quarta-feira, 24 de setembro de 2014

O que é felicidade?


Cada pessoa tem um conceito sobre o que é felicidade e como conquistá-la. A dificuldade está na maneira de como lidamos com as adversidades da vida.

Para muitos, a felicidade consiste em adquirir bens materiais, ter um trabalho bem remunerado e ser reconhecido por seus talentos, possuir uma família harmoniosa e gozar de boa saúde. A pessoa acredita que, se conquistar tudo isso, é o suficiente para encontrar a felicidade.
Outro paradoxo são as pessoas que sempre querem ganhar muito dinheiro, acreditando que com isso alcançará a felicidade. No entanto, ser rico não quer dizer ser feliz.


Qual é o papel do dinheiro na vida das pessoas? No âmbito de qualquer sociedade, as pessoas ricas são vistas como mais felizes do que as pessoas pobres. Mas temos observado que ao longo desses últimos anos a renda de muitas pessoas tem crescido, mas a felicidade não tem acompanhado esse crescimento.
Então, o que está acontecendo? Será que o significado da palavra felicidade tem mudado ao longo do tempo? Pois o que temos observado é que o nível de stress e depressão na população tem aumentado.
Por que isso acontece? A evidência que temos é que as pessoas comparam seus rendimentos com alguma regra imposta, mas não dita, pela sociedade e que essa regra aumenta o tempo inteiro e, como resultado, temos cada vez mais pessoas sempre sem tempo e estressadas para conseguir chegar ao que elas chamam de topo.
A nova casa, o novo carro, acaba não tendo mais valor a partir do momento que existem lançamentos, ou quando o amigo comprou o último modelo, o vizinho adquiriu um modelo mais caro. Suas conquistas começam a perder a graça.
Vamos dar um exemplo: para um homem de classe inferior provar o amor dele por uma mulher, é só lhe dar uma rosa, porém uma pessoa rica tem que dar uma dúzia de rosas.
Você percebe que as pessoas se autossabotam. Todas têm um sonho, mas quando o alcançam, voltam os olhos para algumas outras pessoas que conseguiram um pouco mais que elas e se sentem frustradas, recomeçando a corrida por um novo sonho e assim por diante. Com isso, acabam não tendo muito tempo para comemorar suas conquistas, pelas quais tanto batalhou, sentindo-se infeliz novamente.
Lamentavelmente, não sabemos definir com precisão que sentimento é esse por estarmos vinculados ao material e esquecermos do lado espiritual.

Sirlene Sabóia
Fonte: Vida Moderna

Cuidado com as mulheres vingativas!


É difícil ter certeza de algo, mas ela devia ter algum distúrbio e não conseguiu lidar com o “não”. E comemore o fato de você não ter tido nada com ela! A situação seria bem pior. Gente desequilibrada tem aos montes por aí, cuidado. E o pior é que estas pessoas estão ao nosso lado e nem percebemos. Isso vale como alerta para todos. Uma mulher com raiva é capaz de tudo. Até as mais dóceis.
Por isso que casamento é perigoso. Tem toda esta coisa de disputa por bens, pensões, etc… se você for se separar e a mulher estiver com raiva, pode se preparar: ela transformará sua vida em um inferno. Principalmente se você a trair ou se apaixonar por outra. Terá um inimigo mortal para sempre.
Você casa e pensa: “A fulana nunca vai brigar comigo por dinheiro, ela não é materialista.” É, pode ser. Mas cuidado para esta mulher não se sentir contrariada ou revoltada. Mulher assim toma até o dinheiro que o cara não tem, persegue na rua…
E as que apelam pra chantagem emocional? Sei da história de um cara que fugiu do casamento um mês antes de subir no altar. A mulher passou três anos ligando pra ele de madrugada dizendo que ia se matar!
Portanto, cuidado!!! Sou a favor da criação de um atestado de “bons antecedentes psicológicos”. Assim os problemas como o seu podem evitar tragédias maiores. Sim, porque se esta moça fez isso com você pela rejeição de “uma noite”, imagine o que não fez com o namorado que teve depois e deu-lhe um pé na bunda? Melhor nem imaginar… 
Estas pessoas têm que ser denunciadas e andar com uma fita adesiva que as identifique: “Cuidado, loucos que não aceitam ouvir não.” Assim todo mundo já tem ideia do risco que está correndo.
Caso contrário, já pensou como seria a primeira conversa com elas? “Oi, tudo bem? Eu sou o fulano. Qual a sua religião? Você já fez “trabalhos” para prejudicar alguém ou é a favor disso? Você tem tendências depressivas? Toma remédios? Já telefonou para alguém de madrugada fazendo chantagens emocionais? Como você reage quando ouve a palavra ‘não’?”



J.J
Fonte: Macho Alfa

Obs: Nossa Mãe... ri muito com tudo isso....trouxe até um comentário para amenizar... rsrsrsrs
Pedro foi sensato, pois o assunto é complexo... rsrsrsrs
Pedro disse:
Minhas queridas mulheres,
Em primeiro lugar um bom dia p/ todas!
O problema dos e das vingativas, daqueles e daquelas que cometem crimes passionais está no fato de que essas pessoas sofrem de transtornos da personalidade. Geralmente são pessoas c/ dificuldades de manterem um relacionamente estável e equilibrado e são chamados Boderlines, ou seja, personalidades limítrofes. Existem também aqueles que sofrem de transtorno de personalidade anti-social. Aliás são 10 tipos de transtornos de personalidade na atual calssificação psiquiátrica, mas não vem ao caso entrar em detalhes aqui.
Saibam escolher seus parceiros e se portem no relacionamento, que tem regras claras. O fato de vcs namorarem um cara não lhes dá o direito de ferir o seu sentimento, traindo-o, apenas porque está na moda da mídia, assim como o homem enfermo não tem o direito de dispor a vida de uma mulher sem noção das suas responsabilidades femininas .
O tema é interessante.
Sejam responsáveis e felizes, amando e sendo amadas, enquanto dure!

Raiva


Raiva é um sentimento de protesto, insegurança, medo, frustração, proteção contra alguém que se sente ferido ou ameaçado por outra pessoa.

A intensidade da raiva, ou a sua ausência, difere entre as pessoas como determinante na maneira de expressá-la.

A raiva também pode ser um sentimento passageiro ou prolongado como o rancor e o ressentimento.

Uma pessoa pode sentir raiva de outra pelo fato desta ter algo que aquela gostaria para si, inveja. Temos raiva de outra pessoa pelo fato de ter sido afrontada ou ridicularizada por ela e, neste caso, é uma tentativa de proteção ao se posicionar de forma agressiva diante da afronta. É a ira sagrada. Pessoas que acham que são superiores em relação aos outros, quando não se sentem reconhecidas na sua superioridade, usam da raiva para intimidar os que a cercam para manter sua falsa posição de ser o maior. Na família, quando os pais não dão a devida atenção aos filhos, desinteressando-se pelos seus problemas, a criança começa a ressentir-se e, ao longo dos anos, pode gerar raiva acumulada.

É bem comum acidentes de trânsito devido à raiva mal contida, motoristas que não se conformam em serem ultrapassados por outros carros, o que os coloca em posição de inferioridade, em geral são homens que se sentem ameaçados na sua masculinidade. A raiva é como uma doença que vai corroendo de dentro para fora, e que causa diversos prejuízos físicos, mentais e espirituais para o próprio enfermo e para as pessoas que o acompanham.

Como consequências da raiva podemos ter a violência verbal, física, o ódio que geralmente dura mais tempo, que é o desejar sempre o mal ao outro. O corpo humano também paga seu preço com a raiva, gerando distúrbios digestivos e desequilíbrio psicológico. O comportamento agressivo, que se dá quando o indivíduo assume uma postura contínua de mau humor e raiva, pode ter sua origem em pequenas frustrações que no decorrer da vida se acumulam e que não foram superadas através de diálogos compreensivos e do perdão ao próximo e a si mesmo.

Para resolver nossas raivas, uma das saídas mais sadias é o perdão, que consiste em desistir de qualquer ressentimento – por se considerar o ato de perdoar como uma possível cura para a raiva. Não nascemos com o sentimento de raiva, ele vai se desenvolvendo ao longo de nossa estória, com os acontecimentos e com o que recebemos na vida. Não é da natureza humana a raiva, a não ser a raiva para se proteger, defender e para sobreviver.
 
Antônio Roberto

Pessoas que se escondem

Não estou aqui pra julgar ninguém, mas ainda fico estarrecida com algumas pessoas, por terem vergonhas de seu estado físico. Sei que é algo normal do ser humano em querer estar de boa aparência, mas tem pessoas que não se aceitam de forma alguma, tem pessoas que deixam de sair de casa, se trancam em seus mundos, mentem pra si mesmo que estão felizes.

Já me deparei diversas vezes com pessoas no orkut, colocam fotos somente de seus rostos, tentam esconder aquilo que não aceitam, mas até quando?

Olhar o outro é fácil,difícil é encarar nós mesmos. As pessoas precisam aceitar suas imperfeições, seus fracassos, vícios, maus hábitos, pra poder resgatar seu poder pessoal.

Mas acho que o ser humano nunca está satisfeito,reclama de uma gordurinha, seio grande,ou pequeno, barriga e outras coisas,não vou mentir tenho também algumas frescuras,normal,né?

O brabo é quando as pessoas tentam esconder suas deficiências, e tem isso?E muito,conheço muita gente, não se espante...

Mas as vezes as coisas começam na familia,muitos tem vergonha de falar do assunto,daí passa para o deficiente, aconteceu comigo no começo do meu acidente.

Minha mãe não me via como normal,mas como um peso,que não podia namorar,casar,ter uma vida como qualquer um, mas isso se viu na novela viver a vida também, as pessoas são assim,não sabem lidar com a deficiência.

Só o tempo ensina, e os profissionais na área que nos ajuda, e claro a gente tem que buscar informação sobre a nossa deficiência, sem deixar de viver, não dá pra esperar um futuro incerto.

As pessoas tem que parar,de se mostrar aos outros visando aprovação e elogios, porque isso só vai deixa-las estarrecidas com suas condutas enganosas. é maravilhoso receber elogios, se ajeitar daqui e dali, mas não fuja de vc!!  Se aceite!!
Postado por Aldrey em 06/03/2010
Fonte: Aldrey Laufer

O DIA


Rio - Convivendo muitas vezes com a impunidade e a morosidade da Justiça, parentes de vítimas que morreram de forma violenta no Rio têm encontrado alento no plano espiritual.
As chamadas cartas de consolo, psicografadas por médiuns, além de servir de alívio para a dor dos que perderam entes queridos, vêm sendo fontes de força e esperança para outras pessoas que enfrentam traumas semelhantes.
Zely Maria Vidal Leite Ribeiro, 66 anos, cujo filho, o gerente de banco Marcelo Vidal, foi assassinado com um tiro no pescoço numa emboscada supostamente armada pela própria mulher, há dois anos, transformou as cinco mensagens que diz já ter recebido dele em livretos. Os exemplares são distribuídos a outras mães enlutadas.
“Através do médium Rogério Leite, de Lorena (SP), meu filho prova que sua alma evolui a cada dia.
As mensagens me trazem paz, serenidade, compreensão”, diz Zely.
Evangélica, ela conta que, logo na primeira sessão, em 11 de julho de 2009, em meio a 150 pessoas, Rogério a chamou e psicografou uma carta com a assinatura “inconfundível” de Marcelo.

LEMBRANÇAS EM DETALHES

“Meu filho me elogiou por ter vencido o preconceito religioso e citou detalhes incríveis, como a bandeira do Flamengo colocada sobre seu caixão. Mencionou seu apelido de infância (Thundercat) e os nomes e apelidos dos amigos do time do qual era artilheiro. Hoje, ele continua sendo meu artilheiro, mas os gols são suas mensagens de amor”, afirma ela.
Em outra carta, Marcelo agradeceu a iniciativa da publicação em sua homenagem, citou a hora, o dia e o local onde foi assassinado, bem como o modelo e a placa do carro que usava. Também informou que estava bem e pedia para que a mãe confiasse na Justiça, sem, no entanto, guardar rancor de seus algozes.
“Já estão distantes os tempos em que a revolta e a indignação tomavam conta do meu coração”, psicografou na quarta mensagem. "Não fossem esses contatos, estaria louca num hospício”, destaca Zely.
Zoraide Vidal, 62 anos, mãe da policial civil Ludmila, assassinada aos 24 anos por três bandidos em 2006 — ela foi torturada e teve o corpo carbonizado em Imbariê, Duque de Caxias —, garante já ter recebido mais de 20 cartas psicografadas da filha. “São bálsamos de conforto para mim. Sinto emoções diferentes a cada mensagem. Elas instigam meu espírito de luta por justiça”, diz. No dia 2, na Cinelândia, ela será uma das líderes de uma caminhada pela instituição do Dia das Vítimas de Violência Urbana no Rio.
Francilene transformou o quarto do filho, o policial Thiago Castro, morto durante assalto, em um santuário

Cartas pedem confiança na Justiça

A fé de Francilene Pinheiro de Castro, 59 anos, é que mantém a certeza da constante presença espiritual do filho, o policial civil Thiago Castro, morto em 2006, aos 26 anos, durante um assalto em Cascadura. Desde então, ela diz ter recebido mais de 30 cartas de consolo do filho.
“Ainda mantenho o quarto dele, que transformei numa espécie de santuário. Ele só me dá notícias boas, alegrias, pois é muito extrovertido. Me contou que, junto com mais três policiais que também morreram violentamente, está preparando um livro com mensagens de solidariedade, que deverá ser escrito em breve através de Rogério”, detalha Francilene.
Segundo ela, Thiago está constantemente preocupado com a saúde dos parentes. “Na última carta, deu uma bronca no pai (Diraison, 68) , advertindo-o para fazer exame de próstata”, conta, sem conter o riso.
Andrea Siqueira, 43 anos, mãe de Thiago Oazen, executado em 2008 por PMs, já expulsos, em Jacarepaguá, se surpreendeu quando buscou contato paranormal com o filho, que tinha 19 anos. “Já recebi três mensagens. Ele pede que eu não sofra mais, pois os assassinos não conseguiram tirar o grande amor que sentimos um pelo outro”, afirma, emocionada.
Em outra carta, Thiago pede para que o pai, o empresário Sérgio Oazen, que é separado de Andrea, “confie na Justiça dos homens”. Inconformado com a lentidão do processo e ameaçado de morte, ele oferece R$ 10 mil para quem der pistas sobre o paradeiro de Luiz Carlos Cerqueira Ribeiro, um dos três acusados, considerado foragido. Os outros dois respondem em liberdade.
Médium: ‘O povo carioca tem uma aura boa’
Natural de Lorena (SP), o médium Rogério Leite, de 46 anos, vem regularmente ao Rio, sempre a convite de parentes de vítimas. Segundo ele, na cidade, boa parte dos contatos com as pessoas mortas já ocorre na primeira reunião, o que não costuma acontecer em outros municípios que visita.
“Fico feliz de poder ajudar a reconstituir pedaços das pessoas que sofrem grandes perdas. No Rio de Janeiro, apesar da violência, o povo tem uma aura boa, é unido. Isso ajuda muito na hora de se estabelecer os contatos com quem já não está mais entre nós”, afirma Rogério.
O médium conta que descobriu o dom da psicografia há dez anos, mas que desde os seis já percebia a presença de espíritos.

Amigo e admirador de Chico Xavier, Rogério instituiu a página http://www.cartasconsoladoras.com/ , onde explica como ajuda, através da mediunidade, a “enxugar as lágrimas das pessoas que perderam seus parentes e amigos”.

MENINO JOÃO HÉLIO AJUDOU A CRIAR GRUPO DE PAZ

Marcelo Vidal foi assassinado no dia 15 de abril de 2008 por três homens no Andaraí, na Zona Norte. Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que a mandante do crime seria a sua própria esposa, Anny Viana, na época com 29 anos. O motivo seria um seguro de vida que o bancário havia feito, no valor de R$ 380 mil.
“Se alguém por ganância desejar nos fazer o mal, fizeram a si mesmos”, psicografou Marcelo na quinta mensagem dirigida à sua mãe, Zely Vidal. O suposto atirador, conhecido como Galinha, foi morto dias depois do assassinato por traficantes.
Anny, que em depoimento na Justiça negou envolvimento no crime, e os outros dois acusados — os irmãos Sandro e Alessandro Tabachi de França — aguardam julgamento em liberdade.
As cartas de Marcelo Vidal foram recebidas por Zely na casa de Rosa Cristina e Elson Vietes, pais do menino João Hélio, que morreu aos 6 anos durante um assalto em 2007, em Osvaldo Cruz. Ele foi arrastado por sete quilômetros preso ao cinto de segurança. Rosa e Elson preferem não dar declarações.
O médium Rogério Leite, convidado várias vezes para ir à casa do casal, porém, ressalta que João Hélio sempre se comunica com os pais por meio da psicografia. “Foi o próprio João Hélio, por exemplo, que sugeriu a criação do grupo de paz ‘Amor Além da Vida’, que hoje ajuda parentes de vítimas a se reerguerem", diz Rogério.
Zely conta que sente a presença de Marcelo a todo momento. “Esses dias peguei um táxi e o condutor era um dos melhores amigos de Marcelo, que aparece, inclusive, na foto do time que meu filho jogava, na contracapa do livreto. Incrível, já que a cidade tem mais de 30 mil táxis. É coisa divina”, acredita.


Francisco Edson Alves
Fonte: Botafogo em Ação

Consumidores moderados de álcool têm saúde melhor, diz estudo

LONDRES (Reuters Life!) - Quem bebe álcool moderadamente em geral tem saúde melhor do que os abstêmios, disseram cientistas franceses na quarta-feira. Segundo eles, o benefício não tem relação direta com o álcool, e sim com fatores indiretos, como o relaxamento, a realização de mais atividade física e o melhor status social.
"O consumo moderado de álcool é um poderoso marcador de um maior nível social, um status superior de saúde geral e menor risco cardiovascular", disse Boris Hansel, do hospital parisiense Pitié-Salpêtrière, que dirigiu o estudo.
Ele salientou, no entanto, que o estudo não aponta uma ligação de causa-efeito e não deve ser usado para promover o consumo do álcool.
O abuso do álcool está associado a várias doenças, inclusive problemas hepáticos e cardíacos e alguns tipos de câncer. A Organização Mundial da Saúde diz que o alcoolismo mata 2,3 milhões de pessoas por ano.
Hansel e seus colegas estudaram quase 150 mil franceses, dividindo-os em quatro grupos - quem nunca bebeu, quem bebia pouco (menos de 10 gramas de álcool por dia, cerca de uma dose), bebedores moderados (10-30 gramas/dia) e bebedores pesados (mais de 30 gramas/dias).
As conclusões foram publicadas na revista European Journal of Clinical Nutrition, publicada pela Nature.
Segundo os pesquisadores, bebedores leves e moderados, homens e mulheres, tinham uma saúde geral melhor do que quem nunca bebia ou quem bebia demais.
Homens que bebiam moderadamente tinham em geral menor risco cardiovascular, menor ritmo cardíaco, menos estresse, menos depressão e menor índice de massa corporal. Também apresentavam resultados melhores em mensurações subjetivas da saúde, como a quantidade de exercícios que faziam.
Os cientistas encontraram tendências semelhantes entre bebedoras moderadas, que tinham menor pressão arterial e cinturas mais finas.
Em ambos os sexos, os bebedores moderados tinham maiores níveis de HDL ("colesterol bom") no sangue.
Hansel disse que isso não significa que o álcool tenha uma influência positiva sobre o colesterol ou proteja o coração.
Segundo ele, a principal conclusão é de que o consumo moderado de álcool é um bom indicador de um "status social ótimo", e que essa pode ser a principal explicação para a saúde melhor desse grupo.
"Essas conclusões sugerem que não é apropriado promover o consumo de álcool como base para a proteção cardiovascular", disse ele, acrescentando que o "prazer" é a melhor justificativa para beber moderadamente.

Por Kate Kelland
Postado em 19/05/2010
Fonte: G1 Mundo

Pesquisa revela que, na ‘hora H’, eles não ligam para os pneuzinhos


Pintura de Fernando Botero


Se você encana e fica tímida na "hora H" por causa daqueles pneuzinhos que estão sobrando, saiba que você é a única preocupada com isso. Uma pesquisa do Instituto Qualibest feita com 300 homens, de 12 capitais brasileiras, mostra, entre outras revelações, que no sexo, os quilinhos a mais de uma mulher não têm importância. Dos entrevistados, 41% disseram não fazer diferença, mas outra grande parcela, de 32% afirmaram que, se a mulher estiver incomodada com as dobrinhas, pode atrapalhar na hora da relação.
De acordo com a sexóloga Carla Cecarello, a vergonha da mulher com o próprio corpo pode comprometer o desempenho sexual.

- As mulheres se preocupam muito com os padrões de beleza. Se acham que estão fora deles, tendem a querer se esconder, a fazer sexo com a luz apagada ou em uma posição que não vá mostrar aquilo que elas consideram um defeito. Tenho várias pacientes que se queixam nesse sentido. A timidez e a inibição podem atrapalhar muito a relação - explicou a sexóloga.

A mesma opinião tem o auxiliar administrativo Gabriel Fernandes, de 22 anos, que tem uma namorada "gordinha":

- Os pneuzinhos não atrapalham em nada o sexo. Quando você está com vontade e a outra pessoa também, isso não tem a menor importância. O pior é quando ela se incomoda ou fica com vergonha.

Segundo a pesquisa, apenas 15% afirmaram que as dobrinhas podem impedir alguns movimentos e 12% disseram se incomodar com o sobrepeso. Além disso, quase metade dos entrevistados não se importa com o fato de a luz estar acesa ou apagada na hora da transa. Mas 39% dos homens preferem as lâmpadas acesas porque revelam o corpo da parceira.

Outro ponto polêmico das respostas é o fato de a maioria dos homens querer praticar sexo anal. Para 37% dos entrevistados, essa "modalidade" seria tão excitante por seu caráter proibido. Já 24% dizem que ela evoca o fetiche da submissão feminina e o mesmo número afirma que a graça está em ser "mais apertadinho". Apenas 15% consideram que a prática excita as parceiras. De acordo com a sexóloga Carla Cecarello, as atividades menos convencionais interessam mais aos homens.

- O esperado de uma relação é pênis e vagina. Por isso, os homens consideram o sexo anal uma prática extra. Mas a maioria das mulheres pensa de maneira diferente sobre o assunto. Elas se sentem submissas, e tendem a achar que apenas prostitutas devem fazer a prática - explicou Carla, completando: - O mesmo ocorre com o sexo oral no primeiro encontro. Elas já ponderam se é correto ou não transar com o cara. O sexo oral então é tabu.

A pesquisa revela ainda que, quando estão se masturbando, 8% dos homens pensam em mulheres famosas, 23% nas namoradas, mas a grande maioria, 67%, pensam "em todas elas".

O machismo, no entanto, fica claro quando questionados se participariam de um suingue de casais: 31% deles afirmaram que fariam apenas se estivessem solteiros.

- O suingue nada mais é do que a troca de casais. Se o cara diz que aceita praticar, mas só se estiver solteiro, isso não é suingue. Ele só está se expondo a uma outra relação. A maioria dos homens não tem cabeça aberta - disse Carla.

E isso é visto na negativa de 25% dos homens em participar de suingues. Outros 25% que afirmaram que topariam fizeram uma ressalva: "desde que a namorada não estivesse com eles".

Gabriela Ferreira, postado em 22/05/2010

Fonte: Extra