sexta-feira, 4 de setembro de 2015

POESIA DE PLÁSTICO

Então, a gente se diverte...
Se conhece e se merece.
Deixa aflorar o sentimento de grandeza serena que nos converte,
E nos ensina sobre a complexidade de um amor puro.
A gente se apaixona...
Confunde as historias, que são parecidas com as de quem conta.
Uma bolha de sabão, que sai em desatino... que nao se direciona!
Daí, é só esperar pra ver o que acontece.
Um jardim encantado,
Num país de faz de conta...
A luz que resplandece
É a mesma que faz sombra.
Num céu enluarado,
Ou num mar de gelo.
Então, a gente se derrama em variadas formas de sorrir...
É uma vontade louca de gritar,
De se expandir!
Escute o meu apelo:
Esqueça o que lhe dói.
Deixe que lhe invadam, os sons, 
Os mimos,
Os girassóis!
Deixe-se encontrar, por quem tanto lhe procura!
De repente, pode ser que não tenhas mais certeza de nada... e aí... aí...
Um brinde, à nossa fantástica loucura!!!

(Eu sou o Poeta de Vidro!)
Postado G+ por: Adriana Marques