sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Louise Hay - the power of affirmations


Exercícios para você curar a sua vida - Louise Hay


DEIXE A LUZ DO AMOR ENTRAR !


Quando chegar aquele alguém,aquele sonho...
deixe a luz do amor entrar,
abra as janelas do seu coração,
deixe as portas da sua alma sem fechaduras..
e deixe o amor entrar !
cada cômodo da casa da sua vida,
precisa estar...com a mobiliá da paixão...decorada com o amor ,
que será a construção de um lar alegria .
Deixe o amor entrar e esqueça o que passou tempos atrás,
Esqueça tudo, apague o que esta escrito a anos em sua vida,e no seu ser .
Arranque a tristeza da sua alma e do seu coração,
que a infelicidade semeou, e deixe a luz e o brilho do amor entrar..
Não continue sofrendo por tudo o que você passou, pois foi aprendizado, para você nunca esquecer,
o principal motivo que te fez infeliz e te fez sofrer...
Tudo o que você passou, precisava acontecer!
Agora é a hora, hoje é o dia de decidir,
deixar a luz da paixão e do amor entrar e brilhar em sua vida !!
A escolha e decisão só você pode querer.
E não deixe de deixar o amor entrar....

 Gilberto Braga

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Cantinho do Flavio - Oportunidades desiguais?

“Será que todas as pessoas tem de fato as mesmas oportunidades? Ou algumas tem mais sorte do que outras?”
O que são “oportunidades”?
Chances de ganhar dinheiro, frequentar uma escola, ter um trabalho, uma casa, uma família? “Oportunidades” tem a ver com alegrias, conforto e promoção profissional?
Se oportunidade for isso eu digo que não, nem todos tem as mesmas oportunidades.
Tem gente que nasce pobre, doente, exposto a misérias, situações difíceis de superar. Há os que nascem com deficiência física, mental, com saúde debilitada, sem acesso ao estudo, muitas vezes sem acesso ao amor de um pai ou uma mãe.
É claro que esses terão menos “oportunidades” na vida, é claro que para eles o caminho será mais tortuoso, mais difícil.
Há os que pensam ser “provação”, um carma ou quem sabe lições – pesadíssimas lições – onde alguns “aprendem” com a dor. Conheço nossa tendência em querer respostas prontas e fáceis, fórmulas que nos anestesiem a consciência diante da miséria e da injustiça, mas não vou por esses caminhos. Também não vou falar sobre a desigualdade que poderia ser evitada se tivéssemos políticos que pensassem em algo além de sua conta bancária.
Sinto que há algo além… Quando me afasto um pouco do quadro e tento entender como essas dinâmicas acontecem na vida de maneira geral, constato que em um mesmo jardim há inço e flores, que em uma mesma fazenda há animais domésticos e para o abate, que há dias de sol e calor, tempestades de neve e vendavais, aliás, não preciso ir longe para perceber em mim luz e trevas, percepções fantásticas convivendo com sentimentos mesquinhos, eternidade e finitude, vida e morte habitando uma consciência parcial com lampejos de alguma abrangência.
Diante da ambivalência da vida, das minhas próprias, resta a constatação de que cada um vive suas próprias oportunidades e, sobretudo, que nem eu nem você sabemos de fato o que significa “oportunidades”.
Estamos experimentando, cada um em sua própria realidade, uma oportunidade única de ser humano, no seu contexto, em suas próprias alegrias e sofrimentos, com todas as facilidades e dificuldades que nos tocam, que nos fazem, que nos mudam e nos moldam.
As aparentes disparidades da natureza geram equilíbrio, toda a vida é repleta de luz e sombras, alegrias e tristezas, saúde e doença em um corpo finito que abriga uma consciência eterna.
Olhando com abrangência, percebo que oportunidades não são necessariamente o que pensamos, mas a conexão entre experiências, todas elas, de todos, sejam “boas” ou “más”, “justas” ou “injustas” a soma de tudo o que somos individualmente e vivemos coletivamente, eu, você e todos, ainda que doa, ainda que seja difícil e que não tenhamos nenhum controle sobre o processo inteiro.
Não sei o que são de fato “oportunidades”, mal reconheço as minhas próprias, por isso, resta o mistério e o claro sentimento de que no fim das contas tudo caminha para onde deve estar, que a vida não é fixa, que todos podem criar suas próprias oportunidades, não necessariamente para ter, mas, sobretudo para ser. Portanto trabalhemos, cada um de nós, pelas oportunidades, as que estão acima das contingencias, as que vivem em cada humano como potencial único, as que se renovam a cada manhã.
Sinto que não posso ir além, mas para mim já é suficiente.

Flavio Siqueira

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O caminho para gente


O que é ser iluminado?
Quem entre nós é o ser que de fato “despertou”, se não aquele que reconheceu sua natureza humana, ambígua, contraditória e por isso mesmo caminha com serenidade e reverencia diante da vida?
Ser “vagalume” não é quem pensa ser dono da luz, o iluminado, o grande mestre. Esse intoxicou-se de si mesmo, filho do ego, cego na terra de cegos.
Chamo de “vagalume” quem tem consciência que a luz que reflete, é reflexo do todo, de todos, de tudo, apesar de mim, ainda que nem sempre as coisas estejam tão claras. Quem entre nós chegará a algum lugar, sairá desse mundo de condicionamentos, sem que se exponha aos próprios labirintos? Quem disse que o caminho é reto e que nele não há dor?
Conviveremos com o eterno conflito entre o que nos habita e aonde habitamos, o que é e o que deveria ser, o quanto avançamos contrastando com percepções de que falta muito, que é preciso caminhar, que há algo em construção.
Nós estamos em construção.
Caso contrário não haveria nenhuma razão para experimentarmos a vida em um corpo finito, em um mundo afunilado por nossos próprios limites autoimpostos, nossos medos, nossas ganâncias, nossas culpas.
Estamos em construção.
É por isso que às vezes o barulho da obra incomoda tanto, por isso demora, por isso dói. A questão é como experimentamos essa dor e o quanto somos capazes de projetar significado.
É isso que nos diferencia !
Não o esteriótipo de uma vida “iluminada” acima do bem e do mal, um ser quase vegetal, pelo contrário, a chave de nosso despertar é justamente nossa capacidade de desenvolvermos humanidade, permanecermos sensíveis, sabermos que nossa saudade de casa jamais será plenamente saciada enquanto não aprendermos a lidar com a relatividade, a nossa relatividade, aquilo que tanto nos incomoda.
Chegaremos em algum lugar no dia em que nos pacificarmos diante do caos, nos aquietarmos no meio da multidão, descansarmos mesmo quando tudo parece em desordem.
A paz mora dentro. Tudo mora na gente. Tudo.
Ninguém disse que seria diferente e o caminho do despertar passa por aclives, declives, dia e noite, inverno e verão. Felizes os que atravessam as fases com serenidade e a certeza de que tudo o que vê, tudo o que sente, tudo o que hoje porventura lhe angustia, não passa de paisagens do caminho, cenários do caminho de casa. O caminho para construção de quem você é.

Flavio Siqueira

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Você mulher


Sonhei tanto com um momento, e a cada segundo parece se distanciar,
Esperei tanto a realização deste sonho, e a cada minuto parece que nunca acontecerá,
Te desejei tanto, e a  cada hora parece que esqueço de mim mesmo,
Te amando, e a cada dia parece que nunca amei, não dessa maneira, assim...
Hoje você é o meu maior vício, e a cada semana me faz cada vez mais flutuar,
Angustiado a dor aumenta, e a cada mês minhas esperanças enfraquecem.
Medo de completar um ano e continuar te desejando, sem retorno, sem resposta,
O que sinto e o que quero com você é para uma vida, desculpa insistir, preciso te tocar, quero você mulher!

(Autor Desconhecido)