seus filhos perguntarem o que essas pedras querem dizer, 7 vocês contarão que as águas do Jordão pararam de correr no dia em que a arca da aliança atravessou o rio. Essas pedras farão com que o povo de Israel lembre sempre desse dia. 8 Os homens fizeram o que Josué mandou. Como o Senhor Deus tinha dito a Josué, eles pegaram do meio do rio Jordão doze pedras, uma para cada tribo de Israel, e as levaram e colocaram no acampamento. 9 Josué também pôs doze pedras no meio do Jordão, no lugar onde os sacerdotes que carregavam a arca haviam parado. Essas pedras ainda estão lá. 10 Os sacerdotes ficaram parados no meio do Jordão até que foi feito tudo o que o Senhor, por meio de Moisés, havia mandado Josué falar ao povo.Então o povo se apressou e atravessou o rio. 11 Quando todos já haviam passado, a arca da aliança e os sacerdotes também passaram e ficaram na frente do povo. 12 Os homens das tribos de Rúben, de Gade e de Manassés do Leste atravessaram antes do resto do povo, prontos para a batalha, conforme Moisés tinha dito. 13 Mais ou menos quarenta mil homens preparados para guerrear marcharam diante de Deus, o Senhor, indo para o lado da planície de Jericó. 14 Naquele dia o Senhor fez com que o povo de Israel ficasse sabendo que Josué era um grande homem. E, durante a vida de Josué, eles o respeitaram assim como haviam respeitado a Moisés. 15 E o Senhor Deus disse a Josué: 16 — Mande sair do rio Jordão os sacerdotes que estão carregando a arca da aliança. 17 Josué fez isso. 18 E, depois que os sacerdotes saíram do Jordão e pisaram a terra seca, o rio começou a correr de novo e cobriu as margens como antes. 19 O povo atravessou o Jordão no dia dez do primeiro mês e acampou em Gilgal, a leste de Jericó. 20 Ali Josué fez um monumento com as doze pedras que havia tirado do Jordão. 21 E disse ao povo de Israel:— Quando no futuro os filhos perguntarem aos pais o que estas pedras querem dizer, 22 vocês explicarão que o povo de Israel atravessou o rio Jordão em terra seca. 23 O Senhor, o Deus de vocês, secou o Jordão para vocês atravessarem, assim como secou o mar Vermelho para nós passarmos. 24Por causa disso todos os povos da terra vão conhecer o poder do Senhor, o Deus de vocês, e vocês o respeitarão para sempre.