domingo, 15 de fevereiro de 2015

Salva-nos e esquece os nossos pecados.


1 Ó Deus, os pagãos invadiram a tua terra, profanaram o teu santo Templo e deixaram Jerusalém em ruínas.
2 Largaram os corpos dos teus servos, dos que foram fiéis a ti, para serem comidos pelas aves e pelos animais selvagens.
3 Derramaram o sangue do teu povo como se fosse água. O sangue correu como água por toda a cidade de Jerusalém, e não sobrou ninguém para sepultar os mortos. 
4 As nações vizinhas nos insultam, riem e caçoam de nós.
5 Ó Senhor Deus, até quando ficarás irado conosco? Será para sempre? Será que a tua ira continuará a queimar como fogo?
6 Ó Deus, fica irado com as nações que não te adoram, com os povos que te rejeitam!
7 Pois eles mataram o nosso povo e arrasaram o nosso país.
8 Não nos castigues por causa dos pecados dos nossos antepassados, mas tem misericórdia de nós agora, pois estamos completamente desanimados.
9 Ajuda-nos, ó Deus, nosso Salvador; por causa da tua própria honra, salva-nos e esquece os nossos pecados.
10 Por que deixar que as outras nações perguntem: “Onde está o Deus de vocês?” Ó Deus, permite que vejamos o castigo que lhes darás por terem derramado o sangue dos teus servos!
11 Ouve os gemidos dos prisioneiros e, com o teu grande poder, livra os que estão condenados à morte.
12 Ó Senhor, castiga as outras nações sete vezes pelos insultos com que te ofenderam!
13 Então nós, que somos o teu povo, que somos ovelhas do teu rebanho, nós e os nossos descendentes te daremos graças para sempre e cantaremos hinos de louvor a ti hoje e nos tempos que estão por vir.

Comentário devocional:

Este Salmo foi escrito por um descendente da tribo de Asafe após os babilônios destruírem Jerusalém. Era um momento terrível para o povo de Judá. O templo de Salomão havia sido demolido e queimado e a cidade estava em escombros e cinzas. 

Os sobreviventes estavam cansados da guerra, tristes e com o coração partido. Muitos viram seus entes queridos serem mortos e seus corpos ficarem insepultos, o que aumentava ainda mais sua dor. 

Em meio a tudo isso, o salmista clama a Deus por um alívio do seu sofrimento. Ao recordarem sua história, os israelitas lembram-se dos muitos momentos de angústia causados por sua apostasia e rebelião e do amor infalível de Deus que sempre via quando se arrependiam e lhes concedia misericórdia. É por essa misericórdia que o salmista está suplicando.

Talvez você também tenha chegado a uma situação desesperadora, seja por um pecado próprio ou apenas por viver num mundo imperfeito. Independente da causa, Deus se compadece do seu sofrimento e com amor e misericórdia vem ao seu socorro concedendo-lhe conforto e cura.

Em Jeremias 33, encontramos a resposta do Senhor ao clamor de Seus filhos por misericórdia: “Porque assim diz o Senhor, o Deus de Israel, a respeito das casas desta cidade e dos palácios reais de Judá, que foram derrubados para servirem de defesa contra as rampas de cerco e a espada, na luta contra os babilônios: […] trarei restauração e cura para ela; curarei o meu povo e lhe darei muita prosperidade e segurança. Mudarei a sorte de Judá e de Israel e os reconstruirei como antigamente. Eu os purificarei de todo o pecado que cometeram contra mim e perdoarei todos os seus peca¬dos de rebelião contra mim. Então Jerusalém será para mim uma fonte de alegria, de louvor e de glória, diante de todas as nações da terra que ouvirem acerca de todos os benefícios que faço por ela. Elas temerão e tremerão diante da paz e da prosperidade que eu lhe concedo (Jer. 33:4-9 NVI). Essa é a promessa de Deus para você.

Deus vê a sua angústia – quando você se encontra devastado pelo pecado e em tumulto emocional e O busca, Ele responde lhe prometendo paz e segurança!

Que presente maravilhoso! Apesar dos nossos defeitos , o amor de Deus por nós dura para sempre. “’Dêem graças ao Senhor dos Exércitos, pois ele é bom; o seu amor leal dura para sempre’. ‘Porque eu mudarei a sorte desta terra como antigamente’”, declara o Senhor (Jeremias 33:11 NVI).

Kimberly Harris

Estados Unidos

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Paga-se o bem com o mal?


Palavra do SENHOR a Jeremias:
2 “Vem, desce até a casa do oleiro, que ali te farei ouvir a minha palavra”.
3 Desci até a casa do oleiro e lá estava ele executando um trabalho na roda.
4 O vaso que o oleiro fabricava de barro se estragou em sua mão. Ele fez um outro objeto conforme lhe pareceu mais conveniente.
5 Foi então que veio a mim a palavra do SENHOR:
6 “Será que não posso agir convosco, casa de Israel, da forma como fez esse oleiro?– oráculo do SENHOR. Pois como o barro na mão do oleiro, assim estais vós em minha mão, casa de Israel.
7 Quando falo contra nações e reinos, arrancando, derrubando e destruindo,
8 e aquela nação volta atrás das maldades que eu havia denunciado, desisto das desgraças que havia planejado contra ela.
9 Quando falo sobre uma nação ou reino, construindo e plantando,
10 e ela pratica o que a meus olhos é crime e não obedece à minha palavra, então eu desisto do bem que lhe havia prometido.
11 Agora, pois, dize aos senhores de Judá e aos cidadãos de Jerusalém: Assim diz o SENHOR: Vejam que estou modelando uma desgraça contra vós, tramando contra vós um plano. E, então, cada qual volte atrás do seu mau caminho, melhore o modo de viver e de agir”.
12 Eles, porém, responderam: “Tempo perdido! Vamos continuar seguindo nossas idéias, cada um vai agir de acordo com seu coração endurecido e perverso”.
13 “O MEU POVO ME ESQUECEU”
Por isso, assim diz o SENHOR: “Perguntai entre os gentios se jamais alguém ouviu uma coisa destas: horrores tão grandes como praticou a virgem Israel.
14 Será que a neve do Líbano algum dia se afasta da rocha? A água que corre fria seca na fonte?
15 Mas o meu povo me esqueceu e foi incensar à Tolice. Tropeçam por suas estradas, traçados antigos, vão andando por trilhas, caminhos não abertos,
16 fazendo da sua terra uma solidão, objeto de caçoada sem fim. Quem por aí passa fica impressionado e sacode a cabeça.
17 Com um vento do oriente vou dispersá-los, na frente do inimigo. No dia da destruição Hei de mostrar-lhes as costas, não o rosto”.
18 O PROFETA PERSEGUIDO
Eles disseram: “Vamos armar um plano contra Jeremias. Não nos há de faltar a instrução do sacerdote, nem o conselho do sábio, nem a palavra do profeta. Vamos massacrá-lo com a língua e deixar de dar ouvidos à sua palavra”.
19 Dá-me ouvido, ó Senhor, ouve o que dizem meus adversários.
20 Vão pagar o bem com o mal! Cavaram um buraco para eu cair. Lembra-te de que intercedi junto de ti, para falar coisas boas em favor deles e afastar deles a tua ira.
21 Por isso, leva os filhos deles para a fome, e quanto a eles, entrega-os à espada. Fiquem suas esposas sem maridos e sem filhos. Os maridos morram trucidados, os jovens, feridos à espada na guerra.
22 De suas casas surjam gritos de socorro, pois de repente fizeste entrar os invasores, porque fizeram um buraco para me pegar, e para os meus pés armaram um laço.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Gratidão pela vitória


Salmo de Davi. Ao regente do coro.
1Ó Senhor Deus, o rei está muito feliz porque lhe deste força; está muito contente porque o tornaste vitorioso.
2Tu satisfizeste os seus mais profundos desejos e lhe deste o que ele pediu.
3Tu o recebeste com bênçãos preciosas e puseste uma coroa de ouro na sua cabeça.
4O rei pediu vida, e tu lhe deste vida longa, sem fim.
5A glória do rei é grande porque tu o ajudaste. Tu lhe deste majestade e fama.
6As tuas bênçãos estão sobre ele para sempre,  e a tua presença lhe dá muita alegria.
7O rei confia no Senhor, o Deus Altíssimo; e, por causa do amor do Senhor, ele será rei para sempre.
8O rei prenderá os seus inimigos; com a sua força ele prenderá todos os que o odeiam.
9Ele aparecerá e os destruirá como um fogo devorador. Na sua ira, o Senhor os devorará, e o fogo acabará com eles.
10Nenhum dos seus descendentes  ficará vivo; o rei matará todos.
11Os inimigos planejam maldades e traições contra o rei, porém não terão sucesso.
12Ele atirará as suas flechas contra eles  e os fará fugir.
13Ó Senhor Deus, nós te louvaremos por causa do teu poder; nós cantaremos e louvaremos a tua força.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Pensei que você ia me chamar de pai e que nunca mais me abandonaria.


A infidelidade do povo
1O Senhor Deus diz:— Se um homem se divorciar da sua mulher, e ela o deixar para casar com outro, o primeiro marido não poderá casar com ela outra vez. Isso mancharia completamente a terra de Israel. Mas você, meu povo, tem tido muitos amantes e agora quer voltar para mim! Sou eu, o Senhor, quem está falando. 2Olhe para o alto dos montes e veja: será que existe algum lugar onde você não agiu como prostituta? Você ficava na beira da estrada esperando os fregueses, como um árabe que espera no deserto para assaltar alguém. Você manchou a terra de Israel com a sua prostituição e os seus vícios. 3É por isso que não tem chovido, e as chuvas da primavera deixaram de cair. Mas você tem até jeito de prostituta e mostrou que não tem vergonha. 4— E agora você me diz: “Tu és o meu pai, tu me tens amado desde que eu era criança. 5Tu não ficarás com raiva de mim para sempre.” Povo de Israel, foi isso o que você disse, mas continuou fazendo todo mal que podia.
A necessidade do arrependimento
6No tempo do rei Josias, o Senhor Deus me disse:— Você está vendo o que fez Israel, aquela mulher infiel que virou as costas para mim? Ela subiu em todos os montes altos e ficou debaixo de todas as árvores que dão sombra, agindo como prostituta. 7Eu, o Senhor, pensei assim: “Depois de fazer tudo isso, com toda a certeza ela voltará para mim.” Porém não voltou, e Judá, a sua irmã infiel, viu isso. 8Judá também sabe que eu me divorciei de Israel e que a mandei embora porque ela me abandonou e virou prostituta. Mas Judá, a sua irmã infiel, não ficou com medo. Ela também virou prostituta 9e não ficou envergonhada. Ela manchou a sua terra porque cometeu adultério, adorando pedras e árvores. 10E o pior de tudo é que Judá, a infiel irmã de Israel, só fingiu que voltava para mim: ela não foi sincera. Eu, o Senhor, estou falando. 11Aí Deus me disse que, embora o povo de Israel o tivesse abandonado, ainda era menos culpado do que a infiel Judá. 12Ele mandou que eu fosse até o Norte e dissesse ao povo:— Ó Israel infiel, volte para mim. Sou eu, o Senhor, quem está falando. Sou bondoso e por isso não ficarei com raiva de você, não ficarei irado para sempre. Sou eu, o Senhor, quem está falando. 13Basta você reconhecer que é culpada e que se revoltou contra o Senhor, seu Deus. Confesse que debaixo de todas as árvores que dão sombra você deu o seu amor a deuses estrangeiros e não me obedeceu. Eu, o Senhor, estou falando.
O convite ao arrependimento
14O Senhor Deus diz:— Volte, povo infiel, pois vocês são meus. Eu vou pegar vocês, um de cada cidade e dois de cada grupo de famílias, e vou levá-los de volta ao monte Sião. 15Eu darei a vocês líderes que me obedeçam, e eles governarão com sabedoria e inteligência. 16Então, quando vocês se tornarem um povo numeroso naquela terra, ninguém mais falará a respeito da arca da aliança. Vocês não pensarão mais na arca, nem lembrarão dela; não precisarão dela, nem farão outra. 17E aí, quando chegar o tempo certo, Jerusalém será chamada de “Trono do Senhor Deus”, e todas as nações se reunirão ali em meu nome. Não farão mais aquilo que os seus corações teimosos e maus mandarem. 18O povo de Israel se unirá com o de Judá, e eles voltarão juntos da terra do Norte para a terra que dei aos seus antepassados.
O abandono da idolatria
19O Senhor Deus diz:
“Povo de Israel, eu queria aceitá-lo como meu filho e lhe dar uma terra agradável, a terra mais linda do mundo. Pensei que você ia me chamar de pai e que nunca mais me abandonaria. 20Mas, como a mulher que trai o marido, assim você me traiu. Sou eu, o Senhor, quem está falando.”
21No alto dos montes, se ouve um barulho; são os israelitas chorando e pedindo perdão porque têm vivido uma vida de pecado e têm esquecido o Senhor, seu Deus. 
22Voltem, todos vocês que abandonaram o Senhor, pois ele vai curar a sua infidelidade.
Vocês dizem:— Sim! Estamos voltando para o Senhor, pois ele é o Senhor, nosso Deus. 23Não recebemos nenhuma ajuda dos deuses pagãos que temos adorado com gritos no alto das montanhas. Só o nosso Deus, o Senhor, pode ajudar o povo de Israel. 24Por termos adorado Baal, o deus da vergonha, perdemos tudo o que os nossos pais conseguiram desde que éramos crianças, isto é, as ovelhas, o gado, os filhos e as filhas. 25Vamos nos humilhar; vamos ficar cheios de vergonha. Desde o tempo em que o Senhor nos tirou do Egito, nós e os nossos antepassados temos pecado contra ele e não lhe temos obedecido.

Que o mal que Hamã havia planejado contra os judeus caísse sobre o próprio Hamã...


Os judeus matam os seus inimigos
1Chegou o dia treze do décimo segundo mês, o mês de adar, o dia em que deveria ser cumprida a ordem do rei. Era o dia em que os inimigos dos judeus esperavam dominá-los; mas o que aconteceu foi o contrário: os judeus derrotaram os seus inimigos. 2Em todas as cidades do reino onde havia judeus, eles se reuniram para atacar os que queriam matá-los. Ninguém podia resistir aos seus ataques, pois todos estavam com medo deles. 3Todos os oficiais das províncias, isto é, os chefes dos vários povos, os representantes do rei e os governadores das províncias, ajudaram os judeus, pois tinham medo de Mordecai. 4A fama dele se havia espalhado pelo reino inteiro, e todos sabiam que ele tinha muita autoridade no governo. E o poder de Mordecai ia aumentando cada vez mais. 5Portanto, os judeus fizeram com os seus inimigos o que queriam. Mataram todos com as suas espadas; não deixaram ninguém escapar. 6Em Susã, a capital, eles mataram quinhentos homens. 7-10Mataram também os dez filhos de Hamã, filho de Hamedata, o inimigo dos judeus. Os nomes deles eram Parsandata, Dalfão, Aspatá, Porata, Adalias, Aridata, Parmasta, Arisai, Aridai e Vaizata. Mas os judeus não ficaram com os bens deles. 11Naquele mesmo dia, o rei foi informado de quantas pessoas haviam sido mortas em Susã. 12Então disse a Ester:— Aqui em Susã os judeus mataram quinhentos homens e também os dez filhos de Hamã. E, nas províncias, quantos eles terão matado? O que é que você quer agora? É só pedir. Se quiser mais alguma coisa, eu lhe darei. 13Ester respondeu:— Se for do agrado do rei, dê autorização aos judeus de Susã para fazerem amanhã o mesmo que tinham ordem para fazer hoje. E peço também que os corpos dos dez filhos de Hamã sejam pendurados em forcas. 14O rei concordou e mandou ler a autorização em público em Susã. E os corpos dos dez filhos de Hamã foram pendurados em forcas. 15No dia catorze do mês de adar, os judeus de Susã se reuniram e mataram mais trezentos homens na cidade. Mas não ficaram com os bens deles. 16-17No dia treze do mês de adar, os judeus das províncias se reuniram e se defenderam. Mataram setenta e cinco mil inimigos e assim se livraram de todos os que os odiavam. Mas não ficaram com os bens dos mortos. No dia catorze, eles descansaram e comemoraram com banquetes e festas. 18Mas em Susã os judeus comemoraram no dia quinze do mês, pois nos dias treze e catorze eles mataram os seus inimigos e só no dia quinze descansaram. 19É por isso que os judeus que vivem em vilas e povoados comemoram o dia catorze de adar com banquetes e festas e mandam comida uns aos outros.
A Festa de Purim
20Mordecai escreveu tudo o que havia acontecido e mandou cartas a todos os judeus que moravam em todas as províncias do reino, tanto aos de perto como aos de longe. 21Nas cartas ele ordenou que todos os anos eles comemorassem os dias catorze e quinze do mês de adar, 22pois foi nestes dias que os judeus se livraram dos seus inimigos, e foi neste mês que a tristeza e o luto se transformaram em alegria e festa. Portanto, que dessem banquetes e festas, mandassem comida uns aos outros e distribuíssem presentes aos pobres. 23Assim os judeus, de acordo com o que Mordecai tinha escrito, começaram o costume de comemorar esses dias. 24Hamã, filho de Hamedata, descendente de Agague e inimigo dos judeus, tinha planejado acabar com eles e tinha mandado tirar a sorte (chama-se isso de “purim”) para resolver em que dia ia matá-los. 25Mas Ester foi falar com o rei, e ele ordenou por escrito que o mal que Hamã havia planejado contra os judeus caísse sobre o próprio Hamã. Portanto, enforcaram Hamã e os seus filhos. 26É por isso que esses dias feriados são chamados de “Purim”, que é o plural da palavra “pur”.Como resultado da carta de Mordecai e de tudo o que os judeus tinham visto e das coisas que aconteceram, 27eles resolveram que eles mesmos, os seus descendentes e os que se convertessem ao Judaísmo seguiriam o costume de comemorar todos os anos esses dois dias, conforme Mordecai havia escrito. 28Ficou resolvido que daí em diante toda família judaica, em todas as cidades das províncias do reino, comemoraria a Festa de Purim, para que os judeus lembrassem sempre do que havia acontecido. Nunca, em qualquer época, deixariam de comemorar essa festa. 29A rainha Ester, filha de Abiail, também escreveu uma carta junto com o judeu Mordecai, dando todo o seu apoio à carta que Mordecai já havia escrito a respeito da Festa de Purim. 30Cópias da carta foram mandadas a todos os judeus das cento e vinte e sete províncias do reino, desejando-lhes paz e prosperidade 31e confirmando que a Festa de Purim devia ser comemorada nos dias marcados. Assim como haviam marcado para si mesmos e para os seus descendentes dias de festas e de jejum, eles deveriam seguir essas ordens do judeu Mordecai e da rainha Ester. 32A ordem de Ester, confirmando as instruções para a comemoração de Purim, foi escrita num livro.


Comentário Devocional 

Sucedeu o contrário. O tema de uma irônica conversão é novamente salientado (Bíblia de Genebra).

As pessoas tendem a ter memória curta com relação à fidelidade de Deus. Para ajudar que este livramento fosse lembrado no futuro, Mordecai escreveu estes eventos e encorajou uma festa anual para comemorar os dias históricos de Purim. Os judeus ainda hoje celebram o Purim. Celebrações com comida, alegria e doação de presentes são modos importantes para lembrar ações específicas de Deus. Hoje em dia, as festividades do Natal e Páscoa nos ajudam a lembrar  do nascimento e da ressurreição de Jesus Cristo. Não deixe que a celebração ou a troca de presentes ocultem o significado destes grandes eventos (Life Application Study Bible).


Entre os judeus, as mulheres deveriam ser quietas, servir em casa e ficar à margem da vida religiosa e política. Mas Ester era uma mulher que quebrou as regras culturais, agindo diferentemente do que se esperava que ela agisse, ao arriscar sua vida para ajudar o povo de Deus. Seja qual for sua posição na vida, Deus pode utilizar você. Esteja aberto, disponível e pronto porque Deus pode usar você para fazer aquilo que outros tem medo até de pensar (Life Application Study Bible).


O terror que inspiravam. O temor dos Deus dos judeus estava por detrás do terror generalizado que os persas sentiam pelos judeus (cf Êx 15.14-16). A inversão foi tão completa, que todos os oficiais que teriam apoiado o extermínio dos judeus passaram a dar ajuda ao povo da aliança (Bíblia de Genebra).


Um reino não é construído da noite para o dia


Benjamim que seguiram Davi
1Davi estava morando na cidade de Ziclague, para onde havia ido a fim de fugir do rei Saul. Ali foram juntar-se a ele alguns soldados corajosos e de confiança. 2Eles eram da tribo de Benjamim, como Saul era. Atiravam flechas com o arco e pedras com fundas, tanto com a mão direita como com a esquerda. 3-7Os comandantes deles eram Aiezer e Joás, filhos de Semaá, da cidade de Gibeá.Os soldados eram estes:Jeziel e Pelete, filhos de Azmavete; Beraca e Jeú, que era da cidade de Anatote; Ismaías, da cidade de Gibeão, soldado famoso e um dos líderes do grupo chamado “Os Trinta”; Jeremias, Jaaziel, Joanã e Jozabade, que era da cidade de Gedera; Eluzai, Jerimote, Bealias, Semarias e Sefatias, que era da cidade de Harife; Elcana, Issias, Azarel, Joezer e Jasobeão, que eram do grupo de famílias de Corá; Joela e Zebadias, filhos de Jeroão, da cidade de Gedor.
Membros da tribo de Gade que seguiram Davi
8São estes os nomes dos soldados corajosos e treinados da tribo de Gade que foram juntar-se ao exército de Davi quando ele estava na fortaleza do deserto. Eles sabiam lutar com escudo e lança e eram ferozes como os leões e ligeiros como as gazelas. 9-13Os nomes deles foram escritos numa lista na seguinte ordem:Ézer, Obadias, Eliabe, Mismana, Jeremias, Atai, Eliel, Joanã, Elzabade, Jeremias e Macbanai. 14Alguns desses homens da tribo de Gade comandavam mil homens, e outros, cem. 15Certa vez, no primeiro mês do ano, quando o Jordão alaga as suas margens, eles atravessaram o rio e puseram em fuga o povo que morava nos vales, tanto no lado leste como no lado oeste do rio.
Membros das tribos de Benjamim e Judá que seguiram Davi
16Também um grupo de homens das tribos de Benjamim e Judá foi até a fortaleza onde Davi estava. 17Davi saiu para encontrar-se com eles e disse:— Se vocês vieram como amigos, para me ajudar, aceito de todo o coração que façam parte do meu grupo. Mas, se vieram para me trair e me entregar aos meus inimigos, embora eu não tenha cometido nenhum crime, o Deus dos nossos antepassados ficará sabendo e castigará vocês. 18Então o Espírito de Deus tomou conta de Amasai, que depois veio a ser o comandante dos “Trinta”, e ele gritou:— Davi, filho de Jessé, nós somos seus! Tudo de bom para você e para aqueles que o ajudam! Deus está do seu lado!Então Davi os recebeu e os colocou como oficiais do seu exército.
Membros da tribo de Manassés que seguiram Davi
19Alguns soldados da tribo de Manassés passaram para o lado de Davi quando ele havia saído junto com os filisteus para lutar contra o rei Saul. Na verdade ele não ajudou os filisteus. Os seus governadores mandaram que Davi voltasse para Ziclague porque ficaram com medo que ele os entregasse ao seu antigo chefe, o rei Saul. 20São estes os soldados da tribo de Manassés que passaram para o lado de Davi quando ele estava voltando para lá: Adna, Jozabade, Jediael, Micael, Jozabade, Eliú e Ziletai. Em Manassés todos eles haviam sido comandantes de grupos de mil homens. 21Eles serviram Davi como oficiais das suas tropas porque eram soldados capazes. Mais tarde, eles foram oficiais do exército israelita. 22Quase todos os dias, novos homens vinham juntar-se ao grupo de Davi, e por isso em pouco tempo o seu exército ficou enorme.
A lista do exército de Davi
23-37Quando Davi estava em Hebrom, muitos soldados treinados foram se juntar ao seu exército para ajudar a fazê-lo rei no lugar de Saul, como o Senhor Deus havia prometido. Este é o número deles:Da tribo de Judá: seis mil e oitocentos homens bem equipados, armados com escudos e lanças.Da tribo de Simeão: sete mil e cem homens bem treinados.Da tribo de Levi: quatro mil e seiscentos homens; seguidores de Joiada, descendente de Arão: três mil e setecentos homens; e Zadoque, um soldado jovem e capaz, veio com vinte e dois chefes do seu grupo de famílias.Da tribo de Benjamim, a tribo de Saul: só três mil homens, pois a maior parte do povo de Benjamim continuava fiel a Saul.Da tribo de Efraim: vinte mil e oitocentos homens valentes, que eram famosos nos seus grupos de famílias.Da tribo de Manassés do Oeste: dezoito mil homens que foram escolhidos para irem fazer Davi rei.Da tribo de Issacar: duzentos líderes e os homens comandados por eles. Esses líderes sabiam o que o povo de Israel devia fazer e a melhor ocasião para fazê-lo.Da tribo de Zebulom: cinquenta mil homens fiéis e de confiança, treinados para usar todos os tipos de armas e prontos para lutar.Da tribo de Naftali: mil líderes e mais trinta e sete mil homens armados com escudos e lanças.Da tribo de Dã: vinte e oito mil e seiscentos homens treinados.Da tribo de Aser: quarenta mil homens preparados para a batalha.Das tribos que ficavam a leste do rio Jordão, isto é, Rúben, Gade e Manassés do Leste: cento e vinte mil homens treinados para usar todos os tipos de armas. 38Todos esses soldados preparados para a batalha foram até Hebrom, resolvidos a fazerem Davi rei de todos os israelitas. Todo o resto do povo de Israel estava unido no mesmo propósito. 39Eles ficaram três dias ali com Davi, comendo e bebendo aquilo que os seus irmãos israelitas haviam preparado para eles. 40De bem longe, até das tribos de Issacar, Zebulom e Naftali, no Norte, vieram pessoas trazendo jumentos, camelos, mulas e bois carregados de comida, isto é, farinha de trigo, figos, passas, vinho e azeite. Também trouxeram gado e ovelhas para matar e comer. Tudo isso mostrava a alegria que havia em todo o país.


Comentário Devocional:

Um reino não é construído da noite para o dia. Foram necessários vários anos para Davi reunir um grupo de guerreiros leais, dispostos a estarem ao seu lado nos bons e maus momentos. Quando ele estava na terra dos filisteus, fugindo por sua vida, muitos desertaram Saul e foram para o seu lado.

Davi considerava cada homem que vinha até ele como um presente de Deus. Ele os tinha em tão alta estima que conservou uma lista das pessoas que se juntaram a ele enquanto residia em Ziclague.

Uma das coisas que mais atraía novos soldados para seguirem a Davi, era o seu caráter. Ele foi leal ao rei Saul, mesmo quando este o perseguia. Davi tratava seus soldados com respeito, dizendo-lhes a verdade e assegurando-lhes do seu valor.

Deus ajudou a Davi dando-lhe guerreiros leais  e dispostos a arriscar suas vidas a fim de protegê-lo e estabelecê-lo como rei. Amasai, chefe dos Trinta mais honrados soldados de Davi, guiado pelo Espírito de Deus, disse: “Somos teus, ó Davi! Estamos contigo, ó filho de Jessé! Paz, paz seja contigo, e com os teus aliados, pois o teu Deus te ajudará” (1 Crônicas 12:18. NVI). Que incentivo Davi deve ter encontrado nestas palavras!

Pense por um momento nas pessoas que o ajudaram em momentos decisivos de sua vida. Eles foram enviados por Deus para fortalecê-lo. Tenha-os em alta estima. Se possível, escreva-lhes uma palavra de agradecimento.

Decida ser fiel aos líderes que defendem causas nobres. Ao apoiá-los, você está promovendo o reino de Deus.

 Jobson Santos
Rede Novo Tempo
Ministério da Oração

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

A luz



16 Jesus continuou:— Ninguém acende uma lamparina e depois a coloca debaixo de um cesto ou de uma cama. Pelo contrário, a lamparina é colocada no lugar próprio para que todos os que entram vejam a luz. 17 Pois tudo o que está escondido será descoberto, e tudo o que está em segredo será conhecido e revelado. 18 — Portanto, tomem cuidado e vejam como vocês ouvem. Porque quem tem receberá mais; mas quem não tem, até o que pensa que tem será tirado dele.