domingo, 21 de setembro de 2014

SURPRESAS DA VIDA


Inesperado, o não programado, Faz de nossas vidas um roda moinho. Não temos o controle por completo de quase nada, VIVEMOS O NOVO A CADA ENCRUZILHADA É gostoso de saber, que estamos nas mãos de quem nos criou, Sendo assim percebemos claramente, que fazemos planos, quando o executar VEM DO SENHOR. Nossas emoções, são renovadas, nossos desejos modificados, aprendemos a nos esvaziar na busca da alegria, que esse mundo nada pode acrescentar E os amigos? Familiares e conhecidos? Ficam fazendo parte do nosso show, contribuindo com frases, jeitos, lágrimas e dor. Deixando um espaço em aberto para habitar sem fazer desastre Bem dentro do nosso silêncio o NOSSO SALVADOR. Não temos às vezes palavras, nem roteiros ou metas a cumprir, algumas obrigações, tarefas e cobranças... Que na luta diária, às vezes dar aquela vontade de jogar tudo pro alto ficar sentada olhando o nada, sentindo a brisa do vento BUSCANDO SOMENTE O REFRIGERO QUE VEM DO AMOR. AI o AMOR! Esse amor que arde, que vibra, que nos faz achar e continuar a buscar Um amor que não tem regras, nem tarefas que fica no silencio da alma, dando um renovo Nos mostrando que mesmo quando parece vazio ESTAMOS CHEIO DESSE FAVOR Uma Graça infinita, um AMOR IMERECIDO, Uma alegria sem sorrisos, um paz de esperança É O AMOR DO MEU JESUS, QUE ME ACORDA A CADA DIA.

Célia Freitas

A Morte



Morte, algo tão simples e comum que o ser humano ainda não entendeu. A pergunta é, quando começou a temê-la, se é um fato da vida!
Lidamos com esse fato todos os dias – ou ainda lidaremos com este fato em nossa vida profissional. Mas me pergunto como um fato tão simples pôde se tornar tão complexo ao passar dos tempos. Quando o homem era macaco (supondo a teoria evolucionária) a morte era apenas o fim, e ponto, mas com o passar dos tempos e a evolução começamos a criar vínculos, afetos, nos tornamos conscientes e começamos a pensar, e esse “pensar” trouxe a pergunta, para onde vamos?!
Um atenuante da morte é uma pessoa bem instruída espiritualmente indiferente de religião ou filosofia de vida. Assim como a autora refere, a espiritualidade pode ajudar muito um paciente em seus últimos dias e ajudar o profissional como conversar e ajuda-lo nesse momento tão difícil e até atenuar a dor de familiares e do próprio paciente.
Na espiritualidade encontramos a esperança de uma vida além morte, de que a morte, é apenas uma passagem para uma vida melhor, assim nos traz a esperança de que, a morte não é uma coisa tão sombria e triste, ou solitária! Em minha opinião a morte mais assusta por que não sabemos se estamos sozinhos ou não, sempre vivendo em grupo ou em sociedade o homem teme esse sentimento, a solidão, e a fé de ter um mundo depois da morte traz esse alivio de morrer e saber “teoricamente” para onde iremos.
Uma das funções da enfermagem também é de assistência psicológica com o paciente, conversando e instruindo ele, e como poderei instruí-lo na questão morte se eu mesmo desconheço ou não tenho apoio espiritual? Um das coisas que poderia atenuar o sofrimento fazer com que o paciente procure apoio espiritual.
Aprendemos a humanizar os hospitais tratar as pessoas com igualdade e sempre ajudar salientando o bem estar físico e psicológico, para o prolongamento da vida, mas quando saberemos se o real chamado da natureza chegou e estamos estendendo algo inevitável? Esse seria o caso citado no livro da doação de órgãos, quando um indivíduo está em coma ou morte encefálica e ainda assim insistimos em tratá-lo com o prolongamento da vida, será que não seria a hora de deixar a natureza fazer o seu trabalho e nós deixarmos o indivíduo partir? Ai esta uma pergunta sem resposta, teremos mesmo o poder de decidir quando devemos prolongar uma vida sem saber se ele mesmo tem forças para continuar? Ou saberemos se continuarmos o tratamento esse indivíduo apresentará uma resposta positiva e restabelecerá seus sentidos, não ai esta uma duvida que em muitos casos esse indivíduo que esta sendo prolongada sua existência sem um resultado efetivo poderia estar ajudando outras pessoas com seus órgãos e desocupando um leito e trabalho profissional que poderia ajudar outra pessoa. Sim essa visão pode ser um tanto quanto egoísta em certos pontos de vista, mas é a nossa realidade, não podemos estender uma vida que não tem mais chances, para perder dois ou três que poderiam ser ajudados, uma fato triste, não possuímos infraestrutura para acomodar todos e disponibilizar atendimento profissional, esses indivíduos com “vida vegetativa” que em certos casos poderiam voltar a uma vida normal e em outros jamais voltariam é uma incógnita pois nunca saberemos, se fosse continuado o tratamento o indivíduo voltaria seu estado normal ou morreria, isso depende de vários fatores, médicos, fisiológicos do indivíduo em si, entre outros. Em fim a vida apenas segue seu curso natural a morte.
Uma forma de lidar com a morte é compreendendo-a, é apenas mais um processo natural e temos que aprender a lidar com ela, afinal a morte ensina, vivemos temendo a morte por que tememos a solidão e quando falamos de morte nos vem o vazio, o escuro, o sozinho, e na verdade a morte não deveria ser tão temida é apenas mais um processo fisiológico e natural.
Diogo França

A dor da mãe que perde um filho


Minha história de mãe da Terra se entrelaçou com a história de uma pequena luz que veio nos fazer uma visita breve, partindo alguns dias após nascer. Minha menina tão linda, gerada com tanto amor dentro de meu ventre não resistiu às singularidades deste mundo e passou feito passarinho pelos céus de nossos olhos lacrimejados de tristeza.
É impossível descrever a dor que rugiu de minha alma e entendo que a mesma devia ser sentida e chorada com veemência a cada semana posterior de sua partida. Meu conforto foi atirar-me nos braços da fé, buscando consolo em algo maior e no amor da família. Arranquei forças de dentro de mim que não imaginava existir, para verter lágrimas em sorrisos de querer bem e gratidão a Deus.
Sim, Ele havia me presenteado! Um dia, num passado não tão distante fiz alguns combinados, sabia das escolhas que havia feito com cada uma das pessoas que passaram por mim e que estão comigo, por certo não me lembrava, até que minha pequenina veio para me ensinar e mostrar o caminho. Com a “perda” também se ganha…
Aos poucos a dor foi se dissipando, as emoções foram dando lugar a paz e as orações passaram a confortar nossos corações humanamente egoístas e cansados da matéria que nos é útil nesse plano, mas que por vezes nos pesa tanto. Sabemos que cada minuto de nossa jornada é precioso demais e deve ser vivido com entusiasmo, por isso, sejamos felizes! Minha pequena luz foi uma das melhores educadoras que já tive nessa vida, mostrou-me que a evolução da alma está na disposição de aprender e ensinar com a humildade de uma criança, com a troca de gerar e deixar ir, resignar, voar.
A vida é algo inexplicável! Foi voltando de mansinho a pulsar em nossas veias dia após dia, nossos filhos sabiamente voltaram a sorrir e correr pela casa e nosso sofrimento se estancou através do labor e do carinho de sermos todos unidos pela esperança de um dia desses nos reencontrarmos no caminho de luz que já está sendo trilhado por muitos. As lembranças de uma pequenina que cruzou nossos singelos mundos de mãe, pai, irmãos, avós, tios(as) ficarão para sempre registrados em nossas memórias. Não há de sentir culpa, raiva, mágoa por causa da morte.
Nada que nos faça estagnar no caos de sentimentos irracionais que não nos permite crescer e evoluir através do lado positivo das situações que a vida e por consequência a morte da matéria nos apresenta. A vida é construída através de nossas falas, gestos e pensamentos de amor para conosco e para com nosso próximo e a passagem de cada um de nós é a única garantia que realmente temos.
O que vai ser do futuro? Pergunta tola a minha!
Passei nove meses esperando o futuro e deixei de aproveitar mais e melhor o que era meu presente…
Por isso, aproveitem seus filhos do jeito que eles são, ame-os mesmo que distantes de ti, ame-os mesmo que não sejam como você idealizou, instrua-os para serem pessoas felizes e de bem, aproveitem cada momento com cada um de seus filhos, compartilhem com eles as experiências da vida, criem seus filhos com carinho e entusiasmo, estreitem os laços fraternais, respeitem seu desenvolvimento, suas dificuldades e elogiem seus acertos, não os protejam em demasia, mostrem os limites com clareza e tranquilidade, acompanhem cada fase, cada passo, cada letra, cada amigo, cada livro, cada amor… Não importa se viverão 9 meses e 3 dias ou 93 anos. Vivenciem seus filhos e os deixem partir quando tiverem de ir… E ao partirem, que as lágrimas caídas sejam de puro e verdadeiro amor.
Muita paz à todas as mães que deram a luz para luzes que hoje brilham aqui na Terra ou em algum lugar especial.

TPirituba (SP), 5 de Maio de 2009.

Essa carta escrevi alguns meses após a passagem de minha filha Julia. Que ela esteja em paz, junto aos nossos irmãos de luz.
Autor desconhecido

Para sempre lembranças..


Para sempre lembranças..

Cada pessoa tem as suas próprias lembranças ou seja as suas recordações. As nossas lembranças têm normalmente um significado muito importante para cada um de nós, pois geralmente lembramos apenas de momentos marcantes da nossa vida.

Cada lembrança marca a nossa existência e por sua vez nós somos um conjunto de lembranças que formam a nossa memória.

A emoção tem como objetivo de imprimir as lembranças nos nossos centros cerebrais, que por sua vez armazenam as memórias.

Só por esta razão, as pessoas de alguma idade jamais esquecem as imagens, que as marcaram mais como por exemplo: o primeiro dia de escola, do dia do casamento ou do dia do nascimento do primeiro filho, embora não se recordem do que fizeram na semana em que antecedeu esses mesmos acontecimentos.

Também não esquecerão as músicas que marcaram momentos especiais nas suas vidas.

Muitas das vezes utilizamos as lembranças para agradecer a alguém que nos é querido. É um gesto de carinho, de presença ou até de reconhecimento.
Este gesto é muitas vezes tido em inúmeras situações como por exemplo: num casamento, batizado ou até numa simples festa de convívio.

Também podemos classifica-las como uma forma de cumprimento, como por exemplo: dá lembranças minhas à tua família.
As lembranças para nós são únicas e por vezes damo-nos conta que tudo o que nós fazemos um dia vai-se tornar em lembrança.


Autor: Rua Direita

sábado, 20 de setembro de 2014

Certa noite, em desespero..


Certa noite, em desespero,
pela ausência de afetos longínquos,
ousei perguntar-te:
Jesus, porque me abandonaste?
E Tu, na imensidão de Tua capacidade,
não me respondeste de imediato...

Mas... tão logo meu corpo dormiu,
transportei-me espiritualmente,
para o lugar onde vivi
a infância que jamais esqueci...

E então, já no chão,
onde tanto um dia sorri, olhei para o Alto,
e, em êxtase, avistei no zênite,uma luz...
esférica, intensamente brilhante, prateada...
que começou a descer, em direção a mim
e me fez estremecer...

Vibrei de intensa emoção!
O magnetismo exalado me imobilizou
e quando a esfera luminosa estava bem perto,
ela transformou-se numa face,
a tua face, JESUS!

Nada me disseste, mas...
fixaste-me tão intensamente,
que em Teu olhar captei,
todo carinho sincero, que tanto desejei.

Extasiei-me!
Senti-me importante para Ti,
nada no mundo se compara,
à Tua oferta de afeição!

Jesus, muitos precisam de Ti
e não sabem que é tão fácil encontrar-Te;
quantos em desespero imenso,
atiram-se de despenhadeiros,
não conseguindo compreender,
que Tu estás tão perto...
no coração do aflito,
na meiguice da criança,
no lar do necessitado,
na vida do amado velho
e também no singelo livro,
chamado EVANGELHO!

LUIZ CARLOS GOMES

Aprendi...


Aprendi que, por pior que seja um problema
ou uma situação, sempre existe uma saída.

Aprendi que é bobagem fugir das dificuldades.
Mais cedo ou mais tarde,
será preciso tirar as pedras
do caminho para conseguir avançar.

Aprendi que, perdemos tempo nos
preocupando com fatos que
muitas vezes só existem na nossa mente.

Aprendi que, é necessário um dia de chuva,
para darmos valor ao Sol.
Mas se ficarmos expostos muito tempo, o Sol queima.

Aprendi que , heróis não são aqueles
que realizaram obras notáveis.
Mas os que fizeram o que foi necessário ,
assumiram as consequências dos seus atos.

Aprendi que, não vale a pena se tornar
indiferente ao mundo e às pessoas.
Vale menos a pena, ainda, fazer coisas para conquistar migalhas de atenção.

Aprendi que, não importa em quantos pedaços meu coração já foi partido.
O mundo nunca parou para que eu pudesse consertá-lo.

Aprendi que, ao invés de ficar esperando
alguém me trazer flores,
é melhor plantar um jardim.

Aprendi que, amar não significa transferir aos outros a responsabilidade de me fazer feliz. Cabe a mim a tarefa de apostar nos meus talentos e realizar os meus sonhos.

Aprendi que, o que faz diferença
não é o que tenho na vida, mas QUEM eu tenho.
E que, boa família são os amigos que escolhi.

Aprendi que, as pessoas mais queridas
podem às vezes me ferir.
E talvez não me amem tanto
quanto eu gostaria, o que não significa
que não me amem muito,
talvez seja o Maximo que conseguem.
Isso é o mais importante.

Aprendi que, toda mudança inicia
um ciclo de construção,
se você não esquecer de
deixar a porta aberta.
Aprendi que o tempo é muito
precioso e não volta atrás.
Por isso, não vale a pena resgatar o passado.
O que vale a pena e construir o futuro.



O meu futuro ainda está por vir.
Foi então que aprendi que
devemos descruzar os braços e vencer o medo de partir em busca dos nossos sonhos.

LUIZ CARLOS GOMES

Cada um tem de mim exatamente o que cativou...



Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna. Bom mesmo é ir a luta com determinação, abraçar a vida e viver com intensidade. Perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem mais se atreve e a vida é muito para ser insignificante. Eu faço e abuso da felicidade e não desisto dos meus sonhos. O mundo está nas mãos daqueles que tem coragem de sonhar e correr o risco de viver seus sonhos.

Charles Chaplin