quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"Reino das conchinhas"...

Existe um lugar mágico e envolvente onde dois se tornam um...
Ali a privacidade dos afetos, protegem de guerras passadas seus habitantes! 
Dois seres envoltos em uma mesma sede, reconhecem "Temos tudo em comum"...
Um aconchego a meia lua" Paira sobre o céu dos  amantes!"

Impossível atingir a inércia neste lugar, sem que se atenda aos desejos...
Uma vontade única, apenas uma! Prevalecerá ali!
Ela surgira  despertando as flores, a convite dos ensejos"...
Dos efeitos naturais do "reino das conchinhas" não há como fugir!

"Um anelo" pouco a pouco ,vai se descobrindo,e sendo Descobertos!
 E os instintos desejantes  "Outrora distante" brotam em corpos ,perplexos...
"Por direito " ambos tomam posse do que e seu,
"Legítimos confessos Rei e Rainha cara a cara".. 
"E seus domínios se estendem dias após dias,
descobertas novas ,dessas ambições não se fartam ,e jamais param !

Já estou escutando, a lua cochichando malícias baixinhas...
Este mundo aqui fora já sopram seus frios, "Eu vou enfrentar este mar bravio!"
Tá chegando a hora, esperada e e pra lá que eu vou! ???  "O reino das Conchinhas!"
A magia está ali! Acobertada, encolhida, a me lançar seus desafios,
 e me entrego de modo gentil... 
"Esse Reino e  o meu, e aquela ali  e a Minha Rainha! "

                             Bem vindo ao " Reino das Conchinhas"...   

Lourisvaldo Lopes da Silva 
Fonte: Sementeslançadas....

Mademoiselle "Permita-me..."

Dirigir-te-ei minha agradabilidade? 
Resultado da esmera beleza , que despertas a minha admiração por ti!
Como podes continuamente surpreender-me?
Como se não bastasse a ultima lembrança tua, da qual "Bela" já eras invicta!

Mademoiselle Permita-me:   

Te comparar com as flores brilhantes que cingem a lua no céu!
Ou as estrelas que nasceram em jardins de tão belas...
Uma noiva prometida e desejada, cobiçado segredo ,me vejo perdido embriagado ao léu!
 Dentre todas,"És tu minha preferida" a mais singela!

Mademoiselle, ser-lhe-ei indiscreto ao confessar-te, " Não consigo imaginar-te mais bela!"
Devo admitir certamente serei surpreendido!
Como estou agora, deslumbrado, reconhecendo minha tola limitação ao vê-la! 
Permita-me este doce encanto tão atrativo!

Formosa aos olhos, e cobiçada ao coração...
Cortejar-te-ei com sinceros atributos almejando sempre teu regresso...
São os mínimos plausíveis de minha gratidão!
Mademoiselle "Permita-me",  dedicar-te estes versos!

Lourisvaldo Lopes da Silva


Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre.

1 O rei Dario resolveu dividir o país em cento e vinte províncias e escolher cento e vinte homens para governá-las. 2 A fim de que tudo corresse bem, e não houvesse prejuízo, o rei nomeou três ministros para controlarem os cento e vinte governadores. Um desses ministros era Daniel, 3 e ele mostrou logo que era mais competente do que os outros ministros e governadores. Ele tinha tanta capacidade, que o rei pensou em colocá-lo como a mais alta autoridade do reino. 4 Aí os outros ministros e os governadores procuraram achar um motivo para acusar Daniel de ser mau administrador, mas não encontraram. Daniel era honesto e direito, e ninguém podia acusá-lo de ter feito qualquer coisa errada. 5 Então eles disseram uns aos outros:
— Nunca encontraremos motivo para acusar Daniel, a não ser que seja alguma coisa que tenha a ver com a religião dele.
6 Então foram todos juntos falar com o rei e disseram:
— Que o rei Dario viva para sempre! 7 Todos nós que ocupamos posições de autoridade no reino, isto é, os ministros, os governadores, os prefeitos e as outras autoridades, nos reunimos e concordamos em pedir ao senhor que dê uma ordem que não poderá ser desobedecida. Ordene que durante trinta dias todos façam os seus pedidos somente ao senhor. Se durante esse tempo alguém fizer um pedido a qualquer deus ou a qualquer outro homem, essa pessoa será jogada na cova dos leões. 8 Portanto, ó rei, dê a ordem e a assine, a fim de que não possa ser anulada. De acordo com a lei dos medos e dos persas, essa ordem não poderá ser anulada.
9 O rei concordou; assinou a ordem e mandou que fosse publicada.
10 Quando Daniel soube que o rei tinha assinado a ordem, voltou para casa. No andar de cima havia um quarto com janelas que davam para Jerusalém. Daniel abriu as janelas, ajoelhou-se e orou, dando graças ao seu Deus. Ele costumava fazer isso três vezes por dia.
11 Os inimigos de Daniel foram juntos até a casa dele e o encontraram orando ao seu Deus. 12 Então foram procurar o rei a fim de falar com ele a respeito da ordem. Eles disseram:
— Ó rei, o senhor assinou uma ordem que proíbe que durante trinta dias se façam pedidos a qualquer deus ou a qualquer outro homem, a não ser ao senhor. E a ordem diz também que quem desobedecer será jogado na cova dos leões. Não é verdade?
O rei respondeu:
— É verdade, e a ordem deve ser obedecida. De acordo com a lei dos medos e dos persas, ela não pode ser anulada.
13 Aí eles disseram ao rei:
— Mas Daniel, um dos prisioneiros que vieram da terra de Judá, não respeita o senhor, nem se importa com a ordem, pois ora ao Deus dele três vezes por dia.
14 Ao ouvir isso, o rei ficou muito triste e resolveu salvar Daniel. Até o pôr do sol daquele dia, ele fez tudo o que pôde para salvá-lo. 15 Os inimigos de Daniel foram falar de novo com o rei e disseram:
— O senhor sabe muito bem que, de acordo com a lei dos medos e dos persas, nenhuma ordem ou lei assinada pelo rei pode ser anulada.
16 Então o rei mandou que trouxessem Daniel e o jogassem na cova dos leões. E o rei disse a Daniel:
— Espero que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, o salve.
17 Trouxeram uma pedra e com ela taparam a boca da cova. O rei selou a pedra com o seu próprio anel e com o anel das altas autoridades do reino, para que, mesmo no caso de Daniel, a lei fosse cumprida ao pé da letra. 18 O rei voltou para o palácio, mas não comeu nada, nem se divertiu como de costume. E naquela noite não pôde dormir.
19 De manhã, cedinho, ele se levantou e foi depressa até a cova dos leões. 20 Ali, com voz muito triste, ele disse:
— Daniel, servo do Deus vivo! Será que o seu Deus, a quem você serve com tanta dedicação, conseguiu salvá-lo dos leões?
21 Daniel respondeu:
— Que o rei viva para sempre! 22 O meu Deus mandou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Deus sabe que não fiz nada contra ele. E também não cometi nenhum crime contra o senhor.
23 O rei, muito alegre, mandou que tirassem Daniel da cova. Assim ele foi tirado, e viram que nenhum mal havia acontecido com ele, pois havia confiado em Deus. 24 Em seguida, o rei mandou que trouxessem os homens que tinham acusado Daniel. Todos eles, junto com as suas mulheres e os seus filhos, foram jogados na cova. E, antes mesmo de chegarem ao fundo, os leões os atacaram e os despedaçaram.
25 Então o rei Dario escreveu uma carta para os povos de todas as nações, raças e línguas do mundo. A carta dizia o seguinte:
“Felicidade e paz para todos! 26 Eu ordeno que todas as pessoas do meu reino respeitem e honrem o Deus que Daniel adora.
Pois ele é o Deus vivo, que vive para sempre.
O seu reino nunca será destruído; o seu poder nunca terá fim.
27 Ele socorre e salva; no céu e na terra, ele faz milagres e maravilhas.
Foi ele quem salvou Daniel, livrando-o das garras dos leões.”
28 E Daniel continuou a ser uma alta autoridade no governo durante o reinado de Dario e depois durante o reinado de Ciro, da Pérsia.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

O meu amor...

A Palavra de Deus não fica calada diante da rejeição do pecador. Ela continua a falar.

Baruque lê um rolo no Templo
1 No quarto ano em que Jeoaquim, filho de Josias, reinou em Judá, o Senhor Deus me disse:
2— Jeremias, pegue um rolo — um livro — e escreva nele tudo o que lhe falei a respeito do povo de Israel e de Judá e a respeito de todas as nações. Escreva tudo o que eu disse desde a primeira vez em que falei com você, quando Josias era rei, até hoje. 3 O povo de Judá vai ficar sabendo de toda a destruição que estou pensando fazer cair sobre eles. Aí talvez todos abandonem os seus maus caminhos, e eu perdoarei a maldade e os pecados deles.
4 Depois, eu chamei Baruque, filho de Nerias, e ditei tudo o que o Senhor me tinha dito, e ele escreveu num rolo. 5 Então lhe dei as seguintes instruções:
— Eu estou proibido de ir ao Templo. 6 Mas quero que você vá até lá quando o povo estiver jejuando. Leia o rolo em voz alta, de modo que eles escutem tudo o que o Senhor Deus me disse e que eu ditei a você. Faça isso de maneira que o povo e também os que vierem das cidades de Judá possam ouvir. 7 Pode ser que assim eles orem a Deus e abandonem os seus maus caminhos, pois o Senhor está furioso e muito irado com este povo.
8 Então Baruque leu no pátio do Templo as palavras do Senhor, exatamente como eu havia mandado.
9 No nono mês do quinto ano do reinado de Jeoaquim, filho de Josias, em Judá, o povo ficou em jejum diante de Deus, o Senhor. Tomaram parte nesse jejum todos os que viviam em Jerusalém e todos os que tinham vindo das cidades de Judá. 10 Então Baruque leu no rolo tudo o que eu tinha dito, e todo o povo escutou. Ele fez essa leitura num dos pátios do Templo, na sala de Gemarias, que era filho de Safã e escrivão do rei. Essa sala, que ficava na entrada do Portão Novo do Templo, dava para o pátio de cima.
O rolo é lido diante das autoridades
11 Micaías, filho de Gemarias e neto de Safã, ouviu Baruque ler no rolo aquilo que o Senhor tinha dito. 12 Aí desceu ao palácio real e foi até a sala do escrivão do rei, onde todas as autoridades estavam reunidas. Encontravam-se ali Elisama, conselheiro do rei, e Delaías, filho de Semaías, e Elnatã, filho de Acbor, e Gemarias, filho de Safã, e Zedequias, filho de Hananias, e todas as outras autoridades. 13Micaías contou tudo o que tinha ouvido Baruque ler para o povo. 14 Então as autoridades mandaram que Jeudi, que era filho de Netanias, neto de Selemias e bisneto de Cusi, fosse dizer a Baruque o seguinte:
— Venha e traga o rolo que você leu para o povo.
Aí Baruque pegou o rolo e foi ao palácio. 15 E eles lhe disseram:
— Por favor, sente-se e leia o rolo para nós.
E Baruque leu para eles. 16 Depois de terem escutado tudo, eles olharam assustados uns para os outros e disseram a Baruque:
— Temos de contar isso ao rei.
17 Então perguntaram:
— Diga uma coisa: como é que você escreveu tudo isso? Foi Jeremias que ditou?
18 — Jeremias ditou palavra por palavra, e eu escrevi tudo com tinta neste rolo! — respondeu Baruque.
19 Então eles disseram:
— Você e Jeremias precisam se esconder. Não deixem ninguém saber onde vocês estão.
O rei queima o rolo
20 As autoridades deixaram o rolo, isto é, o livro, na sala de Elisama, o escrivão do rei. Em seguida, foram até a sala onde o rei estava e lhe contaram tudo. 21 Então o rei mandou que Jeudi fosse buscar o rolo. Ele foi à sala de Elisama, trouxe o rolo e leu para o rei Jeoaquim e todas as autoridades que estavam em volta dele. 22 Era tempo de frio, e o rei estava no seu palácio de inverno, sentado perto do fogo. 23 Cada vez que Jeudi terminava a leitura de três ou quatro colunas, o rei cortava com uma faquinha aquele pedaço do rolo e jogava no fogo. Ele continuou fazendo isso até que o rolo inteirinho virou cinza. 24 Mas nem o rei nem nenhuma das autoridades que ouviram todas aquelas coisas ficaram com medo ou mostraram qualquer sinal de arrependimento. 25 Acontece que Elnatã, Delaías e Gemarias tinham pedido ao rei que não queimasse o rolo, mas ele não deu atenção. 26 Pelo contrário, mandou que o príncipe Jerameel, junto com Seraías, filho de Azriel, e Selemias, filho de Abdeel, prendessem o meu secretário Baruque e a mim. Mas o Senhor nos havia escondido.
O outro rolo
27 Depois que o rei Jeoaquim queimou o rolo que eu havia ditado a Baruque, o Senhor Deus me disse 28 que pegasse outro rolo e escrevesse tudo o que estava naquele que o rei tinha queimado. 29 E o Senhor me mandou dizer o seguinte:
— Rei Jeoaquim, você queimou o rolo, perguntando: “Por que foi que Jeremias escreveu que o rei da Babilônia certamente virá, e destruirá esta terra, e matará a sua gente e os seus animais?” 30 Por isso, eu, o Senhor, digo a você, rei Jeoaquim, que nenhum dos seus descendentes será rei no reino de Davi. O seu cadáver ficará largado ao sol durante o dia e à geada durante a noite. 31 Castigarei você, os seus descendentes e as suas autoridades por causa dos pecados de vocês todos. Nem você nem o povo de Jerusalém e de Judá se importaram com os meus avisos. Por isso, farei cair sobre todos vocês a desgraça que prometi.
32 Então peguei outro rolo, entreguei ao meu secretário Baruque, e ele escreveu tudo o que eu ditei. Escreveu tudo o que estava no rolo que o rei Jeoaquim havia queimado. E ainda ditei muitas outras coisas parecidas.


Comentário:

O rolo escrito, lido, queimado e reescrito
1.Este acontecimento se deu uns 10 anos antes do cativeiro. Jeremias não era bem aceito pelas autoridades, mas dessa vez parece que os príncipes mencionados tiveram cautela com as palavras do profeta. Alguns acham que Jeremias não estava preso, mas impedido de entrar no Templo. O rolo foi escrito por Baruque e ditado por Jeremias. Foi um período de jejum cerimonial entre o povo. Isso facilitou, pois todos estavam reunidos solenemente. Jeremias esperava que o povo humildemente reconhecesse o pecado e se voltasse para Deus em arrependimento. O rolo foi lido na Casa do Senhor e, portanto, os que chegavam ali de outras cidades ouviriam o recado de Deus (v.1-10).

2.Os príncipes tiveram boa atitude de ouvir e levar ao rei o escrito, mas o texto só diz que se
atemorizaram. Não sabemos quanto à aceitação. Parece que foi boa, pois mandaram Baruque e Jeremias se esconderem e também insistiram para que o rolo não fosse queimado. Aqui mostra que Jeremias não estava preso, pois senão como poderia se esconder? (v.11-19).

3.O rolo foi livro pela terceira vez. Uma leitura foi para o povo, a segunda para os príncipes e a terceira para o rei. Jeoaquim não se atemorizou diante da leitura, mas pelo contrário, indignou-se e mandou queimar o livro. Jeremias e Baruque só não foram presos porque se esconderam. Os príncipes já previam que o rei Jeoaquim não gostaria nada da leitura da Palavra de Deus contra o seu reino (v.20-26).

4.Deus ordenou que a dupla Jeremias e Baruque agissem novamente contra a obstinação do rei Jeoaquim. As palavras do novo escrito tinham as mesmas anteriores e mais outras, inclusive a decisão de Deus de não deixar que nenhum descendente de Jeoaquiam se assente mais no trono de Davi, ou seja, no reino de Judá. Jeoaquim também teria uma morte sem sepultamento o que era, como já sabemos, uma enorme humilhação e desonra. Qualquer rei tremia somente de pensar que sua memória seria desonrada nas gerações seguintes.

5.Temos muitas lições deste capítulo. A seguir algumas delas.

1) A Palavra inspirada de Deus contou com o auxílio do homem santo, isto é, obediente.
2) A Palavra de Deus sempre planeja a conversão do homem pecador.
3) A Palavra de Deus precisa ser anunciada a todas as pessoas.
4) A Palavra de Deus provoca temor no pecador atento e indignação no rebelde.
5) A Palavra de Deus não fica calada diante da rejeição do pecador. Ela continua a falar.

Pércio Coutinho Pereira

Com o amor não se brinca...

Há quem diga que o amor é a base de tudo, porém eles se esquecem que:
Há os que se anulam em nome do amor e acabam abandonados.
Há os que investem tudo nos outros acreditando que serão correspondidos e vivem reclamando do egoísmo alheio.
Há os que sonham com um amor perfeito, pretendem encaixar o ser amado nesse modelo e acabam descobrindo que cada um é como é e não temos poder para mudar ninguém.
Há os que confundem paixão com amor. Não percebem que paixão é admirar no outro o que recalca em si. Quando a ilusão projetiva desaparece percebemos o ridículo dos nossos atos apaixonados.
Há os que confundem apego com amor. São egoístas que esperam do outro exatamente o que não se dão.
O amor verdadeiro nunca faz sofrer. Traz alegria, motivação e prazer, agindo sempre com seu poder de harmonizar as relações humanas.
Quando ser feliz passa a ser um objetivo sério nós logo percebemos que com o amor não se brinca.

Zíbia Gasparetto.
Postado G+ por: Marcio F.S.

Um Pedido Sincero!

Hoje não são palavras que saem...
Nem existe mentiras aqui dentro!
O que são duvidas se calem!
Nas medidas de meu contento...

Só te peço silencio...
Do qual serei prisioneiro...
Me bastará apenas um momento!
Entre todos que sonhei este e meu verdadeiro!

Alcancem me este nervosismo...
Não impediram o que persigo!
Moça! Apenas ouça...
Esse moço!

Um Pedido Sincero!
Trago no peito escondido!
Teu sim e tudo o que eu mais quero!
Quer namorar comigo?

Lourisvaldo Lopes da Silva