domingo, 1 de abril de 2018

Quanto mais eu busco, mais O encontro...



Eu de fato fico impressionada quando fecho os olhos e abro a Bíblia...
Ela me mostra aqui, que mais uma página da minha vida deve ser virada, sem quebrar promessas... E é isso que farei... Continuarei sempre pagando pra ver...

O tolo
1 Elogiar um tolo é tão absurdo como cair neve no verão ou chover no tempo da colheita.
2 A maldição não cai sobre quem não merece; ela é como um passarinho que voa sem rumo.
3 O chicote foi feito para o cavalo, o freio, para o jumento, e a vara, para as costas de quem não tem juízo.
4 Quem dá uma resposta séria a uma pergunta tola é tão tolo como quem a fez.
5 Responda ao tolo de acordo com a tolice dele para que ele não fique pensando que é sábio.
6 Quem manda um tolo dar um recado está procurando problemas; seria melhor que cortasse os próprios pés.
7 Um provérbio citado por um tolo tem tanto valor como as pernas de um aleijado.
8 Elogiar um tolo é o mesmo que amarrar a pedra no estilingue .
9 O tolo, citando um provérbio, é como o bêbado tentando tirar um espinho da mão.
10 O patrão que contrata qualquer tolo que lhe pede emprego acaba prejudicando todos.
11 O tolo que faz uma tolice pela segunda vez é como um cachorro que volta ao seu vômito.
12 Pode-se esperar mais de um tolo do que de quem pensa que é mais sábio do que é.

O preguiçoso
13 O preguiçoso fica em casa e diz: “Se eu sair, o leão me pega.”
14 O preguiçoso vira de um lado para outro na cama. Ele é como uma porta que gira nas dobradiças, mas, de fato, não sai do lugar.
15 Existe gente que tem preguiça até de pôr a comida na própria boca.
16 O preguiçoso acha que ele sozinho sabe mais do que sete homens capazes de dar respostas certas.

Outros provérbios
17 Quem se mete na discussão dos outros é como quem agarra pelas orelhas um cachorro que vai passando.
18-19 Quem engana os outros e diz que é brincadeira é como um louco brincando com uma arma mortal.
20 Sem lenha o fogo se apaga; sem mexericos a briga se acaba.
21 Como carvão sobre as brasas e lenha no fogo, assim é o briguento para atiçar uma briga.
22 Os mexericos são tão deliciosos! Como gostamos de saboreá-los!
23 Como o verniz cobre um pote de barro, as palavras fingidas encobrem um coração mau.
24 O hipócrita que odeia esconde o seu ódio atrás da bajulação. 25 Ele pode falar muito bem, mas não acredite no que ele diz porque o seu coração está cheio de ódio. 26 Ele pode disfarçar, mas todos acabarão vendo a sua maldade.
27 Quem coloca uma armadilha para os outros acaba caindo nela; quem rola uma pedra será esmagado por ela.
28 Quem odeia fere os outros com mentiras; as palavras bajuladoras causam desgraças.


sábado, 31 de março de 2018

“A mulher cor de Rosa!”


Das diversidades das cores e seus, enfins...
Eleva-se, a beleza das flores,  bondade peculiar cada qual seu
típico aroma de jasmim...
As mulheres se oferecem, 
do mais belo jardim, ao nosso olhar!
Negras, brancas, morenas, loiras,ruivas, pardas...
 "São tantas!"
E qual delas?  Seria impossível? 
Não amar?


Exibe magia o cultivar destas rosas...
(até mesmo o recém-chegado) colhe carinhos,
 Proteção e o amor, aonde a mulher invicta, se Aprova!
Há um constante prosperar de belezas nesse encanto,
 (Mulher) ...
E dessa riqueza oferece, as voltas de seu favor, incondicional
amor tão inexplicável  quanto a fé!


E a vida corteja-as, 
sabes bem a (origem) que depende delas, para a continuação!
Nelas se inicia o elo materno que recepciona, e  fortalece a vida, 
e para a paixão conhecida por (solidão) no coração do homem,
oferecem guarida!
Ama-las e lutar,  pôr  respeito mínimo a nossa preservação!


Fascina, cresce, sonha, sofre, sorri, chora ( independente) ela ama, 
vive e se renova!
Se exibe entre as plantas da terra a flor mais preferida!
Se transformou em mulher, pra viver entre a gente, coroar nossa vida!
E as cores aquarelas se resumiram nela, 
“ A beleza do Rosa! ”

Contra tal beleza,  insurge-se temores, 
são as sujeições que perseguem as flores!
Incertezas que margeiam a fragilidade e submissões deste nosso corpo!

E preciso mulher, 
(observar com carinho o que se esconde dentro do peito)...
 A vida pede toque,
 e o mundo ainda te espera por ser imperfeito!

Mulher que a vida aprova!
Tem um mundo a sua espera!
“A mulher cor de Rosa! ”
E sagaz e sedenta por sobreviver,
e a rainha da vida, vivendo entre feras!

Autor:


lorisvaldolopes.blogspot.com.br

Sementeslançadas...


sexta-feira, 30 de março de 2018

Alma de Anjo


Alma de Anjo

Quando sozinha o meu nome diz
Da onde estou, eu posso ouvi-la...
Não se atreva solidão, À feri-la!
Estou aqui, e juntos, seremos felizes....

A luz ao seu derredor eu acendo
Ao percebe-la acordar assutada.
Me abraça! Que a tua alma defendo!
Se sente segura, ao descobrir-se amada

E, com uma auréola dourada 
Me cinges a fronte. Amor meu
Foi por ti que a reluzente espada
Me foi entregue, pelas mãos de Deus...



L.L.S

O Sacrifício do Rouxinol



Quantas vezes sacrificamos nossa paz e tranquilidade em nome do amor? Quantas vezes saímos do nosso conforto espiritual e nos jogamos no pântano da frieza humana por acreditarmos na essência e salvação de alguém? Quantas vezes ouvimos o que não gostaríamos, lemos o que não queríamos, vemos o que não desejaríamos ver? Quantas vezes gastamos nossas energias tentando alegrar alguém, mesmo quando temos nossos próprios problemas para resolver? Quantas vezes perdemos noites de sono orando por alguém? Quantas vezes choramos a dor do outro em silêncio? Quantas vezes fazemos tudo isso para mostrar Deus e, em troca, recebemos frieza, incredulidade, indiferença, escárnio?

Oscar Wilde, no conto “O rouxinol e a rosa” (The nightingale and the Rose, 1888), ilustrou, de maneira brilhante e profícua, essa situação vivida por muitos cristãos. O escritor irlandês narra a história de um estudante que precisava de uma flor. O jovem chorava por amor, pois a amada só aceitaria acompanhá-lo ao baile se ele lhe trouxesse uma rosa vermelha. Era essa a condição para tê-la em seus braços. Mas era inverno, não havia rosas vermelhas. O rouxinol sensibilizou-se com aquelas lágrimas, afinal, noite após noite, ele cantava a paixão e, só agora, podia vê-la no choro de um homem. O pássaro compreendia a dor do rapaz, pensava no mistério do amor e concluiu, então, que esse era um sentimento realmente valioso e nada poderia comprá-lo, não estava a venda em lugar algum.

O rouxinol decidiu ajudá-lo e saiu em busca da flor, mas não a encontrou. A roseira estava com as veias congeladas e sem possibilidade de brotar, mas o pássaro insistia. “Se queres uma rosa vermelha”, disse a Roseira, “tens de criá-la com tua música ao luar, e tingi-la com o sangue de teu coração. Tens de cantar para mim apertando o peito contra um espinho. A noite inteira tens de cantar para mim, até que o espinho perfure teu coração e teu sangue penetre em minhas veias, e se torne meu.” O Rouxinol pensou: “O que é o coração de um pássaro comparado ao coração de um homem?” O pássaro foi até sua morada e cantou para seu amigo carvalho pela última vez. O estudante, ao ouvir a música, chegou a pensar que um rouxinol nada sabe, nada sente, é egoísta em sua melodia, incapaz de se sacrificar. É que o estudante, conhecedor de toda a filosofia, não compreendia a linguagem do rouxinol que cantava seu sacrifício, enquanto se despedia da árvore onde estava seu ninho.


Então cravou seu peito no espinho da Roseira. Ele cantava, cantava, cantava e comprimia o peito delicado e frágil contra o espinho que perfurava sua carne. E quanto mais ele se aproximava, mais a roseira pedia sangue para suas veias de planta. Pétala por pétala, a flor nascia. Mas ainda não era o suficiente, era preciso dar tudo de si. Era preciso tingi-la com o sangue escarlate de seu coraçãozinho. O dia amanhecia e o rouxinol desfalecia. Cantou pela última vez em sua vida enquanto seu coração era transpassado, perfurado e despedaçado em nome do amor. Debateu-se em agonia fúnebre e a canção acabou. A mais bela rosa vermelha estava pronta. 


Pela manhã, o estudante encontrou a rosa e saiu saltitante para entregá-la à bela mocinha por quem se enamorara. Mas ela não quis a doçura de pétalas coloridas com sangue sacrificial, ela preferia joias. Ela iria com outro jovem ao baile, porque as flores de nada valem. O jovem, desiludido com o amor, jogou a rosa em uma sarjeta qualquer para ser destroçada pelas rodas de uma carroça.


Muitas vezes somos esse rouxinol que, em nome do que acredita, sangra, sofre e comprime o peito contra espinhos que entram na carne. Às vezes, somos a flor pisada e desvalorizada, trocada por uma joia que não foi forjada a sangue. Às vezes, somos o estudante que ignora o sacrifício do rouxinol e se desilude com o mundo. Somos como ele e ignoramos o sacrifício de nossos pais, cônjuges, amigos, companheiros de guerra e de paz.

Cristo é o nosso maior Rouxinol. Ele cravou espinhos no próprio corpo para nos dar a flor da salvação. Em pleno inverno espiritual, na frieza, no brejo das almas perdidas, Jesus nos deu uma rosa escarlate. Como diria o poeta Drummond, “garanto que uma flor nasceu... furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio”, nos deu esperança. Qual não deve ser a tristeza do Salvador ao perceber que muitos são como o estudante. Muitos jogam a flor fora e desprezam o sacrifício. O rouxinol morreu em vão?

Não. Ele vive em cada um de nós. E, quando nós somos o rouxinol, quando nós sangramos, é para salvar alguém da própria tristeza. Por isso aguentamos a dor e o desprezo. Assim como Cristo chorou a morte de Lázaro e a incredulidade do povo, nós choramos a falta de fé de quem amamos. Mas mesmo que nossa flor fique jogada, ainda assim vale a pena. Deus é fiel para concluir a obra que começou e fará, em algum momento, o estudante enxergar a rosa no chão e aceitar a salvação.

(Elisabete Ferraz Sanches, professora graduada em Letras pela USP, pós-graduada em Português: Língua e Literatura pela UniSant’Anna e mestranda em Literatura Brasileira pela USP)

quinta-feira, 29 de março de 2018

The wickedness of the world hurts my soul ...


The wickedness of the world hurts my soul ...
And I can do nothing to alleviate
Just calm me down
Sooner or later this pain will pass
Oh Father! For how much longer?
But I know that in the end it will be worth it.
For in your arms I will find my rest.
I dream, I feel your love and I see you in this scene!


Jesus Is Nailed to a Cross
(Matthew 27.31-44; Mark 15.21-32; John 19.17-27)
26 As Jesus was being led away, some soldiers grabbed hold of a man named Simon who was from Cyrene. He was coming in from the fields, but they put the cross on him and made him carry it behind Jesus.
27 A large crowd was following Jesus, and in the crowd a lot of women were crying and weeping for him. 28 Jesus turned to the women and said:
Women of Jerusalem, don't cry for me! Cry for yourselves and for your children. 29 Someday people will say, “Women who never had children are really fortunate!” 30 At that time everyone will say to the mountains, “Fall on us!” They will say to the hills, “Hide us!” 31 If this can happen when the wood is green, what do you think will happen when it is dry?
32 Two criminals were led out to be put to death with Jesus. 33 When the soldiers came to the place called “The Skull, they nailed Jesus to a cross. They also nailed the two criminals to crosses, one on each side of Jesus.
34-35 Jesus said, “Father, forgive these people! They don't know what they're doing.
While the crowd stood there watching Jesus, the soldiers gambled for his clothes. The leaders insulted him by saying, “He saved others. Now he should save himself, if he really is God's chosen Messiah!”
36  The soldiers made fun of Jesus and brought him some wine. 37 They said, “If you are the king of the Jews, save yourself!”
38 Above him was a sign that said, “This is the King of the Jews.”
39 One of the criminals hanging there also insulted Jesus by saying, “Aren't you the Messiah? Save yourself and save us!”
40 But the other criminal told the first one off, “Don't you fear God? Aren't you getting the same punishment as this man? 41 We got what was coming to us, but he didn't do anything wrong.” 42 Then he said to Jesus, “Remember me when you come into power!”
43 Jesus replied, “I promise that today you will be with me in paradise.

The Death of Jesus
(Matthew 27.45-56; Mark 15.33-41; John 19.28-30)
44 Around noon the sky turned dark and stayed that way until the middle of the afternoon. 45 The sun stopped shining, and the curtain in the temple split down the middle. 46 Jesus shouted, “Father, I put myself in your hands!” Then he died.
47 When the Roman officer saw what had happened, he praised God and said, “Jesus must really have been a good man!”
48 A crowd had gathered to see the terrible sight. Then after they had seen it, they felt brokenhearted and went home. All of Jesus' close friends and the women who had come with him from Galilee stood at a distance and watched. 49 All of Jesus' close friends and the women who had come with him from Galilee stood at a distance and watched.

Jesus Is Buried
(Matthew 27.57-61; Mark 15.42-47; John 19.38-42)
50-51 There was a man named Joseph, who was from Arimathea in Judea. Joseph was a good and honest man, and he was eager for God's kingdom to come. He was also a member of the council, but he did not agree with what they had decided.
52 Joseph went to Pilate and asked for Jesus' body. 53 He took the body down from the cross and wrapped it in fine cloth. Then he put it in a tomb that had been cut out of solid rock and had never been used. 54 It was Friday, and the Sabbath was about to begin.23.54 the Sabbath was about to begin: The Sabbath begins at sunset on Friday.
55 The women who had come with Jesus from Galilee followed Joseph and watched how Jesus' body was placed in the tomb. 56  Then they went to prepare some sweet-smelling spices for his burial. But on the Sabbath they rested, as the Law of Moses commands.

A Maldade do Mundo Fere Minha Alma...


A maldade do mundo fere minha alma...
E nada posso fazer para aliviar
Apenas me acalmar 
Mais cedo ou mais tarde essa dor passará
Oh Pai! Por quanto tempo mais?
Mas eu sei que no final valerá a pena
Pois em teus braços encontrarei o meu descanso
Eu sonho, eu sinto teu amor e O vejo nessa cena!


A crucificação de Jesus
Mateus 27.32-44; Marcos 15.21-32; João 19.17-27
26 Então os soldados levaram Jesus. No caminho, eles encontraram um homem chamado Simão, da cidade de Cirene, que vinha do campo. Agarraram Simão e o obrigaram a carregar a cruz, seguindo atrás de Jesus.
27Uma grande multidão o seguia. Nela havia algumas mulheres que choravam e se lamentavam por causa dele. 28 Jesus virou-se para elas e disse:
— Mulheres de Jerusalém, não chorem por mim, mas por vocês e pelos seus filhos! 29 Porque chegarão os dias em que todos vão dizer: “Felizes as mulheres que nunca tiveram filhos, que nunca deram à luz e que nunca amamentaram!” 30 Chegará o tempo em que todos vão dizer às montanhas: “Caiam em cima de nós!” E dirão também aos montes: “Nos cubram!” 31 Porque, se isso tudo é feito quando a lenha está verde, o que acontecerá, então, quando ela estiver seca?
32 Levaram também dois criminosos para serem mortos com Jesus. 33 Quando chegaram ao lugar chamado “A Caveira”, ali crucificaram Jesus e junto com ele os dois criminosos, um à sua direita e o outro à sua esquerda.
34 [Então Jesus disse:
— Pai, perdoa esta gente! Eles não sabem o que estão fazendo.]
Em seguida, tirando a sorte com dados, os soldados repartiram entre si as roupas de Jesus. 35O povo ficou ali olhando, e os líderes judeus zombavam de Jesus, dizendo:
— Ele salvou os outros. Que salve a si mesmo, se é, de fato, o Messias que Deus escolheu!
36Os soldados também zombavam de Jesus. Chegavam perto dele e lhe ofereciam vinho comum 37 e diziam:
— Se você é o rei dos judeus, salve a você mesmo!
38 Na cruz, acima da sua cabeça, estavam escritas as seguintes palavras: “Este é o Rei dos Judeus”.
39Um dos criminosos que estavam crucificados ali insultava Jesus, dizendo:
— Você não é o Messias? Então salve a você mesmo e a nós também!
40 Porém o outro o repreendeu, dizendo:
— Você não teme a Deus? Você está debaixo da mesma condenação que ele recebeu. 41A nossa condenação é justa, e por isso estamos recebendo o castigo que nós merecemos por causa das coisas que fizemos; mas ele não fez nada de mau.
42 Então disse:
— Jesus, lembre de mim quando o senhor vier como Rei!
43 Jesus respondeu:
— Eu afirmo a você que isto é verdade: hoje você estará comigo no paraíso.
A morte de Jesus
Mateus 27.45-56; Marcos 15.33-41; João 19.28-30
44 Mais ou menos ao meio-dia o sol parou de brilhar, e uma escuridão cobriu toda a terra até as três horas da tarde. 45 E a cortina do Templo se rasgou pelo meio.
46 Aí Jesus gritou bem alto:
— Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito!
Depois de dizer isso, ele morreu. 47 Quando o oficial do exército romano viu o que havia acontecido, deu glória a Deus, dizendo:
— De fato, este homem era inocente!
48 Todos os que estavam reunidos ali para assistir àquele espetáculo viram o que havia acontecido e voltaram para casa, batendo no peito em sinal de tristeza. 49Todos os amigos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galileia ficaram de longe, olhando tudo aquilo.
O sepultamento de Jesus
Mateus 27.57-61; Marcos 15.42-47; João 19.38-42
50-51 Havia um homem chamado José, da cidade de Arimateia, na região da Judeia. Ele era bom e correto e esperava a vinda do Reino de Deus. Fazia parte do Conselho Superior, mas não tinha concordado com o que o Conselho havia resolvido e feito. 52 José foi e pediu a Pilatos o corpo de Jesus. 53 Então tirou o corpo da cruz e o enrolou num lençol de linho. Depois o colocou num túmulo cavado na rocha, que nunca havia sido usado. 54 Isso foi na sexta-feira, e já estava para começar o sábado.
55As mulheres que haviam seguido Jesus desde a Galileia foram com José e viram o túmulo e como Jesus tinha sido colocado ali. 56 Depois voltaram para casa e prepararam perfumes e óleos para passar no corpo dele.
E no sábado elas descansaram, conforme a Lei manda.

Traduzindo-a


Traduzindo-a

Se eu soubesse ler-te 
até mesmo nas 
menores de suas entrelinhas.
Escrever-te-ia...

"Eu a conheço bem,
e estou mesmo convencido,
Quê não conseguirei,
te esquecer."

Se me permite,
gostaria de continuar
a descreve-la!

Para alimentar
os meus sonhos de amor,
escreverei-te sempre
e com muita satisfação,

Tornarei a lê-la
Todas as vezes que sentir saudades
de ti. E descobrirei novos motivos
para jamais desistir.

Mesmo após o livro ser fechado,
e a história concluída. 
Continuas a me inspirar...



L.L.S
Inspiradora